AOS QUE NÃO VIVERAM O 31 DE MARÇO DE 1964

Carlos Alberto Brilhante Ustra e esposa Joseíta

sexta-feira, 31 de março de 2017

Aos Que Não Viveram a Contra-Revolução de 31 de Março de 1964

 (cloque na foto, para abrir o texto)
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Texto de 2004, do saudoso Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra
No dia 31 de março próximo faz 40 anos que foi deposto o Presidente da República, João Goulart.
Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de 1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de 1964.
Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo.
Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais, rádios, TV e partidos políticos:
– que os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas; 
– que para combater os “generais que usurparam o poder” os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela “redemocratização” do país;
– que os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o comunismo instalado no Brasil; 
– que jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.
Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo soviético, cubano ou chinês no Brasil.
Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o seu intento. Vocês que não viveram essa época acreditam piamente no que eles dizem e se revoltam contra os militares.
Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.
Em março de 1964 eu era Capitão e comandava uma bateria de canhões anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de Janeiro.
A maioria dos oficiais que servia no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à Contra-Revolução.
Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.
Isto tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas reformas de base à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de um ato de força, em fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares “legalistas”.
Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar, vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:
– depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro “A esquerda Armada no Brasil” – “muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor, desde 1955“. “Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do Partido Comunista“.
– Jacob Gorender – do PCBR, escreveu no seu livro “Combate nas Trevas“: “Nos primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse“.
Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do Brasil, Tribuna da Imprensa,Diário de Notícias, etc… Todos eram unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em nome da manutenção da democracia.Apelavam para o bom senso dos militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se tornasse mais uma nação comunista.
Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos ao se antecipar ao golpe de Jango. 
Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem e evitar o caos. Nós não tínhamos que defender o governo; tínhamos que defender a nação.
O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo João Goulart, antes que fosse tarde demais.
E, assim, aconteceu em 31/03/1964 a nossa Contra-Revolução.
Os jornais da época (Estado de São Paulo, O Globo,Jornal do Brasil; Tribuna da Imprensa e outros)publicaram, nos dias 31/03/64 e nos dias seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.
Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fratricida, pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em 1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do Araguaia já estava escolhida pelo PCdoB para implantar a guerrilha rural.
Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se organizando? Julião já treinava as suas Ligas Camponesas nessa época, que eram muito semelhantes ao MST de hoje. Só que sem a organização, o preparo, os recursos, a formação de quadros e a violenta doutrinação marxista dos atuais integrantes do MST.
E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas.
Então, começou a luta armada.
Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler; sequestros de embaixadores estrangeiros no Brasil .
A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis e a policiais aconteciam com freqüência.
Nessa época, eles introduziram no Brasil a maneira de roubar dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje. Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.
As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam, sozinhas, impor a lei e a ordem.
Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitrário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.
Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais, criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de Informações (DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o Exército selecionou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos. Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens da Exército.
Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37 anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano de 1970, fui chamado ao gabinete do Comandante do II Exército, General José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: “Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com dignidade“.
A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças freqüentemente.
Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.
Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do nosso Exército trabalhasse tranqüilo e em paz.
Apreendemos em “aparelhos” os estatutos de praticamente todas as organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de um regime comunista em nosso país.
Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.
Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal Militar. Então, nós passamos a ser os “torturadores”. 
Hoje, como participar de sequestros, de assaltos e de atos de terrorismo passou a contar pontos positivos para os seus currículos eles, posando de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações. Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus “torturadores” e somos os verdadeiros perseguidos políticos. As vítimas do terrorismo até hoje não foram indenizadas. 
O Brasil com toda a sua população e com todo seu tamanho teve, até agora, 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas, 43 eram civis que estavam em seus locais de trabalho (estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados); 34 policiais militares; 12 guardas de segurança; 8 militares do Exército; 3 agentes da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2 militares da Aeronáutica; 1 major do Exército da Alemanha; 1 capitão do Exército dos Estados Unidos; 1 marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.
A mídia fala sempre em “anos de chumbo”, luta sangrenta, noticiando inclusive que, só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto oGrupo Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos.
Na Argentina as mortes ultrapassaram 30.000 pessoas; no Chile foram mais de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo. Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem 1/3 do seu território dominado pelas FARC.
Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos. Por que essa disparidade?
Porque no Brasil dotamos o país de leis que permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.
No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser alcançada de outras formas.
Já se declarou, inclusive, que: “a ação militar naquele período não foi institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi uma ação paralela”.
Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens, estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .
Mas as coisas não se passavam assim. Nós que fomos mandados para a frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam, também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão responsáveis como nós.
Acontece que o nosso Exército há muito tempo não era empregado em ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.
Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos. Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos bandidos. Como escrevi em meu livro “Rompendo o Silêncio“, terrorismo não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, como aconteceu com os nossos vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.
Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se ao fato de que era preciso manter a ordem no país.
Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de brasileiros teriam sido fuzilados no “paredón” (em Miami em fevereiro, foi inaugurado por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da ditadura de Fidel Castro).
Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo voto popular e esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de 40 anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos.
O autor (1932-2015), Coronel do Exército, foi
 Comandante do DOI/CODI/ II Ex;
 Instrutor Chefe do Curso de Operações da Escola Nacional de Informações

 e Chefe da Seção de Operações do CIE

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Lula – o santo sertanejo (como definiria Ocridio da Cunha)

CLIQUE AQUÍ na foto do autor para abrir o texto: *

As 14 falas mais absurdas do depoimento de Lula a Sergio Moro

 

*com a colaboração de Ivanildo Terceiro

Cerca de um ano e dois meses se passaram desde que o ex-presidente Lula foi levado ao aeroporto de Congonhas para dar seu primeiro depoimento à Operação Lava Jato. De lá para cá, a operação avançou, com as duas maiores empreiteiras do país – OAS e Odebrecht – fechando seus acordos de delação premiada e o ex-presidente Lula sendo indiciado nada menos do que cinco vezes. Ontem, pela primeira vez, Lula prestou esclarecimentos ao juiz do caso, Sérgio Moro.

Em jogo, duas versões sobre um apartamento triplex localizado no Guarujá, responsável pelo primeiro indiciamento de Lula.

Para o Ministério Público, a OAS investiu R$ 1,2 milhão para reformar o imóvel, no mesmo prédio em que Lula havia adquirido um apartamento menor, no intuito de entregá-lo ao ex-presidente como parte do pagamento de propina por contratos e licitações vencidas pela empresa. Iniciadas em agosto de 2014, as obras contaram com a supervisão da esposa do ex-presidente. Antes que fossem concluídas, porém, o caso foi descoberto pela imprensa e o casal acabou desistindo do apartamento.

Na versão do ex-presidente, ele visitou o imóvel e encontrou inúmeros defeitos, tomando a decisão de não ficar com o apartamento, ainda que não comunicasse o fato à empreiteira. Agradecida pela consultoria, a empreiteira teria investido R$ 1,2 milhão na tal reforma, com o intuito de vender o apartamento posteriormente. Por que, após a reformar o imóvel, a empreiteira decidiu não mais colocá-lo à venda, tendo em vista que supostamente não havia dono? Eis o começo do mistério que ronda o caso.

As desventuras imobiliárias da família Silva são apenas o começo da história. Léo Pinheiro, presidente da OAS, alega ter participado da reforma de um sítio em Atibaia, além de ter colaborado com o manutenção do acervo que o ex-presidente levou na mudança quando deixou o cargo.

Nenhum dos mimos da empreiteira entrou em jogo, como a defesa fez questão de deixar claro. O depoimento, que durou cinco horas (três delas para realização de perguntas por parte do juiz Sérgio Moro e as demais para perguntas do Ministério Público), foi marcado por momentos memoráveis e debates acalorados, muitas vezes beirando a bizarrice.

A íntegra está aqui:

Mas nós facilitamos o jogo para você. Abaixo, seus 13 momentos mais absurdos.

1. Quando Lula constatou que alguém que rouba tanto só pode ser muito esperto.

Ex-diretor de serviços da Petrobras, Pedro Barusco é engenheiro, mas acima de tudo, um grande investidor. Desviou, segundo ele próprio, US$ 100 milhões da empresa ao longo de oito anos.

Em 2015, após fechar seu acordo de delação, Barusco topou devolver os mesmos US$ 100 milhões. Entre altos e baixos da moeda americana, o que se sabe é que, na pior das hipóteses, a jogada lhe rendeu um bom ganho ao permitir escapar da inflação brasileira no período.

Para o ex-presidente Lula, o que chama a atenção é o volume de recursos, mas não apenas isso.

Ao descobrir que Barusco devolveu quase R$ 300 milhões, Lula respondeu:

“Quanto? Roubou muito. Um ladrão assim deve ser tão esperto que só sabe (sic) se for delatado”.

Justamente.

2. Quando Lula decidiu mudar a versão da história de um minuto pro outro.

“Dona Marisa não gostava de praia.”

A constatação do ex-presidente Lula sobre o que pode ter motivado a desistência do imóvel no Guarujá chama a atenção. Segundo ele, não faltaram motivos para não ficar com o tal “triplex Minha Casa, Minha Vida”. Era um imóvel pequeno, de 215m², inadequado para um velho. Ainda por cima, em frente a uma praia, coisa que Marisa não gostava e Lula não podia frequentar por ser uma figura pública.

O que chama a atenção, porém, é uma pequena mudança nos fatos: em março de 2016, ao depor para a Polícia Federal, o ex-presidente afirmou que a decisão de não ficar com o imóvel havia sido dele e comunicada ao presidente da OAS. No último depoimento, ao juiz Sérgio Moro, a versão foi atualizada: Marisa, a esposa do ex-presidente, falecida recentemente, é quem teria desistido do apartamento. Segundo ele, Dona Marisa não gostava de praia. Lula não sabia da decisão final, pois, segundo o próprio, mulheres são assim, não contam tudo ao marido.

3. Léo Pinheiro, presidente de empreiteira e corretor de imóveis nas horas vagas.

Presidente de um grupo que chegou a faturar R$ 6,7 bilhões em 2014, José Aldemário Pinheiro, conhecido como Léo Pinheiro, pode parecer um homem ocupado com os diversos negócios em que a OAS tem participação – como aeroportos, rodovias e diversas obras pelo país. Na prática, porém, o CEO do grupo é um perfeccionista, cuidando dos mínimos detalhes do seu império.

Para o ex-presidente Lula, Léo atacava de corretor nas horas vagas. O executivo compareceu ao escritório do Instituto Lula com um intuito simples: convencer Lula e dona Marisa a visitarem o prédio novamente e comprarem a cobertura, um dos dois apartamentos ainda disponíveis.

Para Lula, no entanto, o imóvel era inadequado e sobretudo pequeno. Cerca de 215m² para uma família com cinco filhos e oito netos. Algo como três “Minha Casa, Minha Vida” empilhados.

4. O momento em que Lula decidiu gravar seu programa eleitoral.

Encarar três horas de depoimento não é uma tarefa fácil. Em meio a discussões sobre o triplex, o juiz Sérgio Moro buscou expandir o campo de perguntas em certos momentos, envolvendo o sítio em Atibaia ou outros mimos dados pela construtora OAS.

Para o ex-presidente, porém, o momento também era para falar a respeito de si mesmo.

O que acabou gerando um aviso do juiz Sérgio Moro:

“Presidente, só para esclarecer: não sei quanto tempo vai durar o pronunciamento, mas não é para fazer um apanhado do que [o senhor] fez no seu governo, não é programa eleitoral.”

5. Quando Lula disse que, se mentir, esperava que um ônibus atropelasse ele.

“Se um dia eu tiver que mentir, prefiro que um ônibus me atropele”

A frase taxativa do ex-presidente demonstra a confiança de quem, segundo ele mesmo, passou a vida inteira sem desviar-se da verdade.

Como a internet não perdoa, nunca é demais lembrar que mentir sobre estatísticas já foi motivo de orgulho para Lula, como ele fez questão de lembrar em um encontro com blogueiros em 2014.

Lula: “Eu mentia mesmo, falava números que não existiam.”

6. Quando Lula acusou Moro de ser responsável por 600 milhões de desempregados.

207,8 milhões. Essa é e exata população do Brasil. Desse total, segundo o IBGE, 13,5 milhões estão nesse momento desempregados, considerando todas as profissões possíveis desempenhadas no território nacional.

Não para Lula. Ao questionar Sérgio Moro sobre o papel da Lava Jato na economia nacional, o ex-presidente foi taxativo:

“O senhor se sente responsável por 600 milhões de pessoas que já perderam o emprego no setor de óleo, gás e construção civil?”

O valor corresponde a três vezes a população brasileira.

7. Quando Lula disse que esperava ver documentos provando que ele é dono de um apartamento que é acusado de ocultar.

Ocultação de patrimônio é o nome formal da principal acusação que pesa sobre o ex-presidente. Na prática, significa dizer que Lula omitiu da justiça ser dono de um determinado bem e, com isso, sonegou os impostos devidos, por exemplo.

Para Lula, só seria possível provarem que ele escondeu o imóvel no dia em que encontrarem uma assinatura ou algo que provasse que o imóvel era de fato dele. Na prática, se encontrassem uma maneira de descobrir que ele omitiu, mas não omitiu.

Faz sentido? Nenhum, mas quem se importa?

8. Quando Lula disse que não tinha influência no PT.

Lula também revelou em seu interrogatório que o tempo em que era o mandachuva do Partido dos Trabalhadores (PT) ficou no passado. Saiu do governo e, segundo o próprio, “Eu não tenho nenhuma influência no PT, eu tenho influência na sociedade”.

Foi sem poder de mando algum que Lula impôs Fernando HaddadAlexandre Padilha, respectivamente, como os candidatos do partido aos governos da maior cidade e do maior estado do país. Para arregimentar apoio ao primeiro, chegou a posar para fotos com Paulo Maluf.

