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BRASIL, ALEGRIA DE BANDIDOS

Artigo, Percival Puggina – Brasil, alegria de bandido

Quantos policiais deixariam de morrer todo ano se quem os matou estivesse onde deveria estar, atrás das grades de um presídio? Duvido que não tenham, todos, longo prontuário de ocorrências, intimações, prisões e condenações a certificar sua disposição de viver fora da lei. Ninguém inaugura sua vida criminosa matando policiais. Só que nenhum daqueles eventos teve o tratamento necessário para assegurar a proteção da sociedade. Com raras, raríssimas exceções, todos foram conduzidos, pelas instituições, de modo a favorecer o transgressor. Presídios brasileiros têm porta de vai e vem.

Convivem, aqui, altos índices de criminalidade e tolerância institucional para com os criminosos. Temos, aqui, progressistas que atrasam tudo. Indivíduos perigosos passeiam impunes por nossas ruas e estradas, vivendo de violações e gerando insegurança. Na longa lista de preceitos protetivos que o engenho humano possa conceber para livrar a pele de bandidos, nada há que nossa legislação, nossos ritos, usos e costumes não consagrem. Como escreveria Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, se vivos fossem, “Aqui, majestade, em se roubando ou matando, nada dá”.

E não dá nada mesmo. Às normas tolerantes, pusilânimes face ao crime, mas inclementes com a sociedade, muitos se juntam para tornar folgada a vida dos bandidos. Tudo fazem para que tais atividades não tragam sobressaltos, riscos e cárcere a quem escolher a vida criminosa. Entre outros, verdadeira multidão de legisladores, magistrados, professores de Direito, promotores, defensores, advogados, comunicadores, sociólogos, assistentes sociais, políticos e religiosos – corações moles como merengue da vovó – tagarelando sobre uma nova humanidade e uma nova sociedade, convergem esforços para obter esse efeito.

“Mas são pobres!”, dirá o leitor, penalizado, da dura situação de tais criminosos. Pobres? Pobre é aquele brasileiro, magro como a fome, pelo qual passei ainda há pouco na rua. Arquejava em seu labor de papeleiro, tracionando uma carroça pesada, com tanto papel e papelão que seu excesso lateral obstruía parte da outra pista. Aquele sim é pobre. Pobre e honesto ao ponto de trabalhar como “animal” de tração para não se corromper. Talvez seja também ignorante, mas é intelectualmente honesto como não são tantos que falam bonito em seu nome. E o abandonam com sua indecente carroça. Não me venham – por favor! – falar em pobreza, infância sofrida, de quem importa toneladas de maconha, rouba carga de caminhões, assalta bancos, explode carros-fortes e estoca munição pesada para lutar contra a sociedade. E não se peja de pôr mulher e filhos no carro para iludir a polícia.

No topo da luta por um direito penal folgazão, que não dê nada e não atrapalhe os negócios, estão os poderosos da corrupção ativa e passiva, custodiados por caríssimos advogados que operam num clube muito restrito de intimidade com a Corte. No topo da luta por um direito penal folgazão, camarada, bonachão, estão muitos membros do Congresso Nacional, que têm frêmitos de ódio e temor da Lava Jato e que se juntam a qualquer bandido se for para tirar Sérgio Moro da cena. Um fio de esperança que rompe o fio da decência. Esses não têm por hábito atirar na polícia, mas disparam as armas da injúria e da calúnia, assassinam reputações e têm responsabilidade direta sobre as leis penais e processuais que não mudam ou mudam para pior. No topo da luta estão os “garantistas” do STF, sustentando princípios que os bandidos invocam e a cuja sombra lavam seu dinheiro.

Postado por Polibio Braga 

 

SÁBADO, 20 DE JULHO DE 2019

Artigo, Alon Feuerwerker – Bolsonaro aposta na falta de união da oposição

Título original: A equação bolsonarista supõe ser impossível, ou no mínimo improvável, a união dos demais. E ele não está tão errado assim na suposição

Já está explícito que o objetivo do presidente Jair Bolsonaro é a reeleição. Dois obstáculos têm potencial para bloquear esse desfecho. Um importante é a economia. O projeto continuísta vai sofrer se o crescimento e o emprego não trouxerem novidades boas em dose suficiente. Mas, como mostra o exemplo argentino, mesmo um governo muito aquém na economia pode ser eleitoralmente competitivo, basta tornar impossível a união dos demais.

Há alguma idealização histórica sobre a frente ampla que, no final, promoveu a transição dos governos militares para a Nova República em 1984-85. Histórias oficiais têm um componente de embelezamento artificial. Quem olha as fotos das Diretas Já pode achar, erradamente, que aquela turma esteve sempre unida contra o regime de 1964. Engano. Boa parte ajudou a derrubar João Goulart, e só foi passando à oposição por falta de espaço político no lado vencedor.

E o processo levou vinte anos.

Quando o PT chegou ao segundo turno ano passado, parte da campanha petista acreditou ser quase natural retomar, agora contra Bolsonaro, aquela frente ampla de trinta e tantos anos antes. O investimento de tempo e energia teve retorno paupérrimo. Pois aderir à frente pró-Fernando Haddad implicava manter o PT no poder. Diante do custo, a esmagadora maioria das supostas forças democráticas preferiu a eleição de um entusiasta do regime militar.

É um erro primário olhar tais coisas pela lente da emoção e dos juízos morais. É só política.

Onde estão os maiores riscos políticos de Bolsonaro? Um é a possibilidade de o autonomeado centro liberal preferir a volta do PT à continuidade do bolsonarismo. A probabilidade de isso acontecer em prazo curto é a mesma que havia de vingar a Frente Ampla de Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda e João Goulart quando ficou claro o desejo continuísta dos vencedores de março/abril de 1964. Algo perto de zero.

Outro risco é a direita dita de centro, pulverizada nas urnas, recolher o apoio da esquerda, especialmente do PT, por uma alternativa de viés econômico bolsonarista atenuado e sem Bolsonaro. E com algumas concessões à pauta multiculturalista, identitária e ambiental. Não está no horizonte, pois implicaria concessões econômicas e políticas à esquerda, e o primeiro político dito de centro que as propusesse seria, na metáfora, guilhotinado em praça pública pela base.

Mas a esquerda poderia eventualmente apoiar um bolsonarismo sem Bolsonaro em troca de alívios pontuais, desde que estivesse totalmente esmagada no canto do ringue. Por enquanto não é o caso. Diferente do pós-64, a esquerda mantém poder nos estados e municípios. E o movimento sindical e popular de esquerda foi lipoaspirado mas preserva o esqueleto, e espaços bem razoáveis na esfera dos debates públicos.

E a Lava-Jato parece ter deixado para trás seu momento de glória consensual.

Ou seja, mantido o estado das variáveis, o mais provável é continuar a polarização nacional entre o bolsonarismo e a esquerda, com vagidos centristas aqui e ali. Pois conter o aparecimento de um competitivo direitismo maquiado de centrismo, e sem Bolsonaro, interessa a ambos. E o melhor caminho para tanto é um continuar escolhendo o outro como adversário principal. E esperar para decidir no mano a mano em 2022. Ou em 2026. Ou…

Esse é o racional da coisa. Mas nem sempre as decisões na política são racionais. E erros acontecem. Especialmente quando o poder opera no limite da radicalização, o que parece ser o caso. E, como frequentemente lembramos aqui, a coisa mais difícil de prever, e portando de se preparar para quando vier, é o imprevisível.

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ESTOU COM BOLSONARO !!!

OS MILITARES PASSARAM 21 ANOS COM A “FACA E O QUEIJO NA MÃO”. HOJE, O GEN HELENO CONFESSA QUE TEM VERGONHA DE GANHAR O QUE GANHA (menos de 19 mil reais enquanto um presidente de sindicato, GERALMENTE SEMI-ALFABETizado E comunista,ganha mai de 80 mil reais, roubando, etc.etc.). Bolsonaro tem 26 anos de vida política, além de sua experiência militar, paraquedista, tropa, educação física (calção preto), guerra na selva (CIGS). etc.etc. FIRMEZA DE CARÁTER, HONESTIDADE. Quem RECLAMOU  DE OBAMA, DE HILARY clinton, etc? DA INFLUÊNCIA DOS COMUNAS NOS EE.UU. e no MUNDO e, PRINCIPALMENTE, no BRASIL (FHC< LULA< DILMA, TEMER, E UM BANDO DE COMUNISTAS etc.etc.)? O motorista de Maighella no ministério foi DEMAIS. NINGUÉM RECLAMOU NADA. A ESCOLA NA BAHIA QUE MUDOU DE NOME!!! GENOÍNO NO MINISTÉRIO DO EB…, ZÉ CAROÇO CAGANDO REGRAS NA CABEÇA DOS generais…

