FHC – O REI DA PILANTRAGEM

FHC – o Rei da pilantragem

Ipojuca Pontes

 

Fernando Henrique Cardoso – o FHC – grudou como visgo de jaca na vida política brasileira. Não sei se vale a pena levantar o seu histórico de   falsas espertezas, pois elas são por demais conhecidas e encontram-se fartamente registradas nos anais tupiniquins. Em todo caso, vamos lá.

Há quem assegure que Mário de Andrade, ao escrever “Macunaíma”, prodigiosa expressão do sem-caráter que diz uma coisa e faz outra, teve como modelo tipos que nem FHC. De fato, tal qual o personagem do escritor modernista, o vosso venerável “Bico-doce” (em fase de beatificação), na hora da verdade, apela rápido para negaças vexatórias, meias-verdades e floreios verbais.

(É celebre o caso em que, em hora crítica, apanhado numa contradição em torno da sua furada “teoria da dependência” – que lhe deu hora e vez no serpentário do esquerdismo tropical –, deixou cair a ficha: “Esqueçam o que escrevi” – coisa que, depois, garantiu nunca ter dito).

Na sua ourivesaria verbal, FHC se gaba de ter estudado Marx (charlatão da mais-valia) e de seguir os métodos e conceitos de Antonio Gramsci, Il Gobbo, fanático comunista italiano que pregava a destruição do sistema capitalista via implementação do “Estado regulado” (mais Estado para controle dos políticos) que ainda hoje leva à ejaculação precoce a patota da USP. Vale assinalar que FHC, grafomaníaco que se acredita superior ao “homem comum”, é tipo que carece de ideias próprias: vive  navegando em cima de especulações marxistas de segunda ordem (como as levantadas, por exemplo, pelos modernosos Manuel Castells, Alain Touraine et caterva). Recentemente, FHC lançou mais um  livro, “A Soma do Resto”, título copiado da obra de Henri Lefevbre “La somme et le reste”, publicada na França há décadas.

Seu badalado “Dependência e desenvolvimento na América Latina” (em parceria com Enzo Fa1etto) não passa de pretensioso patuá sociológico (falsa ciência) em torno de como superar a pobreza nos países periféricos pela vereda do socialismo, um exercício de futurologia que, de resto, o próprio autor tratou de esquecer quase meio século após sua publicação).

Penso que FHC, pavão implume, foi sempre um político sequioso de poder e glória, travando batalhas diuturnas para permanecer sob os holofotes de uma mídia, salvo exceções, amestrada. Por uma manchete ele faz qualquer negócio. Nos últimos tempos, investe na charla da descriminalização da droga, o que lhe rende livre curso na mídia festiva.

A escalada política de FHC tem lances pitorescos. Suplente de senador por São Paulo tendo Lula (falso operário) como cabo eleitoral, FHC assumiu,  por golpe de sorte, em 1983, o mandato de senador, pois Franco Montoro, ao ser eleito governador, renunciou a função e abriu a vaga no senado. Antes, o sociólogo da USP viveu autoexílio (com Mercedes-Benz e tudo mais) em Santiago do Chile e, em seguida, Paris, “sem a menor necessidade”, segundo Hélio Fernandes, “visto que os milicos de 64  jamais consideraram a hipótese de prendê-lo”. De fato, não havia razão: seu receituário teórico era tão estéril quanto a soma de três desertos.

Em 1985, correndo atrás do poder,  FHC candidatou-se à prefeitura de São Paulo. Na sua arrogância de ente superior, subestimou o candidato Jânio Quadros, a quem avaliava, erradamente, com o pé na cova,

Assim, um dia antes da eleição    convocou a imprensa para deixar-se fotografar aboletado na cadeira de prefeito. No ato, deitou uma baba de quiabo sem-fim. Perdeu a disputa. Resultado: Jânio, ao tomar posse, chamou a imprensa e, com um tubo  de inseticida em mãos, tripudiou: – “Gostaria que os senhores testemunhassem que estou desinfetando esta poltrona porque nádegas indevidas a usaram”.

Na vida política de FHC, onde  apertar, sai carnegão. Ele esta por trás de mazelas como a CPMF; a reeleição presidencial (em troca da qual foi denunciado por compra do voto parlamentar que lhe rendeu o segundo mandato); a armação do  PROER, o sinistro Programa de Estímulo e Reestruturação do Sistema Financeiro (que livrou a cara do Banco Nacional do contraparente Magalhães Pinto, responsável pelo calote de US$ 6 bilhões aos cofres da Viúva); e a venda das ações da Vale do Rio Doce a preço de banana ao especulador George Soros, narcofinanciador de entidades que promovem o aborto, a legalização do consumo de drogas e a expansão  globalista (entre elas, a Inter-American Dialogue, na qual milita FHC).

Ontem, acusado de ter recebido da corrupta Odebrecht “vantagens indevidas” para suas campanhas presidenciais, FHC entrou na Lista Fachin.

Retornaremos ao assunto.

 

 

 

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MÚSICA: TESOUROS ESCONDIDOS

Tesouros escondidos

Sérgio Izecksohn

Os arquivos “CAL” permanecem, há anos, discretamente guardados dentro do Cakewalk Pro Audio ou SONAR, mas poucos conhecem a sua riqueza e o seu poder.

Conheça, aqui, o mapa dos tesouros.

Existem algumas ferramentas formidáveis, mas pouco conhecidas, nos seqüenciadores MIDI da família Cakewalk, o Pro Audio e o SONAR. Algumas delas estão nos arquivos “CAL”, iniciais de Cakewalk Advanced Language. Esta linguagem ‘de macros’ exige alto conhecimento de programação, ou seja, é inacessível aos pobres mortais como nós. Porém, alguns arquivos programados na linguagem CAL, incluídos em todas as versões desses programas, são facílimos de usar e podem resolver problemas muito sérios. Especialmente dois desses arquivos, chamados “Split Channel to Tracks.cal” e “Split Note to Tracks.cal”, são verdadeiros tesouros para um arranjador.

Os arquivos CAL são acessíveis, no SONAR, pelo menu Process… na opção Run CAL… buscando, se for preciso, a pasta “Sample Content”. No velho Pro Audio, o menu é Edit… e o resto do caminho é o mesmo, mas a pasta se chama “Cakewalk”. Quase todos os arquivos CAL ali encontrados são de utilidade discutível, como macros para montar acordes a partir de uma nota. Porém, os dois arquivos “splits” citados são muito úteis para todos os usuários.

Separando canais MIDI. O primeiro arquivo se chama “Split Channel to Tracks.cal” e serve para separar canais MIDI em diferentes pistas. Às vezes, um arquivo MIDI, como uma música seqüenciada baixada da internet, vem com uma única pista que contém todos os canais MIDI utilizados, do piano à bateria. Embora cada evento MIDI (notas etc.) esteja associado a um canal, todos vêm guardados na mesma pista. Como fazer para editar o baixo ou o piano, separados uns dos outros?

O procedimento consiste em recortar todos os eventos relativos ao canal 1 e colá-los em outra pista, depois recortar todos os eventos do canal 2 e colá-los noutra pista e assim por diante, até termos tantas pistas quanto canais MIDI utilizados naquele arranjo musical. Daí pra frente, teremos a pista do piano, a pista do baixo, a pista da bateria e as outras, já que cada canal ganhou sua própria pista, em vez de uma pista única com as notas de todos os canais.

Para não termos que recortar as notas e outros eventos de cada canal MIDI e colá-los nas pistas subseqüentes, a Cakewalk criou este arquivo, que realiza todas as tarefas por nós. “Split channel to tracks” significa “separar os canais pelas pistas”. Ele é realmente muito fácil de operar. Com uma música aberta que contenha numa mesma pista vários canais MIDI, primeiro nós selecionamos a pista. Em seguida, clicamos em “Process…” ou “Edit…”, de acordo com a versão, e depois “Run CAL…” e seguimos o caminho citado acima. Selecionamos o arquivo “Split Channel to Tracks.cal” e clicamos em “Abrir”. O programa pergunta qual será a primeira pista de destino, aquela onde ele vai acondicionar as notas e outros eventos do primeiro canal MIDI utilizado no arranjo. Escolha o número da pista e clique em OK. Aguarde alguns instantes e o programa criará as novas pistas, cada uma com o conteúdo associado a um diferente canal MIDI. É a nossa vez de brincar à vontade com cada pista em separado, mudar timbres, oitavas e copiar pistas ou trechos delas para aproveitar nesse e em outros arranjos.

Separando as notas pelas pistas.
Antes de apresentar o arquivo “Split Note to Tracks.cal”, é preciso um esclarecimento. A Música também tem sua teoria e suas convenções. Uma delas reza que a nota DO3 é o DO central do teclado do piano. Fica, então, estabelecido que o primeiro DO de um teclado de cinco oitavas é o DO1, como sempre se convencionou. Por exemplo, em diversos padrões de bateria MIDI a nota DO1 aciona o bumbo, RE1 aciona a caixa e FA#1 toca o contratempo fechado. (É verdade que a Roland fala em DO2, RE2 e FA#2, respectivamente, mas a Cakewalk, por incrível que pareça, chama essas mesmas notas de DO3, RE3 e FA#3, e essa espantosa divergência entre as duas empresas só prova que ambas estão erradas!). Não importa que a Cakewalk chame o DO central de DO5, aqui para nós ele será sempre o DO3. Como tem sido chamado pelos músicos há séculos!

Uma única pista seqüenciada de bateria pode conter muitos “instrumentos” diferentes. Cada um desses instrumentos é acionado por uma diferente nota MIDI. Muitas vezes precisamos editar cada instrumento em separado, para dosar sua dinâmica através do controle de velocity ou para endereçá-lo para outras portas ou canais MIDI, entre outros procedimentos. Com vários tambores tocados ao mesmo tempo numa mesma pista, fica difícil executar essas ações. O ideal é ter um instrumento registrado em cada pista.

Para separar as peças da bateria, pista por pista, depois de seqüenciadas, teríamos que realizar uma verdadeira operação de guerra. Confira: na pista da bateria, abrimos a tela piano-roll, selecionamos todos os toques na nota DO1 e os recortamos e colamos numa nova pista, endereçando-a para uma porta e um canal MIDI. Esta seria, por exemplo, a nova pista do bumbo. Voltamos à pista da bateria e selecionamos todos os toques na nota DO#1 e os recortamos e colamos numa terceira pista, endereçando-a também para uma porta e um canal MIDI. Poderia ser a pista do aro da caixa. Em seguida, voltamos à pista da bateria e selecionamos todos os toques na nota RE1 e os recortamos e colamos numa quarta pista, da caixa… Provavelmente, já teríamos desistido, a esta altura.

O arquivo “Split Note to Tracks.cal” separa as notas pelas pistas. Para cada nota MIDI utilizada, ele cria uma pista. Na prática, cria uma pista para cada tambor, prato ou outro instrumento de percussão, já que cada peça da bateria é acionada por uma diferente nota.

Acione este arquivo chegando a ele pelo mesmo caminho citado acima para os demais comandos “CAL”. Após selecionar “Split Note to Tracks.cal”, clique em OK. Uma janela se abre e pergunta qual a pista de origem. Indique o número da pista da bateria e clique em OK. Outra janela pergunta qual será a primeira pista de destino. Escolha o número e dê OK. Responda quais serão as portas e os canais MIDI das novas pistas de bateria. Clique em OK e aguarde. Em instantes, aparecerão tantas pistas quantos tambores, pratos e demais percussões que tenham sido usados no arranjo.

Repare que o contratempo, também chamado de hihat ou ‘chimbal’, soa diferente quando tocado aberto, fechado ou com o pedal. Usam-se três notas MIDI para representar estes três principais timbres do contratempo. É comum o uso do FA#1 para o contratempo fechado, do SOL#1 para o pedal fechando o contratempo e do LA#1 para o contratempo aberto. Neste caso, é natural que o “split” crie três pistas para o contratempo. Se preferir, você pode fundi-las novamente, arrastando o conteúdo de uma sobre a outra e misturando os conteúdos. Ou trabalhar com as três pistas, mesmo.

Renomeando as pistas.
Uma vez separadas as pistas dos diversos instrumentos, convém escrever seus nomes para não desperdiçarmos tempo e atenção durante o trabalho. As pistas criadas pelo comando “Split Note to Tracks.cal” vêm com nomes como “Split Note C1”, “Split Note F#4” etc. As criadas pelo arquivo “Split Channel to Tracks.cal” são batizadas automaticamente como “Split Chan 1”, “Split Chan 2” e assim por diante. Escrevemos, na área denominada Name, nomes como “Baixo”, “Piano”, “Bumbo”, “Caixa”, “Crash” e “Contratempo aberto” em cada uma das pistas para rápida identificação posterior de cada uma delas.

Podemos separar pelas pistas as notas MIDI de todo tipo de instrumento de percussão ou de qualquer programa de sampler em que timbres diferentes ocupam notas diferentes.

Uma vez separadas as pistas, podemos agora editar cada uma delas, escolher canais ou portas MIDI diferentes para misturar peças de diferentes baterias, gravar o áudio de cada peça numa pista separada, solando uma a uma das pistas MIDI e gravando o seu áudio. Enfim, podemos editar e mixar, um a um, os diversos instrumentos do arranjo, como num grande estúdio.

Sérgio Izecksohn (sergio@homestudio.com.br) é músico, produtor e professor-coordenador dos cursos do Home Studio

Mais tesouros escondidos: “fit improvisation

Sérgio Izecksohn

Os seqüenciadores MIDI da Cakewalk, como o SONAR e o velho Pro Audio, trazem um recurso muito pouco conhecido que é uma ferramenta fantástica, muito útil e poderosa. Adapta o tempo do programa a qualquer interpretação instrumental, por mais livre que seja o tempo executado pelo instrumentista. Seu nome, fit improvisation, pode ser traduzido como “ajuste da improvisação”.

Mesmo que o músico toque sem se apoiar nos tempos de um “clique” ou metrônomo, esta função ajusta o programa de modo que o andamento sempre estará de acordo com o que ele tocou, ainda que variando o número de batidas por minuto a cada instante. Assim, podemos quantizar os tempos, localizar as notas nos compassos com rapidez e realizar as demais operações da edição MIDI.

Todos os usuários dos seqüenciadores MIDI sabem que uma de suas funções mais interessantes é a quantização ou quantize. Automaticamente, torna as pistas MIDI totalmente precisas no tempo, mesmo que tenham sido tocadas um pouco “frouxas”, digamos assim. Democrática, a utilíssima ferramenta de quantização faz soar bem tocadas aquelas pistas MIDI que, originalmente, não foram tão bem executadas assim. Com isso, o próprio compositor ou arranjador pode tocar e gravar as partes de seu arranjo, mesmo que ele não seja um exímio instrumentista.

Alguns acham que as partes quantizadas de uma música som muito “mecânicas” ou artificiais, quando na verdade é a dinâmica que executamos no instrumento, mesmo eletrônico, que dá a característica mais “humana” à música. Ninguém quer tocar fora do ritmo. O ‘suingue’ aparece na acentuação dinâmica, a cada toque, não na imprecisão rítmica.

Só que a quantização exige que toquemos junto com um metrônomo ou clique, que é gerado pelo próprio programa na hora de gravar. Assim, cada nota tocada já fica próxima de seu tempo real. Com isso, a quantização tem condições de aproximar cada nota tocada do seu tempo exato, tornando a execução perfeita quanto ao seu ritmo.

O problema é que nem todos os músicos estão dispostos a tocar com um clique. E aí, como quantizá-los? A historinha a seguir exemplifica bem a situação.

Um pianista clássico foi gravar sua composição de 42 minutos num estúdio MIDI. O produtor preparou a pista de gravação do seqüenciador, escolheu o canal MIDI, o som do teclado e o andamento da música com a quantidade exata de batidas por minuto (BPM) que seu cliente pediu. Assim que ele acionou Record, ouviu do cliente:

– Desligue esse metrônomo! Não consigo tocar ouvindo este clique!

Ele retrucou:

– O clique é necessário para localizar rapidamente qualquer compasso da música para fazer correções e também para quantizar o seu ritmo depois!

O pianista devolveu:

– Sei de tudo isto, mas só uso metrônomo para estudar, nunca para gravar!

E ouviu do produtor:

– Mas esta não é exatamente uma gravação, estamos seqüenciando um sampler com som de piano. Assim, poderemos ajustar seu ritmo depois, quantizar o seu piano para ele ficar bem preciso…

– Não importa, vamos sem metrônomo – cortou o pianista.

Em seguida, foi feita a gravação, ou melhor, o seqüenciamento da pista MIDI do piano.

Assim que terminou de tocar e o produtor teclou Stop, o pianista saiu-se com esta:

– Agora, me quantiza!

Não é piada, é uma história real, ocorrida no Rio de Janeiro. E o problema foi resolvido, graças ao comando “Fit improvisation” do Cakewalk. O material foi devidamente quantizado e, ainda por cima, foram corrigidas até a perfeição todas as variações de andamento, acelerando ou retardando o tempo, que o instrumentista involuntariamente executou.

Como usar o fit improvisation? A palavra fit significa ajustar ou adaptar. Forçar a barra. Digamos: se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha. Então, se o instrumentista não se adapta ao andamento do Cakewalk, o Cakewalk se adapta ao andamento do instrumentista! Vejamos, passo a passo, como fazer isto.

Primeiro, desligamos o metrônomo. Clicamos no menu <Options>, nos comandos <Project> e <Metronome> e desabilitamos a caixa <Recording>. Então, gravamos o instrumentista sem clique. Ele vai tocar livremente, sem se ater à pulsação do programa nem à contagem interna de tempos e compassos.

Em seguida, temos que gravar um clique com a mesma pulsação utilizada pelo músico numa outra pista MIDI. Tocamos uma única nota, batendo os tempos. O ideal é que o próprio músico toque, marcando o tempo que ele tinha em mente quando gravou a pista anterior. Afinal, este é um “tempo pessoal” daquele instrumentista. Ele deve gravar as batidas, sempre na mesma nota, incluindo um compasso em branco antes e outro depois da pista do piano. Às vezes, convém corrigir algumas dessas batidas na tela piano-roll, arrastando-as com o mouse para adiantar umas e atrasar outras. Não dá para bater os primeiros tempos, antes do piano começar a soar. Então, crie as primeiras batidas escrevendo-as com o mouse na tela piano-roll.

Agora, selecionamos esta segunda pista, a que contém as batidas, e acionamos no menu <Process> do Cakewalk SONAR (ou no menu <Edit> do Cakewalk Pro Audio) o comando <Fit improvisation>. O programa, então, ajusta cada tempo do seu contador interno ao tempo da música. Assim, mesmo que a cada instante mude o andamento da música, ora mais rápido, ora mais lento, todos os tempos do piano coincidirão com o tempo do programa.

A música, até aqui, permanece inalterada. O Cakewalk é que fica correndo atrás dela.

A pista do piano já pode ser quantizada, afinal ela agora sempre coincide com o novo tempo do Cakewalk. Quantizados, os acordes soarão bem precisos, embora o andamento ainda possa estar num vaivém, acelerando e retardando a toda hora.

Ajustando o andamento com a janela Tempo. Podemos, no entanto, fazer o andamento permanecer o mesmo, contínuo, ou desenhar variações de andamento como, por exemplo, um rallentando ao final da música. Para isso, usamos a janela Tempo, acionada através do menu <View> e do comando < Tempo>.

À primeira vista, temos um ziguezague, com o andamento se acelerando e retardando sucessivamente. Isso se deve ao uso do Fit improvisation, que fez o andamento ficar variando assim. Se apagarmos essas variações, passando com o mouse a ferramenta borracha sobre o gráfico dos tempos, ficaremos num andamento constante desde o início da música. Se quisermos, podemos agora desenhar variações no andamento.

Nunca é demais lembrar que todos esses procedimentos se aplicam a projetos que contenham, até então, somente pistas MIDI. Se realizarmos essas operações sobre pistas com áudio gravado, os resultados serão provavelmente desastrosos. Deixe para gravar as pistas de áudio depois de todas essas definições de andamento.

Sérgio Izecksohn (sergio@homestudio.com.br) é músico, produtor e professor-coordenador dos cursos do HomeStudio

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ESTE ARTIGO FOI COPIADO DE UMA VERSÃO ANTIGA, QUE SUPRIMIU ALGUNS DETALHES E FOTOS. QUEM DESEJAR  ESTES  DETALHES, PODE SOLICITAR POR E-MAIL QUE ENVIAREMOS ONLINE, INTEIRAMENTE FREE.

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Sempre procurei acompanhar os artigos de música. Até que deparei com esse artigo numa revista de música. Fiquei convencido que estava completamente por fora…

No Google, cliquei em HOMESTUDIO e fui parar no site do Sérgio Izecksohn. Não demorou muito e estava matriculado no curso fundamental. Aprendi muito e prossegui até saber montar o meu home studio.

O livro do Mário Simonsen, ENSAIOS ANALÍTICOS, e o de Oscar Abdounour,  MATEMÁTICA E MÚSICA, tornaram-se leitura obrigatória para mim. Simonsen era um grande amante da música, além de grande economista.

Abdounur é um grande cientista, amante da matemática aplicada à música, atualmente na Alemanha, Berlin.

Sérgio Izecksohn, que conheço sua fama de músico desde 1980, é  o impulsionador de seu Homestudio, universidade da música no Brasil.

 

 

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OS TAIS

Escolha pelo delator, pelo partido e/ou pelo estado para ver os políticos citados na delação.
A lista inclui todos os nomes citados, independentemente de suspeita de crime ou não

VEJA AS FOTOGRAFIAS EM SEGUIDA AOS NOMES !!!!!!!!!!!!!!!
FILTRAR LISTA:
Delatores
Alexandre Biselli
Alexandre José Lopes Barradas
Alexandrino de Salles Ramos de Alencar
André Vital Pessoa de Melo
Antônio Pessoa de Souza Couto
Antônio de Castro Almeida
Ariel Parente Costa
Arnaldo Cumplido de Souza e Silva
Augusto Roque Dias Fernandes Filho
Benedicto Barbosa da Silva Júnior
Carlos Armando Guedes Paschoal
Carlos Fernando Angeiras
Carlos José Fadigas de Souza Filho
Carlos José Vieira Machado da Cunha
Cláudio Melo Filho
César Ramos Rocha
Djean Vasconcelos Cruz
Emyr Diniz Costa Júnior
Emílio Alves Odebrecht
Fabiano Rodrigues Munhoz
Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis
Fábio Andreani Gandolfo
Guilherme Pamplona Paschoal
Henrique Pessoa Mendes Neto
Henrique Serrano do Prado Valladares
Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho
José de Carvalho Filho
João Antônio Pacífico Ferreira
João Borba Filho
João Carlos Mariz Nogueira
Leandro Andrade Azevedo
Luiz Antônio Bueno Júnior
Luiz Eduardo da Rocha Soares
Marcelo Bahia Odebrecht
Marcos Grillo
Marcos Vidigal do Amaral
Márcio Faria da Silva
Mário Amaro da Silveira
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Olívio Rodrigues Júnior
Paul Elie Altit
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Paulo Henyan Yue Cesena
Paulo Ricardo Baqueiro de Melo
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Eron Bezerra

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PT | RS

 

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Maria do Rosário

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Mario Negromonte

Mario Negromonte

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Moreira Franco

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Nelson Pellegrino

Nelson Pellegrino

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Oswaldo Borges da Costa Filho

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Paulinho da Força

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Paulo Bernardo

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Paulo Henrique Lustosa

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Pedro Paulo

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Renan Filho

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PMDB | AL

 

Ricardo Ferraço

Ricardo Ferraço

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Robinson Faria

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PSD | RN

 

Rodrigo de Holanda Menezes

Rodrigo de Holanda Menezes

Ex-candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romero Jucá

PMDB | RR

 

Rodrigo Garcia

Rodrigo Garcia

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DEM | SP

 

Rodrigo Maia

Rodrigo Maia

Presidente da Câmara

DEM | RJ

 

Romero Jucá

Romero Jucá

Senador

PMDB | RR

 

Rosalba Ciarlini

Rosalba Ciarlini

Prefeita de Mossoró (RN) e ex-governadora do Estado

PP | RN

 

Tião Viana

Tião Viana

Governador do Acre

PT | AC

 

Vado da Famárcia

Vado da Famárcia

Ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho (PE)

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Valdemar da Costa Neto

Valdemar da Costa Neto

Ex-deputado federal

PR | SP

 

Valdir Raupp

Valdir Raupp

Senador

PMDB | RO

 

Vander Loubet

Vander Loubet

Deputado federal

PT | MS

 

Vanessa Grazziotin

Vanessa Grazziotin

Senadora

PCdoB | AM

 

Vicente Cândido

Vicente Cândido

Deputado federal

PT | SP

 

Vicente Paulo da Silva

Vicente Paulo da Silva

Deputado federal

PT | SP

 

Vital do Rêgo Filho

Vital do Rêgo Filho

Ministro do Tribunal de Contas da União

PMDB | PB

 

Yeda Crusius

Yeda Crusius

Deputada federal

PSDB | RS

 

Zeca Dirceu

Zeca Dirceu

Deputado federal

PT | PR

 

Zeca do PT

Zeca do PT

Deputado federal

PT | MS

Créditos
Edição:
Clara Velasco, Rosanne D’Agostino e Thiago Reis (Conteúdo), Fabio Tito e Marcelo Brandt (Foto) e Rodrigo Cunha (Infografia)
Produção:
Ana Carolina Moreno, Ardilhes Moreira, Cauê Fabiano, César Soto, Darlan Alvarenga, Eduardo Pereira, Elida Oliveira, Felipe Grandin, Helton Simões Gomes, Juliana Cardilli, Luiza Tenente, Marina Franco, Marcelo Parreira, Mariana Lenharo, Mariana Mendicelli, Marina Gazzoni, Megui Donadoni, Pâmela Kotemani, Peter Fussy, Ricardo Gallo, Roney Domingos, Sávio Ladeira e Vanessa Fajardo
Colaboração:
G1 AC, G1 AL, G1 AM, G1 AP, G1 BA, G1 CE, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 MT, G1 MS, G1 MG, G1 Grande Minas, G1 Vales de Minas Gerais, G1 Triângulo Mineiro, G1 Centro-Oeste de MG, G1 Zona da Mata, G1 Sul de Minas, G1 PA, G1 Santarém, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 Caruaru e Região, G1 Petrolina, G1 PI, G1 RJ, G1 Norte Fluminense, G1 Região dos Lagos, G1 Região Serrana, G1 Sul do Rio e Costa Verde, G1 RN, G1 RS, G1 RO, G1 RR, G1 SC, G1 SP, G1 Sorocaba, G1 Itapetininga e Região, G1 Bauru e Marília, G1 Rio Preto e Araçatuba, G1 Campinas, G1 Piracicaba, G1 Ribeirão Preto e Franca, G1 São Carlos e Araraquara, G1 Mogi e Suzano, G1 Vale do Paraíba, G1 Santos, G1 Presidente Prudente, G1 SE e G1 TO
Design:
Karina Almeida, Roberta Jaworski, Juliane Monteiro, Igor Estrella e Alexandre Mauro
Desenvolvimento:
Rogério Banquieri e Antonio Lima
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Num certo país

Um militar assumiu o comando de um  certo país  (não vou dizer o nome…).

Em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram
somente 50.

Todos os outros (criminosos confessos) desapareceram – fugiram ou foram fuzilados.

Todo homem público (político, policial, etc.) ou corrupto fugiu ou foi fuzilado

(Existiam milhares de provas contra eles).

Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram
rápido do país.

Aquela multidão de drogados que ficavam dormindo nas ruas,
fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou
seriam fuzilados.

Tinha uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava
que o país estava com câncer e que a única solução era extirpá-lo.

Tipo, se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele
era um câncer para a nação.

No Brasil, depois de cerca de 21 anos de governo revolucionário, hoje o motorista de Marighella é ministro de um desgoverno desmoralizado, quem auxiliou a colocar a bomba no Aeroporto do Recife (Ibura) também é ministro, um amigo admirador de Lamarca é grande autoridade, o único condenado a morte  do período revolucionário foi a ministro e Genoíno, Dirceu e mais de 600 fdp são autoridades….

Voltando ao fio da meada, depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições diretas e se candidatou para presidente.

Venceu as eleições com 100% dos votos.

Hoje,  o paiz é um dos mais seguros de se morar. E
um dos mais desenvolvidos, e mais invejados do mundo.

Já no avião, a ficha de desembarque tem um “DEAD”
(morte) bem grande carimbado em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.

Com qualquer quantidade de cocaína encontrada, o sujeito ou
é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos
forçados.

