31 DE MARÇO DE 1984 – CONTRAREVOLUÇÃO REDENTORA – VAMOS COMEMORAR

(e-mail recebido do guerreiro Chico Dolar)_
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COMO EM “1964”, MAIS UMA VEZ, A PARTICIPAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA
31 DE MARÇO, MARCO CÍVICO-MILITAR
Aileda de Mattos Oliveira*
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   Há cinquenta e dois anos, a imprensa brasileira tratava, em primeiro plano, os assuntos nacionais no âmbito de uma visão midiática ainda sem a jaça vermelha da corrupção ideológica. O Jornal do Brasil, fundado em 1891, testemunha do início da história republicana e dos óbices políticos para a implantação definitiva desse regime, chegou a 1964, estampando, em suas páginas, as insidiosas ações de João Goulart e de Leonel Brizola, objetivando abrir as portas da soberania da nação à sanha de regimes ditatoriais estrangeiros e sanguinários, a partir da indisciplina nos quartéis e da ruína das instituições.

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   Pôr o Brasil sob a tutela de países antidemocráticos é antigo desejo dos apátridas, nem sempre por convicção ideológica. Oportunista, o militante brasileiro não está habituado ao pensamento crítico, curvando-se ao que lhe convém, ao que é conveniente aos seus amestradores ou aos seus parceiros, por dinheiro ou por servidão das próprias almas pequenas, já que o traidor rasteja, torna-se um réptil diante de um poder maior.

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   No dia 2 de abril de 1964, o JB, como ficou conhecido, publicou na página 5, três editoriais: “Passado”, “Presente”, “Futuro”, portanto, o pensamento da direção do próprio órgão de imprensa. Hoje, relendo o “Passado”, vemos nele a repetição dos erros de João Goulart refletidos no despreparo e na prepotência da presidente Dilma, manipuladora da vontade de seus sequazes colaboradores.

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   Repete-se a avidez pelo poder. O país, vítima da entranhada inveja de Lula dos que têm conhecimento e educação, sofre as consequências de sua aliança com o Mal, de sua rigidez no comando da destruição institucional, a qualquer custo, na perversão da infância e da adolescência. Uma criatura de essência rudimentar!

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   Como Goulart, porém, mais desenvolvidos nas táticas políticas, Dilma e Lula nunca puseram em prática um programa de governo, visto ser obsessão doentia enfeixarem o poder absoluto, apropriarem-se ilicitamente dos bens públicos, tornarem-se líderes da aliança regional com países de governos despóticos e eliminarem as fronteiras políticas, a fim de imporem o imperialismo da retroação.

