Lula

(por e-mail de Graça Salgueiro)

 

COMPLETO   MPF DENUNCIA LULA CADA CRIME do “comandante máximo do esquema de corrupção na Lava Jato”

Publicado em 14 de set de 2016

Graça Salgueiro

10:04 (Há 1 hora)

COMPLETO MPF DENUNCIA LULA CADA CRIME do “comandante máximo do esquema de corrupção na Lava Jato”

Publicado em 14 de set de 2016
Área de anexos

Visualizar o vídeo COMPLETO MPF DENUNCIA LULA CADA CRIME do “comandante máximo do esquema de corrupção na Lava Jato” do YouTube

2 de 2.700

EM CARTA,LULA DENUNCIA GOLPE A LÍDERES MUNDIAIS // Luiz Inácio Lula da Silva

x

Que o senhor lula é um grande mentiroso, além de ser notória a sua responsabilidade nos grandiosos casos de apropriação de dinheiro público a começar pelo conhecido “MENSALÃO” e, mais recentemente, o “PETROLÃO”, destinados a enriquecimentos ilícitos de companheiros e ao fortalecimento de “CAIXA 2” (dinheiro não contabilizado) do seu partido e de outros aliados, o país inteiro sabe, em especial o Poder Judiciário e vários presídios que abrigam criminosos.

Recentemente ele foi denunciado pelo Ministério Público por alguns dos crimes que cometeu, fato que imaginou nunca acontecer, levando-o à uma denúncia de perseguição política por meio de um canal de televisão, oportunidade em que proferiu a seguinte joia típica do seu caráter: “A profissão mais honesta que existe é a do político, sabe por quê? Porque por mais ladrão que ele seja, de 4 em 4 anos ele está lá suando e pedindo voto, o concursado não! O concursado faz a faculdade, passa num concurso e tem o seu emprego pelo resto da vida, sem precisar se preocupar.”

A carta mentirosa por ele remetida a diversos Chefes de Estado, conforme noticiado, é trabalho para o nosso Itamaraty repor a verdade já que no Brasil só serve para um pouco de consolo aos seus cúmplices.

=====================================================================================================

De: Flávio Souza
Enviada em: sexta-feira, 16 de setembro de 2016 12:55
Para: brasilparavaler@googlegroups.com
Assunto:  EM CARTA,LULA DENUNCIA GOLPE A LÍDERES MUNDIAIS // Luiz Inácio Lula da Silva

 

R  E  P  A  S  S  A  N  D  O  ……………….

Que cara de pau!!!!

 

Veja o que esse mentiroso safado é capaz de fazer para se fazer de vitima.

 

01 de Setembro de 2016

Em carta a lideres mundiais, Lula denuncia golpe 

Da Redação

Não haverá trégua. O ex-presidente Lula enviou aos presidentes dos principais países do mundo uma carta na qual alerta a origem ilegítima do governo de Michel Temer – instituído após o impeachment de Dilma Rousseff. Na carta, Lula fala sobre a perseguição política da qual ele e o PT são vítimas e faz uma pormenorizada narrativa da história do país a partir da sua ascensão. Leia aqui.

São Paulo, 25 de agosto de 2016.

Caro Presidente,

Dirijo-me ao senhor para informá-lo da gravíssima situação política e institucional que vive o Brasil, país que tive a honra de presidir de 2003 a 2010.

Tomo a liberdade de escrever-lhe em nome do respeito e da amizade que existe entre nós, pelos quais sou muito grato.

Orgulho-me de ter conseguido, apesar da complexidade inerente às grandes democracias e dos problemas crônicos do Brasil, unir o meu país em torno de um projeto de desenvolvimento econômico com inclusão social, que nos fez dar um verdadeiro salto histórico em termos de crescimento produtivo, geração de empregos, distribuição de renda, combate à pobreza e ampliação das oportunidades educacionais.

Por meios pacíficos e democráticos, fomos capazes de tirar o Brasil do mapa da fome no mundo elaborado pela ONU, libertamos da miséria mais de 35 milhões de pessoas, que viviam em condições desumanas, e elevamos outras 40 milhões a patamares médios de renda e consumo, no maior processo de mobilidade social da nossa história.

Em 2010, como se sabe, fui sucedido pela Presidenta Dilma Rousseff, também do Partido dos Trabalhadores, que havia dedicado sua vida à luta contra a ditadura militar, pela democracia e pelos direitos da população pobre do nosso país.