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

17:47 (há 6 minutos)

PREZADOS COMPANHEIROS “DA LUTA”
O QUE BOLSONARO FAZ COM ESTA INDICAÇÃO DESCABIDA. NÃO ME LEVE A MAL, MAS É INJUSTIFICÁVEL.  EU ESPERAVA MUITO MAIS DO PRESIDENTE. ISTO SEM FALAR NO “ENTREGUISMO” SELVAGEM/DECLARADO QUE ESTÁ SENDO PROTAGONIZADO POR UM CAPITÃO DO MEU EXÉRCITO….
O MEU ABRAÇO,
PRRPAIVA
INF/AMAN/1969
 
Em qua, 17 de julho de 2019 às 15:27, …escreveu:
Prezado Chefe: concordo que não é a melhor indicação.  Mas, Embaixador, não é carreira diplomática,  nada tem a ver com Itamaraty e Instituto Rio Branco. Tem jurisprudência formada que para indicação política para cargos de primeiro escalão não há nepotismo. Ele é fluente em inglês e espanhol. Tem 35 anos. Foi o Deputado Federal mais votado em todos os tempos. É advogado formado. Ou seja: não é um zé mané. O Lula indicou a Dilma para Presidente. Ela não tinha sido nem Vereadora na caixa prego. Ninguém falou nada. Penso que a indicação não é a melhor, mas não tem nada de absurda.
Abs …
MINHA RESPOSTA
CARO 
POR QUE ENTÃO NÃO ACEITAR “PAISANOS”‘ NO MINISTÉRIO DA DEFESA? EU NÃO ACEITO. TENHO UMA FILHA DIPLOMATA COM 36 ANOS QUE, SE FIZESSE HOJE CONCURSO PARA ESCEME, PASSARIA COM TODA A CERTEZA  EMBAIXADOR É, SIM, CARREIRA DIPLOMÁTICA, TENDO TUDO A VER COM O PALÁCIO DO ITAMARATY E O INSTITUTO RIO BRANCO,  UMA CASA DO SABER QUE EXIGE, DOS CANDIDATOS, NADA MAIS NADA MENOS DO QUE UMA BATERIA DE EXAMES QUE DURA “5” MESES.
ENTENDO SEUS ARGUMENTOS, MAS, EM ABSOLUTO, NÃO ME CONVENCEM. BOLSONARO PODE ATÉ SER BEM INTENCIONADO MAS, INFELIZMENTE, É DE UMA BURRICE CANHESTRA E, O QUE É PIOR, COM ESSA NOMEAÇÃO NEPOTISTA, VAI ABRIR TOTALMENTE O FLANCO NA (AINDA NOSSA?!} AMAZÔNIA LEGAL…
AQUELE ABRAÇO,
CORONEL PAIVA
OUTRO CONTRAPONTO
Em qua, 17 de julho de 2019 às 16:15, … escreveu:
Prezado Chefe: está cheio de precedentes. Serra foi embaixador. Itamar Franco idem. Até o motorista do Marighela foi embaixador. Eu entendo seus argumentos, mas no meu entender não existe nenhum crime de lesa Pátria. Concordo que ele não é a melhor indicação.  Mas está na lei que a indicação é de quem venceu a eleição.  Quem venceu foi o Bolsonaro. 
Ele é um Capitão,  com os conhecimentos de um Capitão.  Meio atabalhoado, mas está indo. Vou confessar: até agora está melhor do que eu esperava. Votei nele, mas não tinha grandes expectativas…
Abs…
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PARA ALIVIAR TENSÕES…

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clemente sem clemência…

 

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clemente

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I P

dom, 30 de jun 22:17 (há 17 horas)

Acabou de falecer  Carlos Eugênio Sarnento Coelho da Paz (Clemente). Guerrilheiro no Araguaia escreveu dois livros e deu depoimentos nos quais foi explícito em dizer que na ocasião todos lutavam pela implantação do regime comunista e não contra uma ditadura com objetivos democráticos.
Citou o nome de alguns “desaparecidos” do Araguaia que foram justiçados por eles próprios e deu o nome de um que ele mesmo participou do seu fuzilamento.
Disse que apesar de ter mudado sua forma de pensar, não aceitaria (como não aceitou) a indenização do governo nem a pensão. Afirmou que se aceitasse seria desonesto porque não poderia negar seu passado.
A esquerda detesta ele e provavelmente nem citará a sua morte.
Atualmente era músico (!!!).

NOTA: ele não foi guerrilheiro do Araguaia… tinha medo de muriçoca.

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ESTE ARTIGO DEVE SER LIDO !

 

NINGUÉM É PROFESSOR DE TUDO

 

(por Ernesto Caruso)

 

A natureza humana é muito limitada. A vida, a terra, o mundo e até além da vida foram e são estudados e ensinados pelas ciências de forma compartimentada. Para a compreensão do todo se tenta dividi-lo em partes. Pouco se sabe em relação ao muito que se desconhece.

Medicina, Engenharia, Economia, etc geram os profissionais de cada área. Cada um aprofundando conhecimentos e especializações sem descuidar da visão periférica atinente ao convívio em sociedade. Os militares fazem parte, naturalmente, dessa História.

No Brasil, foi um segmento importante; contribuiu na formação da nacionalidade e para o desenho da fronteira do vasto território. No ensino foi parte do Berço fardado dos utores http://pt.wikipedia.org/wiki/Real_Academia_de_Artilharia,_Fortifica%C3%A7%C3%A3o_e_Desenho

Como os demais cursos superiores, o acesso às Academias Militares se faz através o vestibular e posteriormente mediante disputado concurso para os Cursos de Comando e Estado-Maior. A carreira se desenvolve nos níveis formação, especialização, mestrado e doutorado em Ciências Militares, integrado a profundo conteúdo atinente à Administração.

Não são cursos cuja ausência é tida como frequência, nem com as greves se é aprovado por compreensão.

Muita gente sabe disso, mas há os que desconhecem e pensam que militar só faz ordem unida.  Cada quartel é uma escola onde os soldados-alunos precisam manusear armamentos cada vez mais sofisticados.

Teoria e prática se associam na vida. Prêmio Nobel é para poucos, assim como a soberba não é medalha para muitos.

Pois é, foram os militares que venceram os comunistas empenhados na luta armada, mesmo os mais ilustrados, fanáticos estudiosos do marxismo.

Com apoio da estrutura vigente adaptada inteligentemente ao momento. Araguaia, Caparaó, Vale do Ribeira, aparelhos, etc. Chefes incompetentes, jovens seduzidos; comunistas derrotados.

Como escreve A. Sirkis em OS CARBONÁRIOS, também se interessa pelo marxismo, “Trotski, o Profeta Armado”, a injustiça social, livros e mais livros, “subtraindo sucessivamente às livrarias”. Faz crítica ao modelo soviético, cita a China, Cuba e o exemplo do Che. Lê Guerra de Guerrilhas do Che. Converte-se à causa vietcong.

E daí, juntos e misturados perderam a guerra, fugiram, mataram, se redimiram, estudaram o outro lado e repudiaram o comunismo.

Uns aprenderam, o renegaram, outros ainda ganharam uns trocados, tipo mega-sena, vivem e ainda tentam implantar os seus sonhos por meios pacíficos. Usam a democracia para dominar sem empreender a luta armada, o que não significa abandonar o uso da força e pressões de toda ordem e a expropriação sem precisar roubar o cofre. Assassinatos misteriosos, dossiês,…

Os terroristas foram vencidos em 1935-Intentona Comunista, em 1964 e em 1960/70. Por quem? Pelas Forças Armadas, oficiais, praças, policiais, com apoio da sociedade e dos governos estaduais, quando muitos civis foram vítimas inocentes do terrorismo vermelho.

No início da década de 1960, a Guerra Revolucionária estava em alta. Aprender e ensinar era preciso. Diversas fornadas viveram a guerra fria, o avanço comunista com a teoria do dominó a prosperar.

Não foram os militares que perderam a guerra da comunicação, foi a sociedade, a que chamam de “sociedade civil organizada” que assistiu e participou da desconstrução cultural e social, como lição bem feita da doutrina comunista. Ativistas vermelhos infiltrados em todos os segmentos a soldo do capital. Nas novelas as famílias se desorganizaram, a figura paterna era deformada embrutecida, ignorante. Família desestruturada. Culto ao trivial, drogas contaminando, overdose suicidando.