Recentemente, um surfista brasileiro, tentou entrar em
lá com uma prancha de surf recheada de cocaína. Óbvio que ele traçou a sua própria morte.

E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para Lula interceder pelo filho, não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.

Nos hotéis, os “Guias da Cidade” tem uma página explicando que a polícia de Cingapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia  (isso porque na antiga Cingapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas eram estupradas e ou mortas).

O chiclete é proibido lá, pelo simples fato de que, se jogados no chão, sujam as calçadas da cidade. Distribuir panfletos, sem chances. Só em lojas e não devem ser entregues as pessoas, que, se os quiserem pega-os em uma gôndola ou suporte. Jogar no chão então… dá multa cara.

Ano retrasado, a secretária local de um amigo, que estava
fazendo um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde sua casa até o
trabalho.

Quando chegou no trabalho ligou a seta do carro para entrar
no prédio, a polícia deu-lhe sinal para que ela parasse.

Um dos policiais veio até a janela do seu carro e disse:
“Como a Sra. sabe, estamos fazendo uma campanha de civilidade no trânsito.
Multando os infratores e dando bônus a quem dirige corretamente. E a Sra., em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infração.  Parabéns! Aqui está um cheque de 100 dólares cingapurianos (equivalente a cerca de R$
128,00) e pediria para a Sra. assinar o recibo, por favor.

Sabem de uma coisa? Acho que vou me mandar para Singapura!

O BRASIL tem solução….. mas, atualmente, com toda a certeza, ficaria quase
despovoado e…

 

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MÚSICA – um e-book atual

O HOMESTUDIO – a escola de música ( de Sergio Izecksohn)

Copie (baixe) o e-book direto para o seu HD (computador) – VALE A PENA LER…

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CAMBADA DE FDP

Este veleiro é o “Tom Thumb” , de 22 pés de comprimento (LOA), projeto completo disponível em Bruce Roberts .

Ele parece maior devido ao gurupés e a prancha de popa. É veleiro de oceano. Fantástico.

Você construindo, sai pelo preço de um Fusca…

 

DE “DITADURA” E DE “TORTURADORES”

Aileda de Mattos Oliveira (8/3/2017)

31 de março de 1964. Uma distância temporal de cinquenta e três anos nos separa do “golpe” desfechado pelos militares e das “torturas” que passou a sofrer o povo brasileiro.

No recanto do lar, chamado “aparelho”, Dilma “Estela” distraía-se no papel de guerrilheira e assaltava bancos para fugir da monotonia das tardes ociosas. Ela e parceiros eram meros interpretantes de roteiros idealistas, coincidentemente representados lá fora.

Tudo ficção. Não matavam, não explodiam ninguém, não faziam “justiçamento”. O sequestro do embaixador americano foi apenas uma tomada de cena para filme da Metro. O assassinato do capitão americano, Charles Rodney Chandler, também uma encenação. Só que ele se surpreendeu com a participação forçada e saiu de cena ali mesmo, na frente da mulher e dos filhos. Da mesma forma, o Tenente Mendes Júnior se deu mal por não saber que o tema do filme era ‘Traição’.

A explosão que levou aos ares o soldado Mário Kozel Filho foi resultado de excesso de realismo dos jovens estudantes na interpretação dos seus papéis. O mesmo entusiasmo já havia detonado o Aeroporto de Guararapes. O problema é que os militares levavam muito a sério essas representações juvenis, por não terem senso de humor, devido à rígida disciplina da caserna.

Uma coisa não se pode negar: foram anos terríveis de “tortura” aqueles da “ditadura”!

Era tão intensa que afetou o raciocínio lógico pelos tempos afora. Como poderia escolher, justamente ele, Presidente Médici, Patrono de minha cadeira na Academia Brasileira de Defesa? Uma teoria, lida em algum lugar, afirmava ser possível a atração da pessoa torturada pelo torturador. Quem sabe se não foi o meu caso?

Esse mesmo “ditador”, de radiozinho de pilha ao ouvido, achou de ser também Patrono de minha Turma no CLMN, na ESG. Quanta coincidência! Nesse mesmo ano de 2010, despediram-se da AMAN os aspirantes, de que Turma? “Presidente Médici”, ora!

Mas Jobim, o então complexado “general”, nem se referiu a ele, estragando a festa alheia. A retirada indignada do convidado, Roberto Médici, filho do Presidente, fez-se imediata.

Foram tempos tão sombrios, que se podia sair à rua com joias; assistir à sessão da meia-noite nos cinemas da Cinelândia e da Tijuca. Depois, uma absurda passagem tranquila pela lanchonete próxima, antes do retorno a casa, lá pela madrugada. Era uma infâmia não sermos assaltados! Que decepção não haver gangues de “dimenores” e nem leis de proteção aos “coitadinhos”. Eram tempos sem “oprimidos”. Horríveis presidentes, aqueles!

