ALMIRANTE OTHON – UM EXTRANHO CASO

O estranho caso do ALMIRANTE

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Florimar Ferreira Coutinho

08:47 (Há 46 minutos)
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Aliança pelo Brasil

 

As duas histórias do Almirante Othon

 

  1. Carlos de Assis*

 

Há duas formas de contar a história do almirante Othon Luiz Pereira da Silva, o herói do programa nuclear brasileiro condenado a 43 anos de prisão por um juiz entreguista e vaidoso cujo nome não vale a pena mencionar. A primeira é simples e direta: o Almirante, segundo o juiz, é um cleptomaníaco pervertido que não suportou a tentação de pegar uma propina da Andrade Gutierrez, construtora de Angra 3, no valor divulgado de 4,5milhões de reais. Assim, por esse ato de corrupção explícita, atirou no lixo os registros de uma notável carreira militar e de uma carreira científica ainda mais destacada, relatadas com inigualável acuidade pelos jornalistas Mauro Santayana e Luís Nassif em vários sites na internet.

A outra história é a seguinte. O Brasil, país ainda em desenvolvimento, se meteu, à revelia e contra as imposições  dos Estados Unidos, a desenvolver um programa nuclear de primeiro mundo do qual resultou uma tecnologia de ponta em centrífugas para gerar urânio enriquecido, um produto nuclear ultrasensível. Para o comando dessa tarefa designou o Almirante Othon, por sua notória especialização na área. Ele saiu-se maravilhosamente bem. Os americanos, através da Agência Internacional de Energia Atômica, quiseram bisbilhotar as centrífugas já que, com todo o potencial científico que tem, dispõem de uma tecnologia de enriquecimento menos eficiente. O Brasil recusou-se a abrir a exibir a tecnologia das centrífugas e os norte-americanos, pacientes como são, decidiram ficar de tocaia.

Com os recursos do seu poderoso sistema de informação, a espionagem norte-americana, que há muito vinha seguindo, sem sucesso, a trilha do Almirante Othon no mercado negro de peças e equipamentos da indústria nuclear, necessários para o desenvolvimento do programa nuclear brasileiro, obviamente só possíveis de serem compradas com caixa 2,encontrou no Judiciário do país um sócio perfeito para revelá-la. De fato, a Lava Jato não tem nada a ver com Angra 3, e a extensão das investigações a esta última só foi possível porque informações paralelas de Curitiba foram vazadas para ela. E, claro, tudo isso tinha uma rede básica de informação a partir da espionagem norte-americana: os “amiguinhos” do juiz Sérgio Moro, que frequentemente o cumulam de honrarias.

Qual desses dois roteiros é mais plausível? Esse último, conforme os italianos,si non é vero é bene trovatto! Pessoalmente, rejeito a primeira hipótese, a de corrupção. Não se encaixa na biografia do Almirante. E estou convencido de que, caso o Almirante tenha pedido “propina” às empresas construtoras de Angra 3, seu objetivo era formar com esse dinheiro um caixa 2 para comprar para as centrífugas equipamentos nucleares no mercado negro, já que os países monopolistas da tecnologia nuclear não os vendem de forma regular. Claro que o Almirante não poderia dizer isso aos empresários que estava fazendo um caixa 2 para ajudar o Brasil a desenvolver a tecnologia nuclear. Estaria revelando um segredo de Estado. E não pode revelar também para o juiz porque não se revela esse tipo de segredo a ninguém inconfiável.

O lado ainda inexplicável dessa história é o papel desempenhado pela Marinha e as outras Forças Armadas. Elas deveriam ter levantado imediatamente a bandeira do segredo militar quando o Almirante foi preso pela primeira vez. A conclusão é que ou estão todos comprometidos com segurança para os norte-americanos, ou são desatentos  com a Defesa brasileira. A propósito, o contra-golpe na Turquia, que interpretei corretamente aqui antes que qualquer outro comentarista, revelou a estreita cumplicidade do sistema judiciário turco com a CIA e o Pentágono. Não sei se é também nosso caso. Entretanto, os caminhos perseguidos pela Lava Jato e pelo processo de Angra, com a agressividade da condenação dos que não fazem delação premiada (ou revelam segredos de Estado), nos deixam em profunda suspeição.

 

P.S. Um criminoso de guerra a serviço dos nazistas, Werner Von Braun, recebeu total cobertura do governo norte-americano para escapar da Alemanha e da forca, nos últimos dias da guerra, pelo simples fato de ser um cientistas de primeira linha e não obstante milhares de vítimas de suas V1 e V2 lançadas sobre Londres. Nos EUA, chefiou o programa de mísseis que, na parte civil, levou o homem à lua. Tornou-se herói nacional. É assim que os EUA fazem com os homens de ciência que servem ao interesse nacional. Aqui, recompensam-nos com 43 anos de prisão!

 

*Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.

 

 

A Lava Jato e o Vice-Almirante. Por Mauro Santayana

04 de agosto de 2016 Carlos Eduardo

por Mauro Santayana, em seu blog

Em uma sentença que chama a atenção pela severidade e a ausência de proporcionalidade, o ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, foi condenado, ontem, por um juiz do Rio de Janeiro – com uma decisão que atingiu também a sua filha – a 43 anos de prisão por crimes supostamente cometidos durante as obras da usina nuclear de Angra 3.

O vice-almirante Othon é um dos maiores cientistas brasileiros, um dos principais responsáveis pelo programa de enriquecimento de urânio da Marinha, que levou o Brasil, há 15 dias, a fazer a sua primeira venda desse elemento químico – usado como combustível para reatores nucleares – para o exterior, para uma empresa pertencente ao governo argentino.

Em qualquer nação do mundo, principalmente nos EUA – país que, justamente por ser brasileiro, e não norte-americano, o teria espionado, “plantando” um homem da CIA ao lado do seu apartamento – o vice-almirante Othon  estaria sendo homenageado, provavelmente com uma medalha do Congresso ou da Casa Branca, por serviços de caráter estratégico prestados ao fortalecimento da Nação e ao seu desenvolvimento.

No Brasil de Itamar Franco – um homem íntegro e nacionalista, que cometeu a besteira de confiar em quem não devia e abriu a Caixa de Pandora da tragédia neoliberal dos anos 1990, ao apoiar para sua sucessão  um cidadão em cujo governo, segundo o Banco Mundial, o PIB e a renda per capita recuaram e a dívida pública duplicou, deixando ainda um papagaio, com o FMI,  de 40 bilhões de dólares – o Almirante Othon recebeu, em 1994,  da Presidência da República, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico.

Ele também é Comendador da Ordem do Mérito Naval; da Ordem do Mérito Militar; da Ordem do Mérito Aeronáutico; da Ordem do Mérito das Forças Armadas; da Medalha do Mérito Tamandaré; e recebeu, além disso, a Medalha do Pacificador, a Medalha do Mérito Santos-Dumont e a Medalha Militar de Ouro.

No Brasil kafquianamente imbecilizado, midiotizado, manipulado, plutocratizado, deturpado, moralmente, da atualidade, que caminha a passos largos para a instalação de um governo  – de fato – de exceção e fascista – e, ainda por cima, entreguista e anti-nacional – a partir de 2018,  ele está sendo condenado por uma justiça em que muitos membros recebem acima do teto constitucional, perseguem jornais que os denunciam, e podem fazer palestras remuneradas sem ter que declarar quanto estão recebendo, conforme resolução do CNJ divulgada no início deste mês de julho.

Com uma maioria de patriotas, nacionalistas, legalistas, constitucionalistas,  os militares brasileiros tem suportado em silêncio digno a interrupção e as ameaças que pairam, como aves de rapina, sobre numerosos projetos de defesa que tiveram início na última década e sobre as empresas responsáveis por eles, como o dos submergíveis convencionais e o do submarino atômico – de cujo desenvolvimento do reator já participou o próprio Almirante Othon – sob responsabilidade da Odebrecht,  um dos grupos mais prejudicados e perseguidos pela Operação Lava-Jato, que já teve que demitir mais de 120.000 pessoas no último ano; também encarregada, por meio da Mectron, da construção, em conjunto com a Denel sul-africana, do míssil A-Darter que irá armar os novos caças Gripen NG-BR, que estão sendo – também por iniciativa dos dois últimos governos – desenvolvidos com a Suécia por intermédio da SAAB.

Tudo isso, em nome de um pseudo combate à corrupção hipócrita, ególatra, espetaculoso e burro, em que, para descobrir supostos desvios de um ou dois por cento em programas estratégicos de bilhões de dólares, condena-se ao sucateamento, atraso ou interrupção – como era o caso, há anos, das obras de Angra 3 antes de sua retomada justamente pelo Vice-Almirante Othon –  os outros 97%  dos projetos, sem nenhuma consideração pela aritmética, a lógica, o bom senso, a estratégia nacional, o fortalecimento ou o desenvolvimento brasileiros.

Isso, ainda, para vender, falsa e mendazmente, com a  cumplicidade de uma parcela da mídia irresponsável, apátrida, estúpida e venal, a tese de que se estaria “consertando” o país,  quando o que se está fazendo é jogar o bebê pela janela junto com a água do banho, e matando a boiada inteira para exterminar meia dúzia de carrapatos, no contexto de um projeto de endeusamento de um personagem constantemente incensado por uma potência estrangeira – justamente aquela que espionou o próprio Almirante Othon – quando se sabe que para prender corruptos não era preciso arrebentar com as maiores companhias de engenharia do país, como se está arrebentando, nem com os principais projetos bélicos e de infraestrutura em andamento, ou com a Estratégia Nacional de Defesa, árduamente erguida nos últimos anos, ou com um conjunto de programas do qual toma parte, ainda, o Astros 2020 da Avibras; a nova família de fuzis de assalto IA-2, da IMBEL; o Cargueiro  Militar multipropósito KC-390 da Embraer;  a nova linha de radares SABER;   os 1050 novos tanques Guarani, desenhados pelo Departamento de Engenharia do Exército, até algum tempo atrás – ao que se saiba – ainda em construção pela IVECO;   os novos navios de superfície da Marinha; ou o novo satélite de comunicações que atenderá às Forças Armadas.

Os alegados 4 milhões de reais em “propina”  eventualmente pagos em consultoria ao Almirante Othon – uma das razões de sua condenação a mais de 40 anos de prisão – seriam, caso sejam comprovados, uma migalha diante do que ele mereceria receber, em um país mais patriótico e menos hipócrita, como cientista e como compatriota, e uma quantia irrisória, se formos considerar, por exemplo, o preço de um apartamento de quatro quartos em Higienópolis, em São Paulo – há os que são vendidos a preço de “ocasião” – ou o fato de ratos como Eduardo Cunha, Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, com dezenas de milhões de dólares na Suíça, terem sido soltos pelo Juiz Sérgio Moro e, tranquilos, estarem em casa neste momento.

Só no Brasil, também, um cientista desse porte é enxovalhado,  como o Vice-almirante Othon está sendo, nas redes sociais, por um bando de energúmenos, ignorantes, preconceituosos e estúpidos que não tem a menor ideia do que está ocorrendo no país, e que pensam mais com o intestino do que com a cabeça.

Só não dá para dizer que dá vergonha de ser brasileiro porque o Brasil é maior que esta corja tosca, anti-nacional, vira-lata, manipulada e ignara, e  porque mesmo que os cães ladrem a caravana irá passar, finalmente, um dia, altaneira e impávida.

Como diria Cazuza, o tempo não pára.

Aos que estão arrebentando com a Pátria – e com as suas armas, seus heróis e seus exemplos – sacrificando-os no altar de suas inconfessáveis, imediatistas e rasteiras ambições,  sobrará o  inexorável e implacável julgamento da História.

Sérgio Moro faz escola: Almirante Othon é condenado a 43 anos de prisão. Penas longas e condições degradantes nos presídios diminuem a criminalidade?

04 de agosto de 2016 Pedro Lorenzi Breier

por Pedro Breier, correspondente policial do Cafezinho

O almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, foi condenado a 43 anos de prisão pelo juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas.

Em depoimento, no mês de abril, Othon admitiu que recebeu dinheiro da construtora Andrade Gutierrez através de contratos de fachada, como pagamento para a realização de um estudo sobre a importância de Angra 3 para o país, mas negou que tenha concedido ou obtido vantagens ilegais por conta disso.

O ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, também foi condenado, mas com a redução da pena concedida por conta do acordo de delação premiada, cumprirá 7 anos e 4 meses de detenção.