Nas estórias, o autoritarismo era a constante na autoridade. Velho, o retrógrado, o conservador. O novo era o revolucionário, avançado, progressista, moderno. Artistas embevecidos ajudaram a disseminar o uso do veneno que produz zumbis, na hoje, praças do craque. Drogados se fizeram heróis, overdose o meio. Filmes produzidos. Morte prematura, tudo muito natural…

Professores, a mairia comunistas, ajudaram a deformar criminosamente o jovem, hoje, mesmo os apartidários apanham na cara, levam tiro e surra dos pais inconformados. Foi-se o tempo que os alunos recebiam os mestres com reverência.

Célebre ficou o comentário de Roberto Marinho em resposta ao regime: “Cuida dos seus comunistas que eu cuido dos meus.”.

Os órgãos formadores de opinião foram dominados. Inocentes úteis, companheiros de viagem, luta armada, via pacífica eram linguagem comum nas instruções militares.

Na fase ARENA/MDB alianças e apoios eram feitos com o PC às escondidas, infiltração na administração pública, recrudescendo pós-Sarney (1985) no bojo dos compromissos na votação pelo Congresso em Tancredo Neves.

As Internacionais Comunistas ditavam as ordens. Antonio Gramsci nem era ouvido.

A Tchecoslováquia foi dominada sob a luz da democracia. Tomada do poder por infiltração, pressão de cúpula, pressão de base. O Brasil reviveu esses acontecimentos. De um lado Governo/Congresso/Judiciário, de outro MST, CUT, UNE, mídia cooptada.

A secessão continuava, invasões, reservas indígenas, quilombolas, cotas raciais… Corrupção, descrédito nas instituições. Desgraçado 6×5 no STF em prol dos bandidos no julgamento do mensalão.

Comissão da   inverdade apoiada por inocentes úteis ou gente filo comunista. Como compreender, incentivada por entidades religiosas, sabendo-se perseguidas onde se implantou o regime cruel. Incoerente fidelidade à doutrina cristã e à marxista-leninista.

  1. Agnelo Rossi estava presente nos funerais do Sd Mario Kozel Filho morto no atentado terrorista ao QG do então II Exército.

Dos ex-comunistas, alguns reconheceram os valores dos militares, escreveram, palestraram e repararam a injustiça pessoal. Mergulhados no obscurantismo vivido, remoem a derrota e destilam veneno contra quem os derrotou em combate. Vindita que não tem fim. As armas são outras. Palavras que tentam macular reputações.

As palavras do prof. Olavo de Carvalho em “Reparando uma injustiça pessoal”, na palestra no Clube Militar (31/03/1999) têm conotação diferente:

– “eu era militante do Partido Comunista e odiava os militares; eu os chamava de “gorilas.

– Hoje em dia, quando os esquerdistas estão no poder… já não estou ao lado deles e estou aqui falando para vocês.

– De lembrar aos senhores que minha vida pública começa em 1996, com o livro…

– Até aí a minha vida tinha sido muito modesta… dando minhas aulinhas e escrevendo uns livros de Filosofia que ninguém lia.

– … eu também fui seduzido, eu também achei maravilhoso me imaginar o grande justiceiro… aos dezessete anos…

– Qual era o crime dos militares? Eles eram a direta… o mal

– foi revirando livros e documentos, fazendo entrevistas… que me dei contas dessas coisas

– eu vim a me preocupar em 1996, o Gen Castelo Branco se preocupou em 1963: dá para medir o tamanho da minha sonolência, da minha burrice, da minha idiotice?

– Dá para vocês medirem o estado de hipnose em que vivi durante todos esses anos entre 1964 e 1996, para um dia acordar e ver que este homem já havia percebido tudo isso trinta e três anos antes?

– Foi isto que aconteceu em 1964… Foi absolutamente genial. Não é qualquer um que desmonta uma bomba desse tamanho…

– Qual o regime… plano econômico que conseguiu retirar da miséria… 50 milhões de pessoas no prazo de uma geração.

– Nós fizemos. Que coisa irônica. Estou atribuindo a mim as obras e as glórias daqueles a quem eu abominava e chamava de gorilas.

– Quê posso fazer agora? … posso dizer algumas coisas boas àquelas pessoas que participaram desses acontecimentos… Não adianta chegar hipocritamente e pedir desculpas. Não se envergonhem da sua obra… Não permitam que nenhum hipócrita… venha se fazer de seu fiscal.”