Ex-presidente do Corinthians e hoje deputado pelo PT, Andrés Sanchez utilizou os serviços do pouco influente Lula para destravar a construção do Itaquerão. A obra parou e “O Lula foi importante. […] Os próprios dutos da Petrobras, eu fui duas vezes lá e não me atendiam. Eu disse ‘chefe’, e virou o que virou, é o que a gente estava falando.”

A influência do principal líder do PT dentro do PT definitivamente era inexistente. Se em 2014, o partido abandonou seu principal aliado para fazer dobradinhas no Maranhão com a família Sarney – procurando quitar uma dívida de gratidão de Luiz Inácio com José, foi porque Lula não mandava no partido.

9. Quando Lula disse que político não pode ser julgado pelo Código Penal, mas “pelo povo”.

O foro privilegiado parece pouco para Lula. Durante seu falatório, o ex-presidente deixou claro que políticos não devem ser julgado pelas leis, como quaisquer outros cidadãos: “Um político não é julgado pelo Código Penal. Um político é julgado pelo povo. E eu já fui várias vezes julgado pelo povo”.

Seguindo as diretrizes do pensamento lulista, Paulo Maluf, José Sarney, Renan Calheiros, ACM, Jader Barbalho e até Michel Temer estão absolvidos.

10. A inacreditável explicação sobre o documento encontrado no apartamento.

Apesar de Lula negar veementemente qualquer relação com o triplex, um documento comprometedor foi apreendido dentro do apartamento em que mora na cidade de São Bernardo do Campo. Ao cumprir um mandado de busca e apreensão, a Polícia Federal encontrou um termo de adesão com a Bancoop datado de 1/1/2004, concernente à aquisição de uma cota relativa de um apartamento unidade duplex e três dormitórios no edifício em Guarujá de número 164-A, que após a transferência para a OAS se transformou no triplex 174-A.

Inquerido se “teria alguma explicação para esse documento ter sido apreendido no seu apartamento”, Lula respondeu:

“Não sei. Talvez quem acusa saiba como foi parar lá.”

11. Quando Lula ficou na dúvida sobre as amizades alheias.

Moro: “Por que o senhor pediu ao Vaccari que falasse com o Duque?”

Lula: “Porque o Vaccari tinha mais relação de amizade com ele”.

Moro: “Então o senhor tinha conhecimento de que o Vaccari tinha relação de amizade com o Duque?”

Lula: “Não sei se tinha relação de amizade.”

O diálogo surrealista marca o trecho no qual Lula afirma que teria pedido ao ex-tesoureiro do PT para marcar uma reunião com o ex-diretor de serviços da Petrobras, indicado pelo próprio Lula. Por que o ex-presidente precisava que um tesoureiro intermediasse a reunião? Porque eram amigos… ou não.

Na conversa de Lula com Duque, o tema foi quente. Lula queria saber se era verdade este papo de que ele tinha contas no exterior.

“A pergunta que eu fiz para o Duque foi simples: ‘Tem matéria nos jornais, tem denúncias de que você tem dinheiro no exterior, está pegando da Petrobras’. Eu falei: ‘Você tem conta no exterior?’ Ele falou: ‘Não tenho’. Eu falei: ‘Acabou’. Se não tem, não mentiu para mim. Mentiu para ele mesmo”, disse Lula.

12. Quando Lula afirmou que a OAS esqueceu que ele era cliente da empreiteira.

A OAS parecia ter uma relação de amor e ódio com o casal da Lula da Silva. Em um momento estava mandando o seu presidente sair da Bahia e se deslocar até o Guarujá apenas para vender um único imóvel. No outro, simplesmente esqueciam de convidar os seus principais clientes para a assembleia mais importante do Edifício Solaris.

De acordo com Lula, uma explicação coerente e razoável para ele – diferentemente de todos os outros cooperados da Bancoop – poder ter optado pelo dinheiro ou pelo apartamento apenas após o prédio ficar pronto e o imóvel sofrer reformas milionárias, é que “A Dona Marisa pode não ter recebido o convite para participar da Assembleia” ocorrida em 2009. Sim, a OAS esqueceu que o casal presidencial era seu cliente.

13. Quando o Ministério Público distorceu o espaço tempo.

No longínquo ano de 2010, o jornal “O Globo” informou ao mundo que Lula havia comprado um triplex no Guarujá da Bancoop. A reportagem contava a história das vítimas da cooperativa, que se sentiam lesadas por terem pagado por apartamentos que nunca foram concluídos, como era o caso do então presidente.

Perguntado, Lula nem ao menos piscou para dizer que a reportagem é uma invenção do Ministério Público. Confrontado com o fato de que em 2010 não havia nem processo, Luiz Inácio se limitou a responder: — Sei lá quando, fazer ilação se faz em qualquer momento.

Ao que tudo indica, os procuradores da Lava-Jato compraram uma máquina do tempo, voltaram para 2010, foram à redação d’O Globo, plantaram a notícia e ainda conseguiram fazer a Presidência da República confirmar que Lula era proprietário de um imóvel no prédio. Um massacre contra a alma mais honesta deste país.

14. Foi sem querer querendo…

A partir de 2h50min, Moro questiona Lula sobre a ameaça de palanque de que ele “mandaria prender” os agentes da Lava Jato.

Lula: “foi só força de expressão?”

Moro: “E o senhor acha adequado usar esse tipo de expressão? O senhor vai mandar prender os agentes públicos?”

Foi sem querer querendo.

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ELON LAGES LIMA – CIENTISTA BRASILEIRO

 

 

 
Cientista Elon Lages Lima

ifmbb@terra.com.br

07:27 (Há 1 hora)

 
Turma.
O Diário de Pernambuco (jornal mais antigo da América Latina, lembrança equivalente ao orgulhoso chavão “Pernambuco falando para o mundo” quando inaugurada a Rádio Jornal do Comércio; simples manias de grandeza da gente) publica hoje o falecimento do grande matemático alagoano Elon Lages Lima, no Rio. Coroado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada – IMPA, 40 livros publicados, premiado (Prêmio Jabuti de Ciências Exatas), Mestre e Doutor pela Universidade de Chicago, introduziu a tese do espaço topológico, hoje ideia avançada e fundamental para a pesquisa na área.
O Boletim Escolar nº 67, de 18/3/1947 (que publicou nosso ingresso na EPF) matriculou na 1ª Companhia, com o nº 229, o Aluno Elon Lages Lima, logo destacado na disputa de primeiro da Turma com o nº 275 Helênio Furtado do Amaral (eles dois e mais o Guilherme Fonseca de Oliveira). A “briga” seguia acirrada quando, no 2º Ano, fomos surpreendidos (e consternados) pela leitura de um Boletim expulsando da EPF o 229: fora flagrado dando trote num “bicho” (novato, calouro). Elon era um querido companheiro, cordato, sorridente, boa praça na acepção da palavra. O seu jeito simples conquistara todos nós!
Talvez por isso, ele sendo destaque, o Comando da Escola o puniu, tipo “servir de exemplo”, posto que o trote havia sido proibido recentemente.
Aos 87 vividos em glória o 229 deixa um rastro luminoso nessas saudades! Especialmente para nós (Teixeira, Clidenor, Jaborandy, Nova da Costa, Portela, Barroso, Macêdo, Távora, Carneiro Leão, Diógenes, Vilarinho, Leite, Cavalcanti, José Renato, Licio, Mário Sérgio, Murilo, Parahyba, Pedro, Renato, Cleômenes, Magalhães, Monte, Sá Peixoto, Amaral, Rocha e Valdir) alegra-se a lembrança de tê-lo, o 229, o brilhante Elon Lage Lima, tido ao lado, jovem, promissor, pesquisador incondicional da Matemática Pura e de saudades. Puras também!
Abraço grande.

