MARÍLIAS DE DIRCEU

ZéDirceu

(artigo de 03/12/2008)

 

Postado por Licio Maciel em 03/12/2008 08:49 (FOTOLOGTERRA.COM. BR – extinto).

MARÍLIAS DE DIRCEU – Coronel ERILDO.

Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;

Das brancas ovelhinhas tiro o leite,

E mais as finas lãs, de que me visto.

Graças, Marília bela, Graças à minha Estrela!.. Tomaz Antonio Gonzaga

Nem tudo está perdido. Sempre há um lampejo de esperança no mundo dos sonhadores (o Grêmio que o diga) e de vingança no coração das mulheres traídas. Mais forte que o brado de satisfação de um povo iludido no momento da derrubada de um ludibriador guerrilheiro, foi o sorriso sarcástico do doce momento de vingança da senhora ?Marