EXIGIR E NÃO NEGOCIAR!

MINISTÉRIO DA DEFESA DE DILMA, O QUE É?

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                                                             EXIGIR E NÃO NEGOCIAR (13/09/2015)
 
“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
                                                                                                   Gen Marco Antonio Felicio da Silva
 
O “IIII Programa Nacional de Direitos Humanos”, gestado no Foro de São Paulo, sob a orientação de Marco Aurélio Garcia, Assessor de Política Externa da Presidência da República, comunista notório, ligado às FARC colombianas, tomou forma na Secretaria Especial de Direitos Humanos, com Paulo Vannuchi, ex-militante da mais violenta organização terrorista comunista, a ALN ( Aliança Libertadora Nacional), atuante nas décadas de 60 e 70. Coube a então ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, aprová-lo antes que o apedeuta e ex-presidente Lula o assinasse, para posterior publicação (afirmando, diante das pressões recebidas, que o fez sem ler o citado documento).
Tal publicação teve o grande mérito de acordar importantes lideranças, até então alienadas e anestesiadas, para o processo de subversão, social e político, que se desenvolve no País, a partir dos anos 70, com o surgimento de um novo espírito revolucionário, sob a ótica marxista modificada, visando a tomada do poder e a implantação de uma ditadura comunista, na contramão da História: o gramscismo. 
O título do documento e algumas das assertivas nele constantes desarmam o cidadão incauto, até mesmo para não ser considerado “politicamente incorreto”,  possibilitando que objetivo importante seja atingido: a conscientização da denominada “Sociedade Civil”, buscando um novo consenso, colocando-a contra a “buguersia dominante” e as forças coatoras do Estado, estas representadas, principalmente, pelos militares, mostrados como repressores políticos, pois, barreira tradicional à consecução dos objetivos de dominação marxista.
Assim, entre várias outras medidas que atingem às Forças Armadas, o Programa em tela propõe a submissão total dos comandantes militares ao Ministro da Defesa, inclusa a gestão de pessoal, possibilitando o aparelhamento e a politização das Forças Armadas.
A publicação de 3 de setembro, do decreto lei 8515,  sem o conhecimento dos Comandantes militares e do Ministro da Defesa, numa manobra criminosa de quebra de confiança e da hierarquia e disciplina por parte da enfermeira Eva Chiavon, Secretária-geral do MD e mulher do segundo homem do ilegal e violento MST, dá cumprimento ao previsto no “III Programa Nacional de DH”, retirando dos comandantes militares, ilegalmente, a gestão do pessoal militar. Ilegalmente, pois, a Lei Complementar, que se refere à criação do MD, estabelece que a DIREÇÃO e a GESTÃO das Forças, Marinha, Exército e Aeronáutica, caberão, sem intermediação,  ao Comandante da respectiva Força.
Criou-se um impasse inaceitável cuja solução é única em nome da legalidade e da manutenção do principio da autoridade : exigir e não negociar, por parte dos Comandantes das Forças, a revogação imediata do referido decreto  pela Presidente, que o assinou indevidamente, e a exoneração da enfermeira do cargo de Secretária-Geral do MD por agir de má-fé, ideologicamente, por quebra de confiança e da hierarquia e disciplina. 
General Marco Felício
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2 respostas a EXIGIR E NÃO NEGOCIAR!

  1. Existem duas situações críticas no planeta além da situação climática, uma delas aquela no Oriente Médio e outra aqui no Brasil, que poucos percebem capaz de desestabilizar toda a América do Sul, Central e em ondas chegar até os USA, além do continente africano. Nações que hoje são os maestros econômicos e militares mundiais sabem do potencial -adormecido- do Brasil e temem que o gigante finalmente acorde e assuma o lugar de direito no concerto mundial, e por isso têm dado apoio aos Fabianos brasileiros em que pese o socialismo que estes pregam, comunismo mais palatável; pois que um Brasil estraçalhado nunca representaria perigo ou ameaça ao Poder daqueles que controlam o potencial bélico e econômico mundial.

    Quanto ao Oriente Médio, as sucessivas levas de imigrantes acolhidas pelos europeus do leste, enquanto estiverem exaustas e em choque pelas abruptas mudanças culturais -em todos os sentidos- não farão sentir sua força desestabilizadora, mas assim que se sentirem reanimados, colocarem os pés no chão, farão sentir toda a violência que são capazes de cometer em nome de Maomé, e então a Europa mergulhará no fogo, cidades saqueadas e incendiadas.

    Quanto ao Brasil deveria ser um sinal do perigo iminente a afirmação de Stédile…

    “Eles não sabem mas já estamos em Cuba há muito tempo”, disse Stédile…”

    afirmação que parece não ter sido percebida pelos mais inteligentes analistas políticos brasileiros, a qual espero não tenha passado também despercebida pelos setores de inteligência das FFAA.

    Demorou um bocado de tempo para que conseguisse divisar e discernir as três correntes majoritárias nas FFAA, uma delas a da extrema direita ligada a PDue, a outra Fabianista e a última aquela dos que permanecem calados, mas com o coração dilacerado diante do sofrimento de seus irmãos civis e militares, a fragmentação da união nacional, a destruição do parque industrial, o esventramento das FFAA e a perda da soberania brasileira engendrada pelos Fabianos.

    Mas quem são os Fabianos brasileiros de maior destaque? Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aécio Neves e generais e alguns outros militares contumazes no Alerta Total, inclusive em portais militares que apregoam ser anti comunistas, anti terroristas, mas na realidade apoiando as ações de Lulla e Dillma Rousseff, tal como um general (P.C.) fez em vídeo, onde elogiou as ações de Dillma Rousseff.

    A força política dos Fabianos é tal que dirige o Comando das FFAA, imobilizando alguns dissidentes, dirigindo espíritos e suprimindo vontades daqueles calados; e diante disso tudo pergunto-me a força dos ventos da loucura que assopra entre os Fabianos, que não se importam com o sofrimento dos brasileiros de bem, desde que suas maldosas e maliciosas estratégias funcionem. Fabianos, especialmente os Fabianos brasileiros, militares e civis, desdenham experiências alheias, desprezando inclusive a afirmação de Lee Kuan Yew, o primeiro primeiro-ministro de Cingapura…

    …afirmou em suas memórias que sua filosofia política inicial foi fortemente influenciado pelo socialismo fabiano. Entanto, mais tarde ele modificou seus pontos de vista, considerando o idealismo do socialismo como impraticável. Em 1993, Lee disse…nós não vimos, até a década de 1970, que (o Fabianismo) era o início dos grandes problemas que colaboraram para o declínio inevitável da economia britânica…

    Pelo sentido de Honra, pessoal e militar, será que já não é tempo desses militares brasileiros, Fabianos, assumirem a corrente de pensamento que seguem fielmente, o Fabianismo? Ou preferem continuar a usar a pele de cordeiro e continuarem a enganar a sociedade brasileira?

    Ainda há tempo para os Fabianos brasileiros despertarem para a amarga realidade de que com seus projetos, vandalizaram o Brasil.
    9:13 AM

  2. Tony diz:

    Os VEADOS velhos à frente dos clubes militares soltaram notinha (mais uma!) dizendo no final que esperam um pedido de desculpas (!!!!) dos vermelhos pelo que fizeram com o decreto. É inacreditável! Com esse tipo de “militar” à frente das instituições, não causa assombro estarmos na situação em que estamos. A única justificativa para tanta covardia, francamente, é estarem tomando parte nas negociatas ou obtendo lucro com a situação do país, o que eu já não duvido.

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