São difíceis de resumir tantas torturas sociais e econômicas. Quer algo mais doloroso do que a criação do PIN (Programa de Integração Nacional) culpado pela construção da ponte sobre o Rio São Francisco, em Propriá-Colégio, ligando o Nordeste ao Centro-Sul? Inadmissível! E que dizer do PROVALE, programa especial para esse mesmo rio, hoje tão beneficiado pela lama planaltina que atingiu suas águas, transformando-o numa estrada de areia? Que ousadia, na época da “ditadura”, considerarem “rio da unidade nacional”!

Que dizer então do PRÓ-RURAL, proteção social ao homem do campo e do PRODOESTE, que expandiu as fronteiras agrícolas, se defender a pátria brasileira é vender aos estrangeiros as terras férteis, produtivas e as ricas em minerais? E para que retornar aos tempos tenebrosos da construção da hidroelétrica de Itaipu com enorme potencial hidráulico e energético que não se imaginava ainda?

Também não se imaginava que os grandes patriotas Lula e Dilma “Estela” (Olha ela aí!) concordassem em aumentar o valor pago pelo Brasil ao excedente que o Paraguai não consome. Isso, sim, é nacionalismo dos bons, e não o que fizeram ao País os “ditadores” militares.

Como vemos, Médici, em evidente abuso de autoridade, ia criando órgãos que beneficiavam a Nação. Desastroso isso! Mas ele não se detinha no seu “sanguinário” governo: outras “torturas” praticou e que deixaram marcas profundas na vida do contribuinte.

O FGTS, o PIS e o PASEP foram chicotadas nas costas do trabalhador. Como um “ditador” tinha o atrevimento de pensar no povo, coisa impensável na pauta dos atuais governantes democratas? Por que não se preocupou, apenas, em melhorar a vida de seu vigoroso grupo de “torturadores”, milicos truculentos? Até hoje o povo exibe as marcas dessa tortura infame ao continuar recebendo o rico dinheirinho desses desumanos fundos sociais lá na Caixa Econômica. Realmente, fomos muito torturados!

Médici foi o responsável, ainda, por aplicar graves atos de absolutismo na Educação. No seu destempero usual, criou a Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado), concedendo aos professores pesquisadores o direito à bolsa do CNPq ou da CAPES, mensalmente depositada nas suas contas. Não sei por que esses professores das Universidades públicas não vieram a público criticar com veemência tal violência no ensino superior! E que dizer da criação do MOBRAL? Um acinte!

Acrescente-se a esses atos de “sadismo” já citados, a dos outros “ditadores” militares, como a criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), ridiculamente eficiente e mais ridiculamente citada como modelo. E a construção da Ponte General Costa e Silva (Rio-Niterói)? É um absurdo ser bem-construída, sem desabar, sem superfaturamento. Isso é contra o bom senso, gente! Como puderam os brasileiros admitir tal abuso! Como ousaram tanto esses “ditadores” que não pagavam propinas aos engenheiros e as obras eram entregues no prazo? Impossível aceitar uma coisa dessas e ficar em silêncio!

Por essas razões expostas, cumprimento os militares de hoje, mesmo que não tenham sido os “torturadores” de ontem, desejando que venha nova “ditadura” militar e que os novos “torturadores” encham nossos ouvidos com os sons das pancadas das obras que levarão o Brasil ao topo novamente.

O 31 de março de 1964, queiram ou não os iconoclastas, faz parte da História cívico-político-militar, e não é um ébrio nem uma celerada e nem um engomadinho empertigado que apagarão o fato, os nomes dos protagonistas que puseram o Brasil em pé, com a cara ao vento.

(Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES)

 

 

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BRASIL

Meu candidato ao ‘Oscar’ dos milicos!

Entrada x
recebido de um colega da TURBRAN –  Gen Leite 07:08 (Há 1 hora)

Conheça um pouco da vida da caserna onde se ensina a amar o Brasil e a defendê-lo custe o que custar, até mesmo com o sacrifício da própria vida. Em que outra profissão existe algo igual?

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De: Antonio Mesquita
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2017 06:04
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Meu candidato ao ‘Oscar’ dos milicos!

 

 

Meu candidato ao ‘Oscar’ dos milicos!

Com um abraço.

Johnson.

 

Meu candidato ao ‘Oscar’ dos milicos!

O Exército divulgou em sua página do YouTube os finalistas do Festival de Filmes Militares 2016.

São dezesseis filmes, alguns excelentes, como o Peso da Guerra, de Alexandre Almeida.

O candidato do blog é esse aí embaixo. ‘Os primeiros dias de um Soldado’ consegue captar a essência da vida militar em seu nascedouro, em momentos que jamais serão apagados da memória dos jovens recrutas.

Belo trabalho da equipe do velho 14.

CLIQUE AÍ

Maozinha11

https://www.youtube.com/watch? v=KlhVE-IdDT4&list= PLnkYkTv4HbMby6MZ- ljCdOVE2WpT1blO-&index=11

 

 

 

 

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O Peso da Guerra

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Os primeiros dias de um Soldado

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