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FHC – O REI DA PILANTRAGEM

FHC – o Rei da pilantragem

Ipojuca Pontes

 

Fernando Henrique Cardoso – o FHC – grudou como visgo de jaca na vida política brasileira. Não sei se vale a pena levantar o seu histórico de   falsas espertezas, pois elas são por demais conhecidas e encontram-se fartamente registradas nos anais tupiniquins. Em todo caso, vamos lá.

Há quem assegure que Mário de Andrade, ao escrever “Macunaíma”, prodigiosa expressão do sem-caráter que diz uma coisa e faz outra, teve como modelo tipos que nem FHC. De fato, tal qual o personagem do escritor modernista, o vosso venerável “Bico-doce” (em fase de beatificação), na hora da verdade, apela rápido para negaças vexatórias, meias-verdades e floreios verbais.

(É celebre o caso em que, em hora crítica, apanhado numa contradição em torno da sua furada “teoria da dependência” – que lhe deu hora e vez no serpentário do esquerdismo tropical –, deixou cair a ficha: “Esqueçam o que escrevi” – coisa que, depois, garantiu nunca ter dito).

Na sua ourivesaria verbal, FHC se gaba de ter estudado Marx (charlatão da mais-valia) e de seguir os métodos e conceitos de Antonio Gramsci, Il Gobbo, fanático comunista italiano que pregava a destruição do sistema capitalista via implementação do “Estado regulado” (mais Estado para controle dos políticos) que ainda hoje leva à ejaculação precoce a patota da USP. Vale assinalar que FHC, grafomaníaco que se acredita superior ao “homem comum”, é tipo que carece de ideias próprias: vive  navegando em cima de especulações marxistas de segunda ordem (como as levantadas, por exemplo, pelos modernosos Manuel Castells, Alain Touraine et caterva). Recentemente, FHC lançou mais um  livro, “A Soma do Resto”, título copiado da obra de Henri Lefevbre “La somme et le reste”, publicada na França há décadas.

Seu badalado “Dependência e desenvolvimento na América Latina” (em parceria com Enzo Fa1etto) não passa de pretensioso patuá sociológico (falsa ciência) em torno de como superar a pobreza nos países periféricos pela vereda do socialismo, um exercício de futurologia que, de resto, o próprio autor tratou de esquecer quase meio século após sua publicação).

Penso que FHC, pavão implume, foi sempre um político sequioso de poder e glória, travando batalhas diuturnas para permanecer sob os holofotes de uma mídia, salvo exceções, amestrada. Por uma manchete ele faz qualquer negócio. Nos últimos tempos, investe na charla da descriminalização da droga, o que lhe rende livre curso na mídia festiva.

A escalada política de FHC tem lances pitorescos. Suplente de senador por São Paulo tendo Lula (falso operário) como cabo eleitoral, FHC assumiu,  por golpe de sorte, em 1983, o mandato de senador, pois Franco Montoro, ao ser eleito governador, renunciou a função e abriu a vaga no senado. Antes, o sociólogo da USP viveu autoexílio (com Mercedes-Benz e tudo mais) em Santiago do Chile e, em seguida, Paris, “sem a menor necessidade”, segundo Hélio Fernandes, “visto que os milicos de 64  jamais consideraram a hipótese de prendê-lo”. De fato, não havia razão: seu receituário teórico era tão estéril quanto a soma de três desertos.

Em 1985, correndo atrás do poder,  FHC candidatou-se à prefeitura de São Paulo. Na sua arrogância de ente superior, subestimou o candidato Jânio Quadros, a quem avaliava, erradamente, com o pé na cova,

Assim, um dia antes da eleição    convocou a imprensa para deixar-se fotografar aboletado na cadeira de prefeito. No ato, deitou uma baba de quiabo sem-fim. Perdeu a disputa. Resultado: Jânio, ao tomar posse, chamou a imprensa e, com um tubo  de inseticida em mãos, tripudiou: – “Gostaria que os senhores testemunhassem que estou desinfetando esta poltrona porque nádegas indevidas a usaram”.

Na vida política de FHC, onde  apertar, sai carnegão. Ele esta por trás de mazelas como a CPMF; a reeleição presidencial (em troca da qual foi denunciado por compra do voto parlamentar que lhe rendeu o segundo mandato); a armação do  PROER, o sinistro Programa de Estímulo e Reestruturação do Sistema Financeiro (que livrou a cara do Banco Nacional do contraparente Magalhães Pinto, responsável pelo calote de US$ 6 bilhões aos cofres da Viúva); e a venda das ações da Vale do Rio Doce a preço de banana ao especulador George Soros, narcofinanciador de entidades que promovem o aborto, a legalização do consumo de drogas e a expansão  globalista (entre elas, a Inter-American Dialogue, na qual milita FHC).

Ontem, acusado de ter recebido da corrupta Odebrecht “vantagens indevidas” para suas campanhas presidenciais, FHC entrou na Lista Fachin.

Retornaremos ao assunto.

 

 

 

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MÚSICA: TESOUROS ESCONDIDOS

Tesouros escondidos

Sérgio Izecksohn

Os arquivos “CAL” permanecem, há anos, discretamente guardados dentro do Cakewalk Pro Audio ou SONAR, mas poucos conhecem a sua riqueza e o seu poder.

Conheça, aqui, o mapa dos tesouros.

Existem algumas ferramentas formidáveis, mas pouco conhecidas, nos seqüenciadores MIDI da família Cakewalk, o Pro Audio e o SONAR. Algumas delas estão nos arquivos “CAL”, iniciais de Cakewalk Advanced Language. Esta linguagem ‘de macros’ exige alto conhecimento de programação, ou seja, é inacessível aos pobres mortais como nós. Porém, alguns arquivos programados na linguagem CAL, incluídos em todas as versões desses programas, são facílimos de usar e podem resolver problemas muito sérios. Especialmente dois desses arquivos, chamados “Split Channel to Tracks.cal” e “Split Note to Tracks.cal”, são verdadeiros tesouros para um arranjador.

Os arquivos CAL são acessíveis, no SONAR, pelo menu Process… na opção Run CAL… buscando, se for preciso, a pasta “Sample Content”. No velho Pro Audio, o menu é Edit… e o resto do caminho é o mesmo, mas a pasta se chama “Cakewalk”. Quase todos os arquivos CAL ali encontrados são de utilidade discutível, como macros para montar acordes a partir de uma nota. Porém, os dois arquivos “splits” citados são muito úteis para todos os usuários.