Diante da idade do almirante (77 anos), na verdade sua pena será de prisão perpétua, caso seja confirmada pelos tribunais.

Já o corruptor cumprirá uma pena quase 5 vezes menor porque resolveu delatar. A discrepância e consequente injustiça é flagrante.

Essa pena de mais de 40 anos de prisão a um senhor de 77 anos demonstra o quanto estamos atrasados.

Ela é fruto da ilusão de que penas mais duras geram o efeito de diminuição da criminalidade, quando na verdade os países com melhores resultados foram os que seguiram as sugestões de Beccaria, autor de Dos delitos e das penas, cuja síntese, segundo o jurista Luiz Flávio Gomes, é a seguinte: a pena não precisa ser necessariamente severa, mas sim justa e infalível. Vejam esse trecho de artigo do jurista:

É muito mais importante para o controle do crime a certeza do castigo que o volume intenso do castigo previsto na lei (que se sabe que raramente é aplicada). De outro lado, paralelamente à certeza do castigo é preciso cuidar da educação assim como das reformas socioeconômicas (isso se chama prevenção primária).

Os países escandinavos (Suécia, Noruega, Finlândia, Dinamarca e Islândia) assim como vários outros (Canadá, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria, Nova Zelândia, Holanda etc.) que vivenciaram o Estado de Bem-Estar social (sobretudo nos 30 anos gloriosos: 1945-1975) e seguiram o padrão de Beccaria (prevenção primária + certeza do castigo) contam com menos de 1 assassinato para cada 100 mil pessoas. A combinação de educação forte + certeza do castigo acontece em vários países orientais (Japão, Coreia do Sul, Cingapura, Taiwan, Hong Kong etc.): eles contam com menos de 2 assassinatos por 100 mil habitantes.

Enquanto a Noruega reabilita para a vida em sociedade 80% de seus presos, no Brasil as prisões são amplamente conhecidas como escolas do crime: as condições degradantes dos presídios facilitam o domínio das organizações criminosas, as quais não têm dificuldade de cooptar os novatos.

Milhares de pessoas são presas no Brasil por tráfico de drogas, por exemplo, sem que tenham cometido crime violento ou tenham sido flagradas portando arma.

Prender réus primários não violentos significa colocá-los em contato com organizações criminosas e afastá-los da reinserção social. Como diz o juiz Marcelo Semer neste artigo: “Afinal, se todos querem um funcionário ficha limpa, quem vai empregar os egressos? E o que farão depois, sem chance de trabalho?”

Enquanto a Noruega condenou o assassino de 77 pessoas a 21 anos de prisão o Brasil condena um senhor de 77 anos, que não cometeu crime violento, a 43 anos de prisão.

Enquanto na Noruega as prisões são pensadas para reabilitar os condenados, no Brasil quanto mais sub-humano o tratamento ao preso, melhor.

Vejam como são tratados os presos de Sérgio Moro, o representante mor do medievalismo em matéria penal, descritas pela filha de Mônica Moura, esposa de João Santana, emresposta a uma matéria canalha de O Globo sobre o sorriso de Mônica ao sair da cadeia:

Ela sorri. Ela sorri sempre. Ela ri até quando chora. Ela sorriu desmedidamente até no dia que eu fui visitar ela numa penitenciária de segurança máxima, onde ela ficou 45 dias. Me deixaram vê-la depois de 30 dias que ela passou em período de “triagem”, onde só podia tomar banho de sol 3 vezes por semana, passava todo o resto do tempo trancada numa cela de 2 metros. Ficou as primeiras 48 horas seguidas nessa mesma cela, sem luz nenhuma. Sem saber que horas eram, sem poder pedir pra que os seus advogados trouxessem uma lâmpada, afinal, eram regras do presídio. Sem acesso a uma caneta pra escrever uma carta pros filhos dela. Com as costelas machucadas porque estava dormindo num colchão fino que fazia com que ralasse as costas a noite toda. Ah, ela estava na ala das prisioneiras do PCC, umas das mais perigosas do país.