 

Isto posto, a comparar visões pessoais sobre o mesmo interregno histórico é o mínimo diante da dissonância entre sujeitos do governo Bolsonaro que se agridem nos verbos e predicados.

 

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BOLSONARO NÃO SE INTIMIDARÁ !

Ninguém é professor de tudo

 

Ernesto Caruso

 

A natureza humana é muito limitada. A vida, a terra, o mundo e até além da vida foram e são estudados e ensinados pelas ciências de forma compartimentada. Para a compreensão do todo se tenta dividi-lo em partes. Pouco se sabe em relação ao muito que se desconhece.

Medicina, Engenharia, Economia, etc geram os profissionais de cada área. Cada um aprofundando conhecimentos e especializações sem descuidar da visão periférica atinente ao convívio em sociedade. Os militares fazem parte dessa História.

No Brasil, foi um segmento importante; contribuiu na formação da nacionalidade e para o desenho da fronteira do vasto território. No ensino foi parte do Berço fardado dos doutores http://pt.wikipedia.org/wiki/Real_Academia_de_Artilharia,_Fortifica%C3%A7%C3%A3o_e_Desenho

Como os demais cursos superiores, o acesso às Academias Militares se faz através o vestibular e posteriormente mediante disputado concurso para os Cursos de Comando e Estado-Maior. A carreira se desenvolve nos níveis formação, especialização, mestrado e doutorado em Ciências Militares, integrado a profundo conteúdo atinente à Administração.

Não são cursos cuja ausência é tida como frequência, nem com as greves se é aprovado por compreensão.

Muita gente sabe disso, mas há os que desconhecem e pensam que militar só faz ordem unida.  Cada quartel é uma escola onde os soldados-alunos precisam manusear armamentos cada vez mais sofisticados.

Teoria e prática se associam na vida. Prêmio Nobel é para poucos, assim como a soberba não é medalha para muitos.

Pois é, foram os militares que venceram os comunistas empenhados na luta armada, mesmo os mais ilustrados, estudiosos do marxismo.

Com apoio da estrutura vigente adaptada inteligentemente ao momento. Araguaia, Caparaó, Vale do Ribeira, aparelhos, etc. Chefes incompetentes, jovens seduzidos; comunistas derrotados.

Como escreve A. Sirkis em OS CARBONÁRIOS, também se interessa pelo marxismo, “Trotski, o Profeta Armado”, a injustiça social, livros e mais livros, “subtraindo sucessivamente às livrarias”. Faz crítica ao modelo soviético, cita a China, Cuba e o exemplo do Che. Lê Guerra de Guerrilhas do Che. Converte-se à causa vietcong.

E daí, juntos e misturados perderam a guerra, fugiram, mataram, se redimiram, estudaram o outro lado e repudiaram o comunismo.

Uns aprenderam, o renegaram, outros ainda ganharam uns trocados, tipo mega-sena, vivem e ainda tentam implantar os seus sonhos por meios pacíficos. Usam a democracia para dominar sem empreender a luta armada, o que não significa abandonar o uso da força e pressões de toda ordem e a expropriação sem precisar roubar o cofre. Assassinatos misteriosos, dossiês,…

Os terroristas foram vencidos em 1935-Intentona Comunista, em 1964 e em 1960/70. Por quem? Pelas Forças Armadas, oficiais, praças, policiais, com apoio da sociedade e dos governos estaduais, quando muitos civis foram vítimas inocentes do terrorismo vermelho.

No início da década de 1960, a Guerra Revolucionária estava em alta. Aprender e ensinar era preciso. Diversas fornadas viveram a guerra fria, o avanço comunista com a teoria do dominó a prosperar.

Não foram os militares que perderam a guerra da comunicação, foi a sociedade, a que chamam de “sociedade civil organizada” que assistiu e participou da desconstrução cultural e social, como lição bem feita da doutrina comunista. Ativistas vermelhos infiltrados em todos os segmentos a soldo do capital. Nas novelas as famílias se desorganizaram, a figura paterna era deformada embrutecida, ignorante. Família desestruturada. Culto ao trivial, drogas contaminando, overdose suicidando.

Nas estórias, o autoritarismo era a constante na autoridade. Velho, o retrógrado, o conservador. O novo era o revolucionário, avançado, progressista, moderno. Artistas embevecidos ajudaram a disseminar o uso do veneno que produz zumbis, na hoje, praças do craque. Drogados se fizeram heróis, overdose o meio. Filmes produzidos. Morte prematura, tudo muito natural…

Professores comunistas ajudaram a deformar o jovem, hoje, mesmo os apartidários apanham na cara, levam tiro e surra dos pais inconformados. Foi-se o tempo que os alunos recebiam os mestres com reverência.

Célebre ficou o comentário de Roberto Marinho em resposta ao regime: “Cuida dos seus comunistas que eu cuido dos meus.”.

Os órgãos formadores de opinião foram dominados. Inocentes úteis, companheiros de viagem, luta armada, via pacífica eram linguagem comum nas instruções militares.

Na fase ARENA/MDB alianças e apoios eram feitos com o PC às escondidas, infiltração na administração pública, recrudescendo pós-Sarney (1985) no bojo dos compromissos na votação pelo Congresso em Tancredo Neves.

As Internacionais Comunistas ditavam as ordens. Antonio Gramsci nem era ouvido.

A Tchecoslováquia foi dominada sob a luz da democracia. Tomada do poder por infiltração, pressão de cúpula, pressão de base. O Brasil reviveu esses acontecimentos. De um lado Governo/Congresso/Judiciário, de outro MST, CUT, UNE, mídia cooptada.

A secessão continuava, invasões, reservas indígenas, quilombolas, cotas raciais… Corrupção, descrédito nas instituições. Desgraçado 6×5 no STF em prol dos bandidos no julgamento do mensalão.

Comissão da   inverdade apoiada por inocentes úteis ou gente filo comunista. Como compreender, incentivada por entidades religiosas, sabendo-se perseguidas onde se implantou o regime cruel. Incoerente fidelidade à doutrina cristã e à marxista-leninista.

D. Agnelo Rossi estava presente nos funerais do Sd Mario Kozel Filho morto no atentado terrorista ao QG do então II Exército.

Dos ex-comunistas, alguns reconheceram os valores dos militares, escreveram, palestraram e repararam a injustiça pessoal. Mergulhados no obscurantismo vivido, remoem a derrota e destilam veneno contra quem os derrotou em combate. Vindita que não tem fim. As armas são outras. Palavras que tentam macular reputações.

As palavras do prof. Olavo de Carvalho em “Reparando uma injustiça pessoal”, na palestra no Clube Militar (31/03/1999) têm conotação diferente:

– “eu era militante do Partido Comunista e odiava os militares; eu os chamava de “gorilas.

– Hoje em dia, quando os esquerdistas estão no poder… já não estou ao lado deles e estou aqui falando para vocês.

– De lembrar aos senhores que minha vida pública começa em 1996, com o livro…

– Até aí a minha vida tinha sido muito modesta… dando minhas aulinhas e escrevendo uns livros de Filosofia que ninguém lia.

– … eu também fui seduzido, eu também achei maravilhoso me imaginar o grande justiceiro… aos dezessete anos…

– Qual era o crime dos militares? Eles eram a direta… o mal

– foi revirando livros e documentos, fazendo entrevistas… que me dei contas dessas coisas

– eu vim a me preocupar em 1996, o Gen Castelo Branco se preocupou em 1963: dá para medir o tamanho da minha sonolência, da minha burrice, da minha idiotice?

– Dá para vocês medirem o estado de hipnose em que vivi durante todos esses anos entre 1964 e 1996, para um dia acordar e ver que este homem já havia percebido tudo isso trinta e três anos antes?

– Foi isto que aconteceu em 1964… Foi absolutamente genial. Não é qualquer um que desmonta uma bomba desse tamanho…

– Qual o regime… plano econômico que conseguiu retirar da miséria… 50 milhões de pessoas no prazo de uma geração.

– Nós fizemos. Que coisa irônica. Estou atribuindo a mim as obras e as glórias daqueles a quem eu abominava e chamava de gorilas.

– Quê posso fazer agora? … posso dizer algumas coisas boas àquelas pessoas que participaram desses acontecimentos… Não adianta chegar hipocritamente e pedir desculpas. Não se envergonhem da sua obra… Não permitam que nenhum hipócrita… venha se fazer de seu fiscal.”

 

Isto posto, a comparar visões pessoais sobre o mesmo interregno histórico é o mínimo diante da dissonância entre sujeitos do governo Bolsonaro que se agridem nos verbos e predicados.

De um lado, o vice-presidente e de outro os filhos do presidente. Parece ataque preliminar face ao próximo, nem tão próximo, pleito eleitoral.

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