Separando canais MIDI. O primeiro arquivo se chama “Split Channel to Tracks.cal” e serve para separar canais MIDI em diferentes pistas. Às vezes, um arquivo MIDI, como uma música seqüenciada baixada da internet, vem com uma única pista que contém todos os canais MIDI utilizados, do piano à bateria. Embora cada evento MIDI (notas etc.) esteja associado a um canal, todos vêm guardados na mesma pista. Como fazer para editar o baixo ou o piano, separados uns dos outros?

O procedimento consiste em recortar todos os eventos relativos ao canal 1 e colá-los em outra pista, depois recortar todos os eventos do canal 2 e colá-los noutra pista e assim por diante, até termos tantas pistas quanto canais MIDI utilizados naquele arranjo musical. Daí pra frente, teremos a pista do piano, a pista do baixo, a pista da bateria e as outras, já que cada canal ganhou sua própria pista, em vez de uma pista única com as notas de todos os canais.

Para não termos que recortar as notas e outros eventos de cada canal MIDI e colá-los nas pistas subseqüentes, a Cakewalk criou este arquivo, que realiza todas as tarefas por nós. “Split channel to tracks” significa “separar os canais pelas pistas”. Ele é realmente muito fácil de operar. Com uma música aberta que contenha numa mesma pista vários canais MIDI, primeiro nós selecionamos a pista. Em seguida, clicamos em “Process…” ou “Edit…”, de acordo com a versão, e depois “Run CAL…” e seguimos o caminho citado acima. Selecionamos o arquivo “Split Channel to Tracks.cal” e clicamos em “Abrir”. O programa pergunta qual será a primeira pista de destino, aquela onde ele vai acondicionar as notas e outros eventos do primeiro canal MIDI utilizado no arranjo. Escolha o número da pista e clique em OK. Aguarde alguns instantes e o programa criará as novas pistas, cada uma com o conteúdo associado a um diferente canal MIDI. É a nossa vez de brincar à vontade com cada pista em separado, mudar timbres, oitavas e copiar pistas ou trechos delas para aproveitar nesse e em outros arranjos.

Separando as notas pelas pistas.
Antes de apresentar o arquivo “Split Note to Tracks.cal”, é preciso um esclarecimento. A Música também tem sua teoria e suas convenções. Uma delas reza que a nota DO3 é o DO central do teclado do piano. Fica, então, estabelecido que o primeiro DO de um teclado de cinco oitavas é o DO1, como sempre se convencionou. Por exemplo, em diversos padrões de bateria MIDI a nota DO1 aciona o bumbo, RE1 aciona a caixa e FA#1 toca o contratempo fechado. (É verdade que a Roland fala em DO2, RE2 e FA#2, respectivamente, mas a Cakewalk, por incrível que pareça, chama essas mesmas notas de DO3, RE3 e FA#3, e essa espantosa divergência entre as duas empresas só prova que ambas estão erradas!). Não importa que a Cakewalk chame o DO central de DO5, aqui para nós ele será sempre o DO3. Como tem sido chamado pelos músicos há séculos!

Uma única pista seqüenciada de bateria pode conter muitos “instrumentos” diferentes. Cada um desses instrumentos é acionado por uma diferente nota MIDI. Muitas vezes precisamos editar cada instrumento em separado, para dosar sua dinâmica através do controle de velocity ou para endereçá-lo para outras portas ou canais MIDI, entre outros procedimentos. Com vários tambores tocados ao mesmo tempo numa mesma pista, fica difícil executar essas ações. O ideal é ter um instrumento registrado em cada pista.

Para separar as peças da bateria, pista por pista, depois de seqüenciadas, teríamos que realizar uma verdadeira operação de guerra. Confira: na pista da bateria, abrimos a tela piano-roll, selecionamos todos os toques na nota DO1 e os recortamos e colamos numa nova pista, endereçando-a para uma porta e um canal MIDI. Esta seria, por exemplo, a nova pista do bumbo. Voltamos à pista da bateria e selecionamos todos os toques na nota DO#1 e os recortamos e colamos numa terceira pista, endereçando-a também para uma porta e um canal MIDI. Poderia ser a pista do aro da caixa. Em seguida, voltamos à pista da bateria e selecionamos todos os toques na nota RE1 e os recortamos e colamos numa quarta pista, da caixa… Provavelmente, já teríamos desistido, a esta altura.

O arquivo “Split Note to Tracks.cal” separa as notas pelas pistas. Para cada nota MIDI utilizada, ele cria uma pista. Na prática, cria uma pista para cada tambor, prato ou outro instrumento de percussão, já que cada peça da bateria é acionada por uma diferente nota.

Acione este arquivo chegando a ele pelo mesmo caminho citado acima para os demais comandos “CAL”. Após selecionar “Split Note to Tracks.cal”, clique em OK. Uma janela se abre e pergunta qual a pista de origem. Indique o número da pista da bateria e clique em OK. Outra janela pergunta qual será a primeira pista de destino. Escolha o número e dê OK. Responda quais serão as portas e os canais MIDI das novas pistas de bateria. Clique em OK e aguarde. Em instantes, aparecerão tantas pistas quantos tambores, pratos e demais percussões que tenham sido usados no arranjo.

Repare que o contratempo, também chamado de hihat ou ‘chimbal’, soa diferente quando tocado aberto, fechado ou com o pedal. Usam-se três notas MIDI para representar estes três principais timbres do contratempo. É comum o uso do FA#1 para o contratempo fechado, do SOL#1 para o pedal fechando o contratempo e do LA#1 para o contratempo aberto. Neste caso, é natural que o “split” crie três pistas para o contratempo. Se preferir, você pode fundi-las novamente, arrastando o conteúdo de uma sobre a outra e misturando os conteúdos. Ou trabalhar com as três pistas, mesmo.

Renomeando as pistas.
Uma vez separadas as pistas dos diversos instrumentos, convém escrever seus nomes para não desperdiçarmos tempo e atenção durante o trabalho. As pistas criadas pelo comando “Split Note to Tracks.cal” vêm com nomes como “Split Note C1”, “Split Note F#4” etc. As criadas pelo arquivo “Split Channel to Tracks.cal” são batizadas automaticamente como “Split Chan 1”, “Split Chan 2” e assim por diante. Escrevemos, na área denominada Name, nomes como “Baixo”, “Piano”, “Bumbo”, “Caixa”, “Crash” e “Contratempo aberto” em cada uma das pistas para rápida identificação posterior de cada uma delas.

Podemos separar pelas pistas as notas MIDI de todo tipo de instrumento de percussão ou de qualquer programa de sampler em que timbres diferentes ocupam notas diferentes.

Uma vez separadas as pistas, podemos agora editar cada uma delas, escolher canais ou portas MIDI diferentes para misturar peças de diferentes baterias, gravar o áudio de cada peça numa pista separada, solando uma a uma das pistas MIDI e gravando o seu áudio. Enfim, podemos editar e mixar, um a um, os diversos instrumentos do arranjo, como num grande estúdio.

Sérgio Izecksohn (sergio@homestudio.com.br) é músico, produtor e professor-coordenador dos cursos do Home Studio

Mais tesouros escondidos: “fit improvisation

Sérgio Izecksohn

Os seqüenciadores MIDI da Cakewalk, como o SONAR e o velho Pro Audio, trazem um recurso muito pouco conhecido que é uma ferramenta fantástica, muito útil e poderosa. Adapta o tempo do programa a qualquer interpretação instrumental, por mais livre que seja o tempo executado pelo instrumentista. Seu nome, fit improvisation, pode ser traduzido como “ajuste da improvisação”.

Mesmo que o músico toque sem se apoiar nos tempos de um “clique” ou metrônomo, esta função ajusta o programa de modo que o andamento sempre estará de acordo com o que ele tocou, ainda que variando o número de batidas por minuto a cada instante. Assim, podemos quantizar os tempos, localizar as notas nos compassos com rapidez e realizar as demais operações da edição MIDI.

Todos os usuários dos seqüenciadores MIDI sabem que uma de suas funções mais interessantes é a quantização ou quantize. Automaticamente, torna as pistas MIDI totalmente precisas no tempo, mesmo que tenham sido tocadas um pouco “frouxas”, digamos assim. Democrática, a utilíssima ferramenta de quantização faz soar bem tocadas aquelas pistas MIDI que, originalmente, não foram tão bem executadas assim. Com isso, o próprio compositor ou arranjador pode tocar e gravar as partes de seu arranjo, mesmo que ele não seja um exímio instrumentista.

Alguns acham que as partes quantizadas de uma música som muito “mecânicas” ou artificiais, quando na verdade é a dinâmica que executamos no instrumento, mesmo eletrônico, que dá a característica mais “humana” à música. Ninguém quer tocar fora do ritmo. O ‘suingue’ aparece na acentuação dinâmica, a cada toque, não na imprecisão rítmica.

Só que a quantização exige que toquemos junto com um metrônomo ou clique, que é gerado pelo próprio programa na hora de gravar. Assim, cada nota tocada já fica próxima de seu tempo real. Com isso, a quantização tem condições de aproximar cada nota tocada do seu tempo exato, tornando a execução perfeita quanto ao seu ritmo.

O problema é que nem todos os músicos estão dispostos a tocar com um clique. E aí, como quantizá-los? A historinha a seguir exemplifica bem a situação.

Um pianista clássico foi gravar sua composição de 42 minutos num estúdio MIDI. O produtor preparou a pista de gravação do seqüenciador, escolheu o canal MIDI, o som do teclado e o andamento da música com a quantidade exata de batidas por minuto (BPM) que seu cliente pediu. Assim que ele acionou Record, ouviu do cliente:

– Desligue esse metrônomo! Não consigo tocar ouvindo este clique!

Ele retrucou:

– O clique é necessário para localizar rapidamente qualquer compasso da música para fazer correções e também para quantizar o seu ritmo depois!

O pianista devolveu:

– Sei de tudo isto, mas só uso metrônomo para estudar, nunca para gravar!

E ouviu do produtor:

– Mas esta não é exatamente uma gravação, estamos seqüenciando um sampler com som de piano. Assim, poderemos ajustar seu ritmo depois, quantizar o seu piano para ele ficar bem preciso…

– Não importa, vamos sem metrônomo – cortou o pianista.

Em seguida, foi feita a gravação, ou melhor, o seqüenciamento da pista MIDI do piano.

Assim que terminou de tocar e o produtor teclou Stop, o pianista saiu-se com esta:

– Agora, me quantiza!

Não é piada, é uma história real, ocorrida no Rio de Janeiro. E o problema foi resolvido, graças ao comando “Fit improvisation” do Cakewalk. O material foi devidamente quantizado e, ainda por cima, foram corrigidas até a perfeição todas as variações de andamento, acelerando ou retardando o tempo, que o instrumentista involuntariamente executou.

Como usar o fit improvisation? A palavra fit significa ajustar ou adaptar. Forçar a barra. Digamos: se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha. Então, se o instrumentista não se adapta ao andamento do Cakewalk, o Cakewalk se adapta ao andamento do instrumentista! Vejamos, passo a passo, como fazer isto.

Primeiro, desligamos o metrônomo. Clicamos no menu <Options>, nos comandos <Project> e <Metronome> e desabilitamos a caixa <Recording>. Então, gravamos o instrumentista sem clique. Ele vai tocar livremente, sem se ater à pulsação do programa nem à contagem interna de tempos e compassos.

Em seguida, temos que gravar um clique com a mesma pulsação utilizada pelo músico numa outra pista MIDI. Tocamos uma única nota, batendo os tempos. O ideal é que o próprio músico toque, marcando o tempo que ele tinha em mente quando gravou a pista anterior. Afinal, este é um “tempo pessoal” daquele instrumentista. Ele deve gravar as batidas, sempre na mesma nota, incluindo um compasso em branco antes e outro depois da pista do piano. Às vezes, convém corrigir algumas dessas batidas na tela piano-roll, arrastando-as com o mouse para adiantar umas e atrasar outras. Não dá para bater os primeiros tempos, antes do piano começar a soar. Então, crie as primeiras batidas escrevendo-as com o mouse na tela piano-roll.

Agora, selecionamos esta segunda pista, a que contém as batidas, e acionamos no menu <Process> do Cakewalk SONAR (ou no menu <Edit> do Cakewalk Pro Audio) o comando <Fit improvisation>. O programa, então, ajusta cada tempo do seu contador interno ao tempo da música. Assim, mesmo que a cada instante mude o andamento da música, ora mais rápido, ora mais lento, todos os tempos do piano coincidirão com o tempo do programa.

A música, até aqui, permanece inalterada. O Cakewalk é que fica correndo atrás dela.

A pista do piano já pode ser quantizada, afinal ela agora sempre coincide com o novo tempo do Cakewalk. Quantizados, os acordes soarão bem precisos, embora o andamento ainda possa estar num vaivém, acelerando e retardando a toda hora.

Ajustando o andamento com a janela Tempo. Podemos, no entanto, fazer o andamento permanecer o mesmo, contínuo, ou desenhar variações de andamento como, por exemplo, um rallentando ao final da música. Para isso, usamos a janela Tempo, acionada através do menu <View> e do comando < Tempo>.

À primeira vista, temos um ziguezague, com o andamento se acelerando e retardando sucessivamente. Isso se deve ao uso do Fit improvisation, que fez o andamento ficar variando assim. Se apagarmos essas variações, passando com o mouse a ferramenta borracha sobre o gráfico dos tempos, ficaremos num andamento constante desde o início da música. Se quisermos, podemos agora desenhar variações no andamento.

Nunca é demais lembrar que todos esses procedimentos se aplicam a projetos que contenham, até então, somente pistas MIDI. Se realizarmos essas operações sobre pistas com áudio gravado, os resultados serão provavelmente desastrosos. Deixe para gravar as pistas de áudio depois de todas essas definições de andamento.

Sérgio Izecksohn (sergio@homestudio.com.br) é músico, produtor e professor-coordenador dos cursos do HomeStudio

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ESTE ARTIGO FOI COPIADO DE UMA VERSÃO ANTIGA, QUE SUPRIMIU ALGUNS DETALHES E FOTOS. QUEM DESEJAR  ESTES  DETALHES, PODE SOLICITAR POR E-MAIL QUE ENVIAREMOS ONLINE, INTEIRAMENTE FREE.

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Sempre procurei acompanhar os artigos de música. Até que deparei com esse artigo numa revista de música. Fiquei convencido que estava completamente por fora…

No Google, cliquei em HOMESTUDIO e fui parar no site do Sérgio Izecksohn. Não demorou muito e estava matriculado no curso fundamental. Aprendi muito e prossegui até saber montar o meu home studio.

O livro do Mário Simonsen, ENSAIOS ANALÍTICOS, e o de Oscar Abdounour,  MATEMÁTICA E MÚSICA, tornaram-se leitura obrigatória para mim. Simonsen era um grande amante da música, além de grande economista.

Abdounur é um grande cientista, amante da matemática aplicada à música, atualmente na Alemanha, Berlin.

Sérgio Izecksohn, que conheço sua fama de músico desde 1980, é  o impulsionador de seu Homestudio, universidade da música no Brasil.

 

 

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OS TAIS

Escolha pelo delator, pelo partido e/ou pelo estado para ver os políticos citados na delação.
A lista inclui todos os nomes citados, independentemente de suspeita de crime ou não

VEJA AS FOTOGRAFIAS EM SEGUIDA AOS NOMES !!!!!!!!!!!!!!!
FILTRAR LISTA:
Delatores
Alexandre Biselli
Alexandre José Lopes Barradas
Alexandrino de Salles Ramos de Alencar
André Vital Pessoa de Melo
Antônio Pessoa de Souza Couto
Antônio de Castro Almeida
Ariel Parente Costa
Arnaldo Cumplido de Souza e Silva
Augusto Roque Dias Fernandes Filho
Benedicto Barbosa da Silva Júnior
Carlos Armando Guedes Paschoal
Carlos Fernando Angeiras
Carlos José Fadigas de Souza Filho
Carlos José Vieira Machado da Cunha
Cláudio Melo Filho
César Ramos Rocha
Djean Vasconcelos Cruz
Emyr Diniz Costa Júnior
Emílio Alves Odebrecht
Fabiano Rodrigues Munhoz
Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis
Fábio Andreani Gandolfo
Guilherme Pamplona Paschoal
Henrique Pessoa Mendes Neto
Henrique Serrano do Prado Valladares
Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho
José de Carvalho Filho
João Antônio Pacífico Ferreira
João Borba Filho
João Carlos Mariz Nogueira
Leandro Andrade Azevedo
Luiz Antônio Bueno Júnior
Luiz Eduardo da Rocha Soares
Marcelo Bahia Odebrecht
Marcos Grillo
Marcos Vidigal do Amaral
Márcio Faria da Silva
Mário Amaro da Silveira
Newton de Azevedo Lima
Olívio Rodrigues Júnior
Paul Elie Altit
Paulo Falcão Correa Lima Filho
Paulo Henyan Yue Cesena
Paulo Ricardo Baqueiro de Melo
Paulo Roberto Welzel
Pedro Augusto Carneiro Leão Neto
Pedro Augusto Ribeiro Novis
Raymundo Santos Filho
Renato Amaury Medeiros
Ricardo Roth Ferraz de Oliveira
Roberto Cumplido
Rodrigo Melo
Rogério Santos de Araújo
Sérgio Luiz Neves
Valter Luís Arruda Lana
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Antonio Anastasia

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Betinho Gomes

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Décio Lima

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Dimas Fabiano Toledo Jr

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Eduardo Braga

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Eduardo Paes

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Edvaldo Pereira de Brito

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Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

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Eron Bezerra

Eron Bezerra

Ex-deputado, marido da senadora Vanessa Grazziotin

PCdoB | AM

 

Eunício Oliveira

Eunício Oliveira

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PMDB | CE

 

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Fábio Faria

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Fernando Bezerra Coelho

Fernando Bezerra Coelho

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Fernando Collor

Fernando Collor

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Gilberto Kassab

Gilberto Kassab

Ministro da Ciência e Tecnologia

PSD | SP

 

Guido Mantega

Guido Mantega

Ex-ministro da Fazenda e do Planejamento

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Helder Barbalho

Helder Barbalho

Ministro da Integração Nacional

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Heráclito Fortes

Heráclito Fortes

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Humberto Costa

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Humberto Kasper

Humberto Kasper

Ex-presidente da Trensurb

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Ivo Cassol

Ivo Cassol

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João Bacelar

João Bacelar

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PR | BA

 

João Carlos Gonçalves Ribeiro

João Carlos Gonçalves Ribeiro

Ex-secretário de Planejamento do governo de Rondônia

PDT | RO

 

João Paulo Papa

João Paulo Papa

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Jorge Viana

Jorge Viana

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José Carlos Aleluia

José Carlos Aleluia

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DEM | BA

 

José Dirceu

José Dirceu

Ex-ministro da Casa Civil

PT | SP

 

José Feliciano

José Feliciano

Vereador em Cabo de Santo Agostinho (PE)

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José Reinaldo

José Reinaldo

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PSB | MA

 

José Serra

José Serra

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PSDB | SP

 

Júlio Lopes

Júlio Lopes

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Jutahy Júnior

Jutahy Júnior

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Kátia Abreu

Kátia Abreu

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Lídice da Mata

Lídice da Mata

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Lindbergh Farias

Lindbergh Farias

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Lúcio Vieira Lima

Lúcio Vieira Lima

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Maguito Vilela

Maguito Vilela

Ex-senador e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia

PMDB | GO

 

Marco Arildo Prates da Cunha

Marco Arildo Prates da Cunha

Ex-presidente da Trensurb

PT | RS

 

Marco Maia

Marco Maia

Deputado federal

PT | RS

 

Marcos Antônio Pereira

Marcos Antônio Pereira

Ministro do Comércio Exterior e Serviços

PRB | ES

 

Maria do Rosário

Maria do Rosário

Deputada federal

PT | RS

 

Mario Negromonte

Mario Negromonte

Deputado federal

PP | BA

 

Milton Monti

Milton Monti

Deputado federal

PR | SP

 

Moreira Franco

Moreira Franco

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República

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Napoleão Bernardes

Napoleão Bernardes

Prefeito de Blumenau (SC)

PSDB | SC

 

Nelson Pellegrino

Nelson Pellegrino

Deputado federal

PT | BA

 

Omar Aziz

Omar Aziz

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Onyx Lorenzoni

Onyx Lorenzoni

Deputado federal

DEM | RS

 

Oswaldo Borges da Costa Filho

Oswaldo Borges da Costa Filho

Ex-presidente da Codemig

PSDB | MG

 

Paulinho da Força

Paulinho da Força

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SD | SP

 

Paulo Bernardo

Paulo Bernardo

Ex-ministro das Comunicações e do Planejamento

PT | PR

 

Paulo Henrique Lustosa

Paulo Henrique Lustosa

Deputado federal

PP | CE

 

Paulo Rocha

Paulo Rocha

Senador

PT | PA

 

Pedro Paulo

Pedro Paulo

Deputado federal

PMDB | RJ

 

Renan Calheiros

Renan Calheiros

Senador

PMDB | AL

 

Renan Filho

Renan Filho

Governador de Alagoas

PMDB | AL

 

Ricardo Ferraço

Ricardo Ferraço

Senador

PSDB | ES

 

Robinson Faria

Robinson Faria

Governador do Rio Grande do Norte

PSD | RN

 

Rodrigo de Holanda Menezes

Rodrigo de Holanda Menezes

Ex-candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romero Jucá

PMDB | RR

 

Rodrigo Garcia

Rodrigo Garcia

Deputado federal

DEM | SP

 

Rodrigo Maia

Rodrigo Maia

Presidente da Câmara

DEM | RJ

 

Romero Jucá

Romero Jucá

Senador

PMDB | RR

 

Rosalba Ciarlini

Rosalba Ciarlini

Prefeita de Mossoró (RN) e ex-governadora do Estado

PP | RN

 

Tião Viana

Tião Viana

Governador do Acre

PT | AC

 

Vado da Famárcia

Vado da Famárcia

Ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho (PE)

PTB | PE

 

Valdemar da Costa Neto

Valdemar da Costa Neto

Ex-deputado federal

PR | SP

 

Valdir Raupp

Valdir Raupp

Senador

PMDB | RO

 

Vander Loubet

Vander Loubet

Deputado federal

PT | MS

 

Vanessa Grazziotin

Vanessa Grazziotin

Senadora

PCdoB | AM

 

Vicente Cândido

Vicente Cândido

Deputado federal

PT | SP

 

Vicente Paulo da Silva

Vicente Paulo da Silva

Deputado federal

PT | SP

 

Vital do Rêgo Filho

Vital do Rêgo Filho

Ministro do Tribunal de Contas da União

PMDB | PB

 

Yeda Crusius

Yeda Crusius

Deputada federal

PSDB | RS

 

Zeca Dirceu

Zeca Dirceu

Deputado federal

PT | PR

 

Zeca do PT

Zeca do PT

Deputado federal

PT | MS

Créditos
Edição:
Clara Velasco, Rosanne D’Agostino e Thiago Reis (Conteúdo), Fabio Tito e Marcelo Brandt (Foto) e Rodrigo Cunha (Infografia)
Produção:
Ana Carolina Moreno, Ardilhes Moreira, Cauê Fabiano, César Soto, Darlan Alvarenga, Eduardo Pereira, Elida Oliveira, Felipe Grandin, Helton Simões Gomes, Juliana Cardilli, Luiza Tenente, Marina Franco, Marcelo Parreira, Mariana Lenharo, Mariana Mendicelli, Marina Gazzoni, Megui Donadoni, Pâmela Kotemani, Peter Fussy, Ricardo Gallo, Roney Domingos, Sávio Ladeira e Vanessa Fajardo
Colaboração:
G1 AC, G1 AL, G1 AM, G1 AP, G1 BA, G1 CE, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 MT, G1 MS, G1 MG, G1 Grande Minas, G1 Vales de Minas Gerais, G1 Triângulo Mineiro, G1 Centro-Oeste de MG, G1 Zona da Mata, G1 Sul de Minas, G1 PA, G1 Santarém, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 Caruaru e Região, G1 Petrolina, G1 PI, G1 RJ, G1 Norte Fluminense, G1 Região dos Lagos, G1 Região Serrana, G1 Sul do Rio e Costa Verde, G1 RN, G1 RS, G1 RO, G1 RR, G1 SC, G1 SP, G1 Sorocaba, G1 Itapetininga e Região, G1 Bauru e Marília, G1 Rio Preto e Araçatuba, G1 Campinas, G1 Piracicaba, G1 Ribeirão Preto e Franca, G1 São Carlos e Araraquara, G1 Mogi e Suzano, G1 Vale do Paraíba, G1 Santos, G1 Presidente Prudente, G1 SE e G1 TO
Design:
Karina Almeida, Roberta Jaworski, Juliane Monteiro, Igor Estrella e Alexandre Mauro
Desenvolvimento:
Rogério Banquieri e Antonio Lima
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Num certo país

Um militar assumiu o comando de um  certo país  (não vou dizer o nome…).

Em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram
somente 50.

Todos os outros (criminosos confessos) desapareceram – fugiram ou foram fuzilados.

Todo homem público (político, policial, etc.) ou corrupto fugiu ou foi fuzilado

(Existiam milhares de provas contra eles).

Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram
rápido do país.

Aquela multidão de drogados que ficavam dormindo nas ruas,
fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou
seriam fuzilados.

Tinha uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava
que o país estava com câncer e que a única solução era extirpá-lo.

Tipo, se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele
era um câncer para a nação.

No Brasil, depois de cerca de 21 anos de governo revolucionário, hoje o motorista de Marighella é ministro de um desgoverno desmoralizado, quem auxiliou a colocar a bomba no Aeroporto do Recife (Ibura) também é ministro, um amigo admirador de Lamarca é grande autoridade, o único condenado a morte  do período revolucionário foi a ministro e Genoíno, Dirceu e mais de 600 fdp são autoridades….

Voltando ao fio da meada, depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições diretas e se candidatou para presidente.

Venceu as eleições com 100% dos votos.

Hoje,  o paiz é um dos mais seguros de se morar. E
um dos mais desenvolvidos, e mais invejados do mundo.

Já no avião, a ficha de desembarque tem um “DEAD”
(morte) bem grande carimbado em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.

Com qualquer quantidade de cocaína encontrada, o sujeito ou
é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos
forçados.

Recentemente, um surfista brasileiro, tentou entrar em
lá com uma prancha de surf recheada de cocaína. Óbvio que ele traçou a sua própria morte.

E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para Lula interceder pelo filho, não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.

Nos hotéis, os “Guias da Cidade” tem uma página explicando que a polícia de Cingapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia  (isso porque na antiga Cingapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas eram estupradas e ou mortas).

O chiclete é proibido lá, pelo simples fato de que, se jogados no chão, sujam as calçadas da cidade. Distribuir panfletos, sem chances. Só em lojas e não devem ser entregues as pessoas, que, se os quiserem pega-os em uma gôndola ou suporte. Jogar no chão então… dá multa cara.

Ano retrasado, a secretária local de um amigo, que estava
fazendo um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde sua casa até o
trabalho.

Quando chegou no trabalho ligou a seta do carro para entrar
no prédio, a polícia deu-lhe sinal para que ela parasse.

Um dos policiais veio até a janela do seu carro e disse:
“Como a Sra. sabe, estamos fazendo uma campanha de civilidade no trânsito.
Multando os infratores e dando bônus a quem dirige corretamente. E a Sra., em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infração.  Parabéns! Aqui está um cheque de 100 dólares cingapurianos (equivalente a cerca de R$
128,00) e pediria para a Sra. assinar o recibo, por favor.

Sabem de uma coisa? Acho que vou me mandar para Singapura!

O BRASIL tem solução….. mas, atualmente, com toda a certeza, ficaria quase
despovoado e…

 

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