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“Caiu vítima finalmente de sua insinceridade e de sua política de enganos”, diz o jornal referindo-se a Goulart. Esperemos que esse final, mostrado no editorial “Presente”, seja o mesmo para a tão aguerrida guerrilheira e competente predadora da nação. Seja o mesmo para o energúmeno Lula, a raiz de toda putrefação cívica que corrompe o país. Mas já estava no “Futuro”, a visão clara deste nosso presente. Diz ele que a “extirpação do Sr. João Goulart não extirpou os problemas que ele criou e que chegaram ao ponto de destruir o Brasil democrático.”
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   Eis que nos deparamos com a premonição jornalística. Não houve difusão das razões que levaram à Contrarrevolução de 1964. Não habituado às artimanhas políticas da autopropaganda, faltou perspicácia ao governo militar em explicar a Contrarrevolução a cada 31 de Março que se sucedia, através da mídia, nas escolas, nas universidades, que foram, então, dominadas por professores e alunos de esquerda. Não trazendo a público as origens dos acontecimentos, não fazendo a relação entre o golpe de Goulart, articulado por Brizola, e o da Intentona Comunista, em 1935, os problemas, citados pelo Editorial, se agigantaram em face das guerrilhas urbanas. A história oficial era indispensável para que nada ficasse disperso, sem a relação imprescindível de causa e efeito.
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  A ingenuidade dos militares de acreditarem que o brasileiro comunista poria em primeiro lugar a sua brasilidade mostrou o desconhecimento do trabalho intensivo de dominação das mentes, de sucessivos grupos de estudantes, continuamente em prática nas áreas acadêmicas, dentro do que preconiza o psicótico Gramsci e seus antecessores.
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Luiz Carlos Prestes, sob as ordens e custeio da União Soviética, traiu a sua pátria, mandando eliminar, covardemente, pelas mãos de seus comparsas fardados, os colegas que dormiam no descanso da tarefa de soldados. Não havia dúvidas. A própria fonte pagadora do mercenário não esconde a sua participação ativa: “Moscou confessa! O órgão oficial do Komintern confirma que foram os comunistas que fizeram a rebelião no Brasil” (O Globo, 31/12/1935, in William Waack. “Camaradas”, Apresentação, p. 3) Luiz Carlos Prestes, na Câmara dos Deputados, declarou, incisivamente, lutar ao lado da Rússia numa hipótese de conflito com o Brasil. Apesar desses trágicos fatos históricos, das vítimas da traiçoeira ideologia, de saber que comunista não rende loas à Bandeira Nacional, a ingenuidade dos militares permanece patente.
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   Três Comandantes fazem, sorridentes, declarações de amizade ao atual ministro da Defesa, comunista do PC do B, justamente o partido que prestou homenagem a Prestes num programa político em 2011, homenageou, em 2013, os 101 anos de Kim Il Sung, fundador da República Popular Democrática da Coreia (do Norte), justamente o partido responsável pela guerrilha do Araguaia, nos idos de 1968 a 1972. O que significa tal satisfação pela companhia de um agente contrário à doutrina militar brasileirade defender a soberania do Brasil, antes de tudo, tornou-se uma interrogação constante no lado civil, do qual faço parte.
O que esperam dessa cumplicidade que deve ser negativa dentro de suas Corporações e nas páginas, isentas, da História futura, se já deixou decepcionada a parte consciente da população que depositava total confiança nas suas Forças? Que Aldo Rebelo se declare fiel aos símbolos nacionais?
Declare-se um comunista romântico? Que a sua voz mansa, educada, respeitando as construções da língua eo saci-pererê, seja sinal de aprovação à democracia e às tradições nacionais? Que rearme as Forças dentro das exigências de nossa soberania? Crédulos Comandantes!
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Relembremos as palavras do grande Presidente Médici. No pronunciamento feito à nação, em cadeia nacional, em 7 de outubro de 1969, conforme o Correio da Manhã, de 8 do mesmo mês e ano, última página, declarou: “Sei das minhas dificuldades, mas procurarei ultrapassá-las pela escolha de auxiliares capazes, dignos e patriotas, que, em qualquer circunstância tenham os interesses nacionais acima e muito acima de seus próprios.” (Grifo da autora)
Não podemos esquecer que, em outros tempos, em situação semelhante, mas agora, eufemisticamente, considerada de “estabilidade”, sentia-se a presença dos brasileiros fardados que tornaram possível a harmonia nacional, mesmo quando a senhora Dilma e seus amigos de “aparelho” comandavam a orgia dos sequestros de embaixadores estrangeiros, dos assaltos a bancos, da explosão de pessoas.
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Dia 31 de Março é um marco histórico na vida nacional, e não unicamente militar, porque dele fizeram parte as instituições pilares da Nação Brasileira: a Família e a Igreja. Se hoje esses alicerces se apresentam desfigurados, deve-se o esfacelamento ao próprio trabalho da esquerda que colore as trevas com as cores do “progresso”, da “mudança”, do “anticonservadorismo” que iludem os que não fazem do raciocínio uma constante.
Não estarão os militares também desfigurados? Ficaremos na dúvida até a constatação ou não das comemorações nos quartéis in memoriam dos grandes Generais e da abnegação de cada um em manter o Brasil nas mãos dos verdadeiros brasileiros.

*(Dr.ª em Língua Portuguesa.
Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)

 
 
_CF31demarçoNQ/2016_
MEMENTO NR 14
 Não esquecer: nos dias 29, 30 e 31 de março é o mínimo que podemos fazer,
 bandeira na sacada e usar camisas com as cores da pátria!
NÃO ESQUECER DO FOGUETÓRIO ÁS 20:00H NO DIA “31”!
 Excelentíssimos senhores oficiais-generais do alto comando, de modo a não restar dúvidas, COM TODO O RESPEITO, PELO NOSSO EXÉRCITO, SEUS SOLDADOS SOLICITAM:  assim como fez o Excelentíssimo Senhor General Mourão, no comando do CMS  em 2015, comemorem a data redentora com formaturas na sede de seus grandes comandos junto com o “velhos soldados”.
“PREZADO COMPANHEIRO “DA LUTA”, SOLICITA-SE A MAIS AMPLA DIFUSÃO,
SEM ESTA DIFUSÃO O ESFORÇO SERÁ EM VÃO!
“CAMPANHA FESTEJE 31 DE MARÇO NOS QUARTÉIS, ENTRE NESSA!”
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2 respostas a 31 DE MARÇO DE 1984 – CONTRAREVOLUÇÃO REDENTORA – VAMOS COMEMORAR

  1. bxdg diz:

    POR FAVOR CORRIJA A DATA NÃO É 31 DE MARÇO DE 1984

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