SOB O DOMÍNIO DO PARTIDO COMUNISTA

VAMOS CONTINUAR COMEMORANDO OS CANALHAS MARIGHELA, PRESTES, MARX E GRAMSCI…ADOTAR LOGO A BANDEIRA VERMELHA, SOB O COMANDO DO PCdoB…

29/10/2015 19h08

Divulgação/Exército Brasileiro
General do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, comandante Militar do Sul

General do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, comandante Militar do Sul

(Graça Salgueiro))

O Ministério da Defesa exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. O motivo: críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.

Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares, mas foi a única motivada por evento político. A Folha não conseguiu contato com ele.

No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que “a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões”.

Além disso, ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que “a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no ‘status quo'” e que “a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”.

O caso foi revelado pelo jornal “Zero Hora”, e detalhado pela Folha há dez dias.

Para piorar a situação de Mourão, que não comentou as afirmações, um general sob seu comando promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26).

Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime militar (1964-85).

Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.

Segundo a Folha apurou, o ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente a presidente da medida. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo, que é do PC do B, partido que notabilizou-se durante a ditadura por promover uma guerrilha contra o governo militar.

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O PALAVRÓRIO DA IMPRENSA CHAPA BRANCA, COMPRADA, É SEMPRE CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ÉTICA E DA HONRADEZ DO CIDADÃO. O BRASIL JÁ É UM PAÍS COMUNISTA! O  PartidoCOMUNISTAdoBrasil NÃO QUER PERDER A OPORTUNIDADE DE TRANSFORMAR O BRASIL NUMA CUBA – OS COMUNISTAS QUEREM SE PERPETUAR NO PODERM DE QUALQUER MANEIRA. ESTA É A REALIDADE QUE ESTAMOS VENDO DIARIAMENTE. NINGUÉM TEM MAIS DÚVIDA. JÁ ESTAMOS IGUAIS A VENEZUELA! O ABISMO ESTÁ AOS NOSSOS PÉS, NAS MÃOS DOS “PATRIOTAS” MEMBROS DO PARTIDO COMUNISTA…FALTA BRIO E CORAGEM AOS CHEFES MILITARES DE HOJE!!! SÃO UNS CARNEIRINHOS-VERDES … VAMOS LIMPAR O NOSSO PAÍS, ENQUANTO É TEMPO. ENQUANTO AINDA HÁ ESPERANÇA DE LEGAR AOS NOSSOS FILHOS E NETOS UM BRASIL LIVRE, DEMOCRÁTICO, PARA O QUAL TANTO LUTAMOS DE ARMA NA MÃO DESDE 1935!

O Brasil já é comunista

Por Luiz Antonio Magalhães
O comunismo já chegou ao Brasil. Você não sabia? Então certamente deixou de ler o último texto de Olavo de Carvalho na revista Época, da editora Globo.

Sem medo de errar, o artigo de Carvalho é uma das maiores pérolas que já tive a chance apreciar. Só para o leitor deste Correio sentir o clima, o texto começa assim: “Pessoas que só sabem por ouvir dizer juram que o comunismo morreu. Eu e o senhor Antonio Negri, que estudamos o assunto por décadas (…) asseguramos que ele está mais vivo que nunca. Também o senhor Fidel Castro, que está por dentro das preparações subterrâneas, anuncia para breve a rentrée espetacular da sangrenta pantomima a cujo serviço dedicou sua porca vida”, escreveu.

Para quem não conhece, o filósofo Olavo de Carvalho, além de detentor de coluna na revista Época, tem cadeira cativa no jornal O Globo. Seus textos são reproduzidos em jornais Brasil afora.

Voltando à pérola da semana passada, vejamos a razão de tanta indignação contra os “vermelhos”: segundo o filósofo, dois fatos recentes provam que o país caminha inexoravelmente para a revolução. A saber:

“1. Um juiz do Rio Grande do Sul, solicitado a devolver aos proprietários uma fazenda invadida pelo MST, negou a reintegração de posse sob a alegação de que não havia provas da ‘função social’ do imóvel. 2. Um notório terrorista dos anos 70, que nunca se arrependeu de seus crimes, que antes se orgulha deles e que no máximo admitiu ter algumas dúvidas quanto à conveniência de repeti-los hoje, foi nomeado ministro da Justiça.”

Não, caro, leitor, não é brincadeira. O que está escrito acima é exatamente o que saiu em página nobre da segunda maior revista semanal do país. Os motivos do alarme de Carvalho são esses. Segundo ele, o primeiro fato revela que, no Brasil comunista de hoje, “o direito à propriedade adquirida por meios legais depende da prova de sua ‘função social’, mas o direito à propriedade tomada pela força depende somente da coloração política dos novos proprietários. (…) O princípio assim firmado deve valer para toda propriedade imobiliária (…), exceto aquela que tenha utilidade estratégica ou publicitária para a causa comunista, única função social que se exige dos imóveis do MST”.

Se o leitor ainda não se recobrou do choque, aguarde: para o filósofo Carvalho, a posse de Aloysio Nunes Ferreira no ministério da Justiça do governo, pasmem, tucano de FHC, significa que “o crime de tortura, mesmo não provado, e bastando que seja imputado a anticomunistas, é impedimento ao exercício de cargo público; já o de terrorismo praticado pelos comunistas, mesmo quando confesso, não o é; ao adotar essa escala de valores, o Brasil se alinha oficialmente, declaradamente, entre os países que protegem e legitimam a prática do terrorismo”.

Carvalho fecha seu raciocínio com chave de ouro: “Quem conheça a história das revoluções comunistas reconhecerá que, desde a semana passada, o Brasil já não é uma democracia capitalista. É um país em plena transição para o comunismo”.

Resta saber se alguém leva este tipo de coisa a sério. O fato das Organizações Globo gastarem tinta e papel para que o filósofo faça as vezes de guardião do regime capitalista e denunciante histérico da mais ínfima ameaça ao status quo deve ser levado em consideração: tem alguém escutando os seus berros.

O problema todo é que Carvalho não tem um décimo do talento dos grandes reacionários – como o jornalista Paulo Francis, no qual ele certamente se inspira – e acaba dando tiros no próprio pé. Afinal, até o artigo da semana passada, o filósofo Olavo de Carvalho se dedicava a tentar impedir que o comunismo tomasse conta do país. Ele mesmo, porém, anunciou a chegada do comunismo ao poder. A família Marinho já deveria parar de lhe depositar o contracheque no fim do mês.

 


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Folha de S.Paulo 2015

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