Mesmo enfrentando um cenário econômico internacional adverso, a Presidenta Dilma conseguiu manter o país no rumo do desenvolvimento e consolidar os programas sociais emancipadores, prosseguindo na redução das enormes desigualdades materiais e culturais ainda existentes na sociedade brasileira.

Em 2014, a Presidenta Dilma foi reeleita com 54 milhões de votos, derrotando uma poderosa coalizão de partidos, empresas e meios de comunicação que pregava o retrocesso histórico do país, com a redução de importantes programas de inclusão social, a supressão de direitos básicos das classes populares e a alienação do patrimônio público construído com o sacrifício de inúmeras gerações de brasileiros.

A coalizão adversária, vencida nas urnas em 2002, 2006, 2010 e 2014, não se conformou com a derrota e desde a proclamação do resultado procurou impugná-lo por todos os meios legais, sem alcançar nenhum êxito.

Esgotados os recursos legais, no entanto, em vez de acatar a decisão soberana do eleitorado, retomando o seu legítimo trabalho de oposição e preparando-se para disputar o próximo pleito presidencial – como o PT sempre fez nas eleições que perdeu -, os partidos derrotados e os grandes grupos de mídia insurgiram-se contra as próprias regras do regime democrático, passando a sabotar o governo e a conspirar para apossar-se do poder por meios ilegítimos.

Ao longo de todo o ano de 2015, torpedearam de modo sistemático os esforços do governo para redefinir a política econômica no sentido de resistir ao crescente impacto da crise internacional e recuperar o crescimento sustentável. Criaram um clima artificial de impasse político e institucional, com efeitos profundamente danosos sobre a vida do país, contaminando o ambiente de negócios, deixando inseguros produtores e consumidores, constrangendo as decisões de investimento. No afã de inviabilizar o governo, apostaram contra o país, chegando até mesmo a aprovar no parlamento um conjunto de medidas perdulárias e irresponsáveis destinadas a comprometer a estabilidade fiscal.

E, finalmente, não hesitaram em deflagrar um processo de impeachment inconstitucional e completamente arbitrário contra a Presidenta da República.

Dilma Rousseff é uma mulher íntegra, cuja honestidade pessoal e pública é reconhecida até pelos seus adversários mais ferrenhos. Nunca foi nem está sendo acusada de nenhum ato de corrupção. Nada em sua ação governamental pode justificar, sequer remotamente, um processo de cassação do mandato que o povo brasileiro livremente lhe conferiu.

A Constituição brasileira é categórica a esse respeito: sem a existência de crime de responsabilidade, não pode haver impeachment. E não há nenhum – absolutamente nenhum – ato da Presidenta Dilma que possa ser caracterizado como crime de responsabilidade. Os procedimentos contábeis utilizados como pretexto para a destituição da Presidenta são idênticos aos adotados por todos os governos anteriores e pelo próprio vice-presidente Michel Temer nas ocasiões em que este substituiu a Presidenta por razão de viagem. E nunca foram motivo de punição aos governantes, muito menos justificativa para derrubá-los. Trata-se, portanto, de um processo estritamente político, o que fere frontalmente a Constituição e as regras do sistema presidencialista, no qual é o povo que escolhe diretamente o Chefe de Estado e de Governo a cada quatro anos.

As forças conservadoras querem obter por meios escusos aquilo que não conseguiram democraticamente: impedir a continuidade e o avanço do projeto de desenvolvimento e inclusão social liderado pelo PT, impondo ao país o programa político e econômico derrotado nas urnas. Querem a todo custo comandar o Estado para apossar-se do patrimônio nacional – como já começa a acontecer com as reservas petrolíferas em águas profundas – e desmontar a rede de proteção aos trabalhadores e aos pobres que foi ampliada e consolidada nos últimos treze anos.

As mesmas forças que tentam arbitrariamente derrubar a Presidenta Dilma, e implantar a sua agenda antipopular, querem também criminalizar os movimentos sociais e, sobretudo, um dos maiores partidos de esquerda democrática da América Latina, que é o PT. E não se trata de mera retórica autoritária: o PSDB, principal partido de oposição, já apresentou formalmente uma proposta de cancelamento do registro do PT, com vistas a proibi-lo de existir. Temem que, em 2018, em eleições livres, o povo brasileiro volte a me eleger Presidente da República, para resgatar o projeto democrático e popular .

A luta contra a corrupção, que é uma mazela secular do Brasil e de tantos outros países, e deve ser combatida de modo permanente por todos os governos, foi distorcida e transformada em uma implacável perseguição midiática e política ao PT. Denúncias contra líderes de partidos conservadores são sistematicamente abafadas e arquivadas enquanto acusações semelhantes a qualquer personalidade do PT tornam-se de imediato, à revelia do devido processo legal, condenação irrevogável na maior parte dos meios de comunicação.

A verdade é que o combate à corrupção no Brasil passou a ser muito mais vigoroso e eficaz a partir dos governos do PT, com o respeito, que antes não existia, à plena autonomia do Ministério Público e da Polícia Federal no exercício de suas atribuições; a ampliação do orçamento, do quadro de funcionários e a modernização tecnológica dessas instituições e dos demais órgãos de controle; a nova lei de acesso à informação e a divulgação das contas públicas na internet; os acordos de cooperação internacional no enfrentamento da corrupção; e o estabelecimento de punições muito mais rigorosas para corruptos e membros de organizações criminosas.

Todos nós, democratas, interessados no aperfeiçoamento institucional do país, apoiamos o combate à corrupção. As pessoas que comprovadamente tiverem cometido crimes, devem pagar por eles, dentro da lei. Mas os juízes, promotores e policiais também estão obrigados a cumprir a lei e não podem abusar do seu poder contra os direitos dos cidadãos. As pessoas não podem ser publicamente condenadas (e terem a sua reputação destruída) antes da conclusão do devido processo legal, e menos ainda por meio do vazamento deliberado de informações praticado pelas próprias autoridades com fins políticos. Uma justiça discriminatória e partidarizada será fatalmente uma justiça injusta.

Eu, pessoalmente, não temo nenhuma investigação. Desde que iniciei a minha trajetória política e, particularmente nos últimos dois anos, tive toda a minha vida pública e familiar devassada – viagens, telefonemas, sigilo fiscal e bancário -, fui alvo de todo o tipo de insinuações, mentiras e ataques publicados como verdade absoluta pela grande mídia, sem que tenha sido encontrado qualquer desvio na minha conduta ou prova de envolvimento em qualquer ato irregular. Se a justiça for imparcial, as acusações contra mim jamais prosperarão. O que não posso aceitar são os atos de flagrante ilegalidade e parcialidade praticados contra mim e meus familiares por autoridades policiais e judiciárias. É inadmissível a divulgação na tv de conversas telefônicas sem nenhum conteúdo político, a coação de presos para fazerem denúncias mentirosas contra mim em troca da liberdade, ou a condução forçada, completamente ilegal, ocorrida em março último, para prestar depoimento do qual eu sequer tinha sido notificado.

Por isso, meus advogados entraram com uma representação no Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, relatando os abusos cometidos por algumas autoridades judiciais que querem a todo custo me eliminar da vida política do país.

A minha trajetória de mais de 40 anos de militância democrática, que começou na resistência sindical durante os anos sombrios da ditadura, prosseguiu no esforço cotidiano de conscientizar e organizar a sociedade brasileira pela base, até ser eleito como o primeiro Presidente da República de origem operária, é o meu maior patrimônio e a ele ninguém me fará renunciar. Os vínculos de fraternidade que construí com os brasileiros e brasileiras na cidade e no campo, nas favelas e nas fábricas, nas igrejas, nas escolas e universidades, e que levaram a maioria do nosso povo a apoiar o vitorioso projeto de inclusão social e promoção da dignidade humana, não serão cancelados por nenhum tipo de arbitrariedade. Da mesma forma, nada me fará abrir mão, como sabem as lideranças de todo o mundo com as quais trabalhei em harmonia e estreita cooperação – antes, durante e depois dos meus mandatos presidenciais – do compromisso de vida com a construção de um mundo sem guerras, sem fome, com mais prosperidade e justiça para todos.

Agradeço desde já a generosa atenção que o senhor dedicou a esta mensagem e coloco-me à disposição, como sempre estive, para qualquer esclarecimento ou reflexão de interesse comum.

Reiterando o meu respeito e amizade, despeço-me fraternalmente.

