GADO FARDADO

SOLDAD~19

De: Pedro
Enviada em: terça-feira, 6 de outubro de 2015 15:25

 

Aos que ainda esperam uma reação das FF AA, sugiro ler o texto abaixo:

 

Segue transcrição de texto publicado no Blog do Capitão Lenilton Morato, da turma de 2002 da AMAN do curso de Cavalaria. O referido oficial está cursando a EsAO no presente ano. Segundo o relato, após a publicação do texto na internet o oficial foi alvo de uma sindicância e recebeu uma punição por Transgressão Disciplinar.
Tire suas próprias conclusões.
 
Gado Fardado

 

Na cultura e na tradição gaúcha existem dois eventos que são muito comemorados nas estâncias (fazendas): a marcação e a castração do gado. No primeiro o ferro em brasa com as iniciais do dono do rebanho queima o couro da rês para que todos saibam a quem ela pertence. No segundo retiram-se os culhões dos touros, que passam a ser chamados de bois, com o objetivo de torná-los mais mansos e de engorda mais rápida, preparando-os para o abate. Os indivíduos que possuem características de boa performance e genética são poupados da castração para que se tornem reprodutores, garantindo ao proprietário melhores exemplares para o abate.
Dentro da sistemática da esquerda, ocorre algo semelhante. Indivíduos são marcados e castrados com a ideologia do partido. A marca, entretanto, só é perceptível quando a infeliz criatura abre a boca para repetir o batido discurso revolucionário em apoio cego a toda forma de dominação intelectual, cultural, moral e religiosa. A castração ocorre quando, ao observar potenciais opositores, a esquerda trata logo de capar as lideranças, seja através de perseguição ideológica, seja pela utilização de cargos em estatais para retirar dos opositores a vontade de lutar pelo que acreditam. Assim, tal qual nas estâncias gaúchas, o gado fica sob controle, esperando a hora do abate.
Dentro dos quartéis não é diferente. Mesmo antes da chamada redemocratização, a esquerda foi progressivamente marcando sargentos, oficiais e comandantes para que abraçassem o seu ideal de “um mundo novo é possível”. Progressivamente a geração de militares nascidos e formados após a retomada do poder pelos partidos políticos foi sendo trabalhada para acreditar que o passado seria esquecido e que a anistia seria realmente para todos. Como coelhos, os cidadãos fardados foram caindo na armadilha. Foram marcados em sua mente, em sua alma, para serem apolíticos, sem opinião ideológica formada. E pouco a pouco foram esquecendo os porquês da necessidade do movimento de 31 de março de 1964 e seu posterior enrijecimento.
Passaram a acreditar na história contada por aqueles que perderam a batalha militar, mas venceram a guerra cultural.
Aos poucos oficiais de alta patente que ousaram tentar manter viva a história daqueles conturbados anos, o partido tratou logo de castrá-los. Retirando o comando de muitos, enviando para a reserva outros tantos, a regra do jogo ficou muito clara: aqueles que se posicionarem a favor da Revolução Democrática de 1964 não poderiam ascender aos postos mais elevados da hierarquia militar. E caso já os tivessem galgados, seriam castrados, ou seja, destituídos de seus grandes comandos e retirados para a inatividade. Assim, foi sendo minada a resistência militar aos mandos e desmandos da esquerda, ao mesmo tempo que promoveu-se o acovardamento dos comandantes. A moeda de troca? Cargos, dinheiros e uma “boquinha” numa estatal como a Petrobrás ou a Vale. A esquerda tem, enfim, o seu rebanho fardado.
O ápice, porém não desfecho deste processo, pode ser observado em duas decisões recentes: a da POUPEX em não mais patrocinar o periódico INCONFIDÊNCIA e a do Comando do Exército em retirar do calendário as comemorações alusivas à Revolução Democrática de 31 de Março de 1964. Além de não divulgar de maneira clara esta decisão para a tropa, fica evidente o acovardamento moral de nossas Forças Armadas diante desta manifestação clara de tentar forjar ainda mais a história. De olho em seus vencimentos, para não serem ejetados da vida militar e com possibilidade de arrumar um cargozinho nas diversas empresas, agências, secretarias e ministérios do governo, os comandantes militares deixam de defender a história de seu país, deixam de lutar pela verdade dos fatos daqueles anos tão distorcidos pela historiografia oficial da academia.
Cada vez mais rapidamente as nossas Forças Armadas vão fazendo parte do grande rebanho esquerdista. São tratados como gado, marcados e castrados para depois serem abatidos. Não levantam a voz em defesa de seus ideais. Não mexem uma pena para tentar resistir a esta sem-vergonhice socialista. Entregam suas almas ao partido.
Quebram o sagrado juramento de lutarem em defesa da HONRA da Pátria tão maculada por aqueles que hoje governam o país. Apenas baixam a cabeça e repetem o mantra: sim senhor (a).
Ignoram completamente que estão sendo vítimas de um processo que os levará à sua destruição. Em breve os outrora defensores da democracia e da liberdade de 1964 serão acusados de torturadores, assassinos e genocidas pelos próprios militares. Estes simplesmente ignoram o mundo a seu redor, limitando-se à rotina de batalhas fictícias contra um inimigo imaginário, enquanto o verdadeiro os governa e comanda.
O triste e preocupante é saber que a cada geração de novos generais a ignorância acerca das forças que atuam no mundo e no Brasil é cada vez maior. Não conseguem enxergar além daquilo que foram programados, além do que permite a marca ideológica imposta pela esquerda, mesmo quando eles sequer se dão conta que a possuem como gado.
Os que reagem são castrados. Consequentemente, não deixam novas descendências. E o rebanho segue engordando, cada vez mais pronto para o abate.

Abraços

Rubens

 

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Velejador
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3 respostas a GADO FARDADO

  1. Josimar Correia de Almeida diz:

    IImo. Sr Cel Lício. É lastimável em todos os aspecto, lendo a mensagem infra, concluimos que efetivamente estamos a mercê dos fascínoras comunistas, se a forças armadas estão dominadas pelo sistema e, eles tem a sua disposição os bandidos do mst, guarda nacional e tantos outros grupos armados e uma população desarmada, o que podemos esperar de bom? portanto estamos irremediavelmente subjugados a sanha esquerdista. Que Deus nos proteja. Saudações. Josimar Almeida. Ex-3º Sgt PMPE. Date: Wed, 7 Oct 2015 12:02:01 +0000 To: josi.alm@hotmail.com

  2. Bernardo M Garcez. diz:

    “Mais uma carga, camaradas !!!”

  3. Tony diz:

    E não tem HOMEM sequer à frente do Clube Militar para dar o grito de destituição desses canalhas traidores nos comandos. Tem um palhaço, um bobo da corte de cabelo pintado de acaju, mais um velhote ridículo, impotente e, muito provavelmente, um venal, sendo pago para continuar soltando notinhas inofensivas e afrescalhadas.

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