Não, ela não tinha sido condenada.. Sequer julgada.. Mas aí estava. Cada vez que ela tinha que ver um advogado, o que acontecia diariamente, ela precisava fazer aquela revista humilhante, sem roupa alguma.. Mas sabe o que ela fez nessas 3 horas que permitiram que eu ficasse com ela? Ela sorriu. Riu, deu gargalhada de cada história que contei. Sorriu com a alma mesmo, riu de chorar.

Isso que Mônica Moura não é negra nem pobre, para os quais o sistema penal costuma reservar sua face mais autoritária e desumana.

E ela não foi nem julgada! Meses presa preventivamente para Moro libertá-la afirmando que a responsabilidade criminal dela “enconta-se em um nível talvez inferior da de corruptores, corrompidos e profissionais do crime”.

Ora, ficou meses sendo torturada pelo Estado brasileiro por que, então?

Alguém indenizará esse tempo de vida em liberdade arrancado da pessoa?

Mesmo que houvesse indenização, é possível medir em dinheiro o valor da liberdade e o tempo de vida perdidos? Lógico que não!

Brasil ou Nourega: alguém está errado nessa história. Não é difícil perceber quem.

Sobre liciomaciel

Velejador
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2 respostas a ALMIRANTE OTHON – UM EXTRANHO CASO

  1. JOSE LUIZ VALIM diz:

    Sr. Lício Maciel:

    Acho tb que a pena aplicada ao Almirante Othon é desproporcional e COM CERTEZA SERÁ REVISTA, REDUZIDA OU ATÉ ANULADA NO ANDAMENTO DO PROCESSO.

    Mas DESQUALIFICAR A LAVA JATO E O MAIOR CRIMINOSO DA HISTORIA DESTE PAÍS LULA E A QUADRILHA DE POLÍTICOS QUE AÍ ESTÁ A FAZER ESTRIPULIAS, A CORRUPÇÃO NO BANCO CENTRAL – ADMINISTRADO POR UM BANQUEIRO ESTRANGEIRO A FAVOR DE ESPECULADORES DE TODOS OS TIPOS – É DEFENDER OS DESGRAÇADOS PETISTAS, VERMELHOS BANDIDOS BOLIVARIANOS QUE JÁ TROUXERAM O BRASIL PARA O ABISMO.

    NÃO DEVEMOS TER ARTIGOS DE BLOGUEIROS ENGANJADOS POSSÍVELMENTE PAGOS PELO PT AQUI SE ESPOJANDO NO SEU BLOG. ABAIXO A CORRUPÇÃO E O SR. OTHON QUE SE EXPLIQUE MELHOR POIS QUANDO O SUJEITO É TIDO POR UM “PAPA” NUMA REPÚBLICA DE CORRUPTOS E MEDÍOCRES ACABOU SE CONTAMINANDO…

    Admiro muito o Sr. e acho que os MILITARES ESTÃO PASSANDO DA HORA DE DAR UM BASTA NA ESCULHAMBAÇÃO EM VOGA POR AQUI – MAS NÃO ADMITO DEFESA DE CORRUPTOS , PETISTAS E VAGABUNDOS POLÍTICOS QUE ESTÃO AÍ PROCURANDO “DESFALCAR E SAQUEAR MAIS O BRASIL”.

    Attn. J.L. VALIM

    ________________________________ De: Blog do Licio Maciel Enviado: sexta-feira, 5 de agosto de 2016 09:37 Para: ogsamerica@hotmail.com Assunto: [Novo artigo] ALMIRANTE OTHON – UM EXTRANHO CASO

    liciomaciel posted: “O estranho caso do ALMIRANTE x Florimar Ferreira Coutinho 08:47 (Há 46 minutos) para Assuntos-gener. Cancelar inscrição Aliança pelo Brasil As duas histórias do “

  2. Tony diz:

    Esse é apenas UM dos vários, incontáveis traidores da pátria dentro das – hoje, definitivamente – Fraquezas Desmoralizadas. Se forem fazer um pente fino nesses estrelados que estão na ativa, e em vários que passaram à reserva, vão descobrir coisas assombrosas. Esquemas e mais esquemas, de licitação fraudada em quartel a coisas bem piores…
    Armas e drogas não entram por acaso no país. Há gente graúda na estrutura do Estado – de auditor-fiscal a senador, passando por delegado de PF e general – envolvida nesse e em outros esquemas.

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