Livro GUERRILHA DO ARAGUAIA – NOVA TIRAGEM

 

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[Prefácio de Jarbas Gonçalves Passarinho]

PEDIDOS para liciomaciel@gmail.com ou 21 22596817

Remessa pelo CORREIO.

NOTA : Esta capa (Javali – Asdrúbal – Cid) foi adotada para demonstrar que não apenas estamos orgulhosos da tremenda vitória sobre os bandidos do PCOMUNISTAdoB nas selvas brasileiras em apenas dois meses e alguns poucos dias, bem como avisar que estaremos sempre aguardando que criem coragem para uma outra tentativa.  Cursar terrorismo em Cuba,  na Rússia e na China, de nada adianta…

CONTRACAPA do livro:

Historicamente, a organização de uma nação começou a ser desafiada com o Iluminismo europeu, sob inspiração de Rousseau, culminando nos ideais da Revolução Francesa e, a partir de 1848, nos diversos programas revolucionários inspirados na ideologia socialista. Rousseau foi o precursor intelectual do totalitarismo dos séculos XIX e XX, cuja expressão mais fiel encontra em Marx e Engels seus mais lídimos representantes. Ambos se sentiam desde o começo atraídos pela versão jacobina do terror de Robespierre, Blanqui, Fourier e Proudhon.  Robert Service assinala em sua historia do          comunismo mundial (Difel, Rio, 2015) que a proposta de Blanqui era a de uma revolução violenta “para destituir do poder as classes governantes e estabelecer um regime ditatorial que promovesse o avanço do socialismo”. É esse DNA radical que vai contaminar toda a obra de  Marx e Engels, tanto no mundo das ideias quanto – e principalmente – no campo do ativismo político, situando-os em franca oposição à tradição democrática.

Aristóteles, quando se refere à violência revolucionária, afirma que as rebeliões são levadas a efeito de dois modos: pela força ou pela fraude.

Isso nos leva imediatamente a indagar qual desses caminhos prevaleceu entre nós nesse episódio trágico de nossa história recente ao qual se convencionou chamar de Guerrilha do Araguaia.

Mesmo a mais despretensiosa análise do resultado que se seguiu a mais essa arremetida da esquerda no sentido de instalar no Brasil um regime nos moldes das ditaduras socialistas (a primeira tentativa armada foi a chamada Intentona Comunista de novembro de 1935), revela que, no final das contas, tudo não passou de mais uma fraude bisonha – a história se repetindo como uma farsa, como diria o próprio Marx.

O fato é que a fraude permeou todo o movimento de esquerda que de há muito já havia traído os seus fundamentos históricos, hauridos nas assembléias heroicas da Revolução Francesa: o comprometimento com as chamadas classes oprimidas e com a revolução que haveria um dia de melhorar a sua condição. Sob o disfarce de um discurso que elevava a utopia esquerdista à categoria de verdadeiro sucedâneo da religião cristã, o que havia mesmo era um projeto de poder totalmente alheio aos ideais democráticos da Constituição do estado brasileiro. Mas a máscara não poderia se sustentar indefinidamente. Lá fora, era o fracasso e a dissolução da União Soviética e todo o bloco de países comunistas, a queda do muro de Berlin e a extinção da Alemanha Oriental. Aqui no Brasil, o descalabro inevitável desses doze anos de experiência de governo do PT e o veneno mortal da crise ética e moral que se abateu sobre o corpo político brasileiro.

Jarbas Maciel

Casa Forte, outubro de 2015

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Relutei bastante em tornar público este texto.

A insistência dos amigos para que eu mesmo escrevesse sobre mi- nhas experiências, desde que inseri na Internet um relato sumário sobre o assunto, principalmente para corrigir os fatos vergonhosamente de- turpados e difundidos pela imprensa mentirosa, comprada e descarada- mente revanchista (eles não queriam me dizer:“Escreve, Asdrúbal velho de guerra, enquanto está vivo…”).

Mantive silêncio durante todos esses anos, mesmo no meio militar, principalmente por ser assunto classificado de secreto pelo Exército. No entanto, aqueles que tinham a obrigação de oficialmente rebater os ata- ques à Instituição, não o fizeram. Acovardaram-se. Esqueceram o prin- cipal, que a disciplina e a hierarquia não têm apenas um sentido. Assim, fui impelido naturalmente a entrar nesta“nova” luta, que eu tinha deixa- do já ganha, há muito,“na esfera de minhas atribuições”.

Antes de cursar o IME (Instituto Militar de Engenharia), eu já era Paraquedista, tendo realizado todos os cursos, inclusive o curso pioneiro de Forças Especiais, onde fui aluno-instrutor de comunicações. O IME foi para mim, além de um acalentado e antigo sonho de adolescente, um “carro de fogo”, uma prova inesquecível; foram quatro anos de estudos com professores de elevadíssimo nível intelectual, a maioria com doutorado no exterior, principalmente no MIT (Massachussets Institute of Technology) e na França. As comunicações, com a evolução tecnológica, passou a se denominar telecomunicações e, acoplada à informática, passou a ser a Telemática. Nenhuma célula de combate prescindirá de um eficiente sistema de comunicação…

 

SOLDAD~19

Livro com 298 páginas,  figuras em p&b

 

Sobre liciomaciel

Velejador
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3 respostas a Livro GUERRILHA DO ARAGUAIA – NOVA TIRAGEM

  1. Righini diz:

    Muito obrigado pelo o que o senhor e a sua geração fizeram pelo Brasil. Com vergonha, devo confessar ao senhor, que a minha geração fudeu com o Brasil.
    Lamento.
    Todavia, tenho os seus ideais, meu prezado e estimado Cel. Lício, como os meus.
    Não o desapontarei!

    Ad Sumus!

    Righini

  2. Tony diz:

    Infelizmente, os esforços dos militares do passado foi em vão. Tudo dominado. As instituições estão repletas de bandidos ideológicos, soldadinhos da causa. Não há saída, a não ser a guerra. Mas diante do que tenho visto, o Moézia está certo. Nós já perdemos essa guerra. Está todo mundo acomodado, acostumado com as amarras. Em breve, terão de escolher entre ficar em silêncio e servir aos propósitos dos criminosos nas instituições, ou irão pro matadouro, sem esboçar qualquer reação.

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