Luiz Inácio Lula da Silva

 

O IDEÓLOGO FHC

04/09/2016

www.nivaldocordeiro.org

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em tudo que escreve não se esquece de sua veia de ideólogo socialista, razão porque elegeu como inimigo de verdade o grupo conservador, não apenas na sua representação política, mas na sua condição existencial. FHC nunca faz esse combate com idêntica energia quando se refere aos liberais doutrinários, pois sabe ele que o berço de ambas as ideologias, socialista e lieral, é o mesmo. FHC aceita o liberalismo, sobretudo na sua versão norte-americana, mas também na clássica. Descobriu governando, ao implantar o Plano Cruzado, que a ciência econômica digna do nome é a liberal. Seu “neoliberalismo” consiste na conciliação do Estado grande com as ideias centrais do liberalismo clássico, ao menos no que se refere à busca do equilíbrio econômico e na boa administração da moeda.

 

No artigo publicado hoje (Triste Fim, comentando o ocaso político de Dilma Rousseff), lamentou pelo PT e proclamou:

O atual amálgama dos ultraconservadores em matéria comportamental com os oportunistas, clientelistas etc., forma o que eu denomino de “o atraso””. 

 

O que FHC chama de ultraconservadores são os cristãos e os que são contra o socialismo. Aqueles que lutam contra a prática do aborto enquanto instituição do Estado, os que lutam contra o gaysismo como facção política que quer moldar a moralidade coletiva, os que lutam contra o patrocínio estatal ao uso cotidiano de estupefacientes, com destaque para a maconha. É toda a agenda globalista que ele empunha. FHC se esquece que, antes que os gramscianos grassassem por aqui, os conservadores já estavam e que a população brasileira é majoritariamente conservadora. Na verdade, finge esquecer, pois sabe que o campo de batalha é contra essa gente, intrinsecamente reconhecendo a sua importância política.

 

Vejam que FHC não está preocupado com as eleições do dia (ou do ano), mas com a ocupação do aparelho do Estado de forma a patrocinar sua política socialista e revolucionária no longo prazo. Não é uma luta meramente eleitoral, a dele, é uma luta transformadora. No discurso de FHC não há lugar para reconhecer a legitimidade da existência do conservadorismo, que equipara aos oportunistas e clientelistas, o atraso(expressão cunhada por Sérgio Buarque de Holanda). Desde que se tornou um h0mem adulto FHC fez-se um agente revolucionário eficaz nos termos gramscianos, tão eficaz que ele próprio se tornou presidente da República e fez o seu próprio sucessor, Lula e o PT, obra máxima de sua engenharia política.

 

[A ironia política é que FHC e o PSDB tiveram que apoiar a destituição do PT dentro da ordem, abrindo espaço para a emergência das forças conservadoras. O socialismo radicalizado do PT mostrou-se incompatível com a realidade, levando o país à mais grave crise econômica de sua história. Talvez contra a vontade íntima de FHC o PSDB teve que apoiar o levante parlamentar bem sucedido, que colocou nos ombros do PT a responsabilidade do resgate histórico daqueles que praticamente estavam excluídos do debate político nacional. O próprio FHC e o PT governando é que deram força e se aliaram aosoportunistas e clientelistas.]

 

FHC sabe que a derrota do PT foi um passo atrás no rumo da revolução que ele tanto acalentou e pela qual tanto lutou. Pena que o PT colocou os burros n’água e impôs a sua ejeção do poder, sob pena de destruir a economia nacional. Seu lamento é ostensivo: “o atraso passou a comandar as ações políticas, tendo Eduardo Cunha como figura exponencial”. Lembremos que Eduardo Cunha arquivou a agenda da revolução dos costumes, tão cara a FHC, tento chegado lá por pura inabilidade de Dilma Rousseff na eleição para a presidência da Câmara de Deputados. Desde que Eduardo Cunha assumiu, a agenda abortista, gaysista e de liberação da maconha foi esquecida, para desespero de FHC.

 

FHC sabe bem o tamanho do retrocesso que é a derrota do PT no âmbito do processo revolucionário, mas as besteiras do Partido dos Trabalhadores foram tantas que não houve outro jeito que não assistir ao ressurgir fortalecido das forças conservadoras, tão detestadas por ele próprio.

 

A contrarrevolução está em marcha e as eleições deste ano poderão fazer surgir novas lideranças conservadoras.

Sobre liciomaciel

Velejador
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s