LIVRO TURBRAN-52

BandeiraTremulando

 

LIVRO “TURMA BARÃO DO RIO BRANCO: (AMAN/1952) : UMA HISTÓRIA”.

 

O LIVRO DA TURBRAN FOI LANÇADO E DISTRIBUÍDO ESTE MÊS PELO SEU AUTOR, CORONEL ILO FRANCISCO DE BARROS BARRETO:  “TURMA BARÃO DO RIO BRANCO: (AMAN/1952) : UMA HISTÓRIA”.

A TURMA, NA REALIDADE, por direito, É A “JARBAS GONÇALVES PASSARINHO”, o nosso sempre CAPITÃO PASSARINHO (vejam lá no texto como…).

São ~200 páginas de passagens verídicas da Turma, recordando e relatando ao Coronel Ilo pelos cadetes – trabalho constante durante muitos anos, colhendo os relatos pacientemente e rindo naturalmente. Fui consultado e relatei algumas passagens, mas não desejei introduzir algumas bem amargas, muito fortes.  Duas, dignas de nota. Uma delas foi com o MÁRIO DA PURIFICAÇÃO ALMEIDA COSTA (desassombrado e firme) E OUTRA FOI COMIGO MESMO, BRIGANDO COM OS LARÁPIOS DO GOVERNO DA ÉPOCA (1982). O nosso destemido TARCÍSIO (leia o livro do Coronel Av GUSTAVO O.BORGES –  A Revolução Injustiçada, também em e-book na Amazon.com) companheiro de turma Cel. TARCISIO CÉLIO CARVALHO NUNES FERREIRA (herói de Jacareacanga), que declarou aberta e desassombradamente à Imprensa, décadas depois: “JOÃO NÃO SERÁ PRESIDENTE !”. O Coronel Mário foi, embora por pouco tempo, Fiscal Administrativo da Presidência da República (Médici). O SNI era dependente administrativo da Presidência. O João Figueiredo (SNI) promovia churrascos homéricos na Granja do Torto, convidando todos os Congressistas todos os sábados e domingos (com as novas “amizades”, ele conseguia comer muito mais que simples churrasco…). Todos os automóveis, com motoristas, eram “escalados” para servir aos festeiros comilões/beberrões. Toneladas de carnes de primeira, wiskeys, vinhos, linguiças, frango, enfim, tudo a que um churrasco de tal padrão tem direito (imaginem). Os gastos eram astronômicos e tinham, obrigatoriamente, de ter a rubrica do Mário. Resultado: o Mário pediu demissão do cargo prematuramente e foi embora, após reclamar, debalde, dos gastos. Mesmo perdendo as gratificações, preferiu não contribuir com a gastança estarrecedora. Os motoristas reclamavam muito pela perda da folga de fins de semana, mesmo com boas horas-extras. Este fato era conhecido em toda Brasília e acho que o Tarcísio tinha conhecimento, daí sua frase “histórica”, anos depois quando surgiu a “candidatura” do João. Figueiredo foi escolhido Presidente e levou, além de Golberi,  Medeiros (SNI) e Newton Cruz, que ficou com a Agência Central do SNI. A CPI do caso Capemi, onde o Newton Cruz mantinha 4 (quatro) parentes próximos controlando tudo, inclusive vários Ministérios, sem contar com seus “discípulos” do SNI e “teleguiados” agindo livre. Tá tudo escrito lá e quem quiser cópia enviarei online, free (“Câmara dos Deputados – Aprovar o Relatório e as conclusões da CPI). Fui levado por alguns colegas de Tutma para ser Coordenador do Projeto Tucuruí (o antigo Coordenador tinha fugido com medo da quadrilha…). Passei 3 meses brigando contra a corriola formada para saquear a obra do Rollemberg e, lendo mais atentamente o Contrato com a Servix, achei uma brecha e o suspendi (bem pior que rescindir). Era a firma do irmão do Newton Cruz, Nilson de Oliveira e Cruz. Eu não podia rescindir, mas podia suspender, já que a direção do Rio de Janeiro não tinha coragem de “providenciar” o escanteio da firma do irmão do todo poderoso Nini. O contrato previa também que todas as máquinas (tratores, skiders, etc.) do falido Projeto Jari, do americano Ludwig, que foram compradas como ferro velho pela   Servix, a manutenção seria paga pela Capemi. Uma baba, claro. Depois de “despachar” a Servix, pedi demissão. Aí, o Newton Cruz distribuiu um Informe Reservado a todos os oficiais generais das FF.AA. acusando-me de ter construído um barco de pau-brasil, de 30 metros de comprimento, no valor de 30 milhões de cruzeiros em Tucuruí… Grande investigador, o Nini. Até hoje o barco de pau brasil nunca apareceu… e eu permaneci velejando ao longo do fantástico litoral brasileiro em meu veleirinho de 8 metros de comprimento, muito bem construído aqui no RJ, projeto do canadense Bruce Roberts, todo em fibra de vidro, mastro/retranca de alumínio Alcan, etc.etc. (ainda está inteirinho na poita, na URCA). Enquanto ele ficava de briga com um tal de Polila (sem falar no meu amigo Major pqd Prado, que me relatou outros detalhes das ações deletérias do general, inclusive Baumgarten e outras {Tancredo}; por isso tudo, o gen. Pires Gonçalves não permitiu que ele atingisse a quatro estrelas. Muitos meus “amigos”, a maioria generais, acreditaram no Nini (tenho a relação de todos os “crédulos”), a grande maioria de “melancias” denunciados na História Oral do Exército – revolução DE 64, EM 15 VOLUMES, obra DIRIGIDA pelo General ARICILDES DE MORAES MOTTA, também da Turbran.

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Outros casos “cabeludos” com outras “otoridades” estão no meu simples mas acurado livro sobre a luta no Araguaia, de 1968 a 1974 para mim, motivo pelo qual ele é tão boicotado pelos “melancias” que cito nominalmente !!! Mato a cobra e mostro o pau!!! NUNCA DEI TRÉGUA A COMUNA NEM SALAFRÁRIOS dentro do nosso EXÉRECITO e fora. PRINCIPALMENTE DENTRO, POR SEREM TODOS JURAMENTADOS!!! O CIVIL PODE SER COMUNA, MAS O MILITAR NÃO. (ESTA É UMA DAS GRANDES DIFERENÇAS).

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Para que vejam que o amor pelo nosso EB não é só dizer amén…

Sobre liciomaciel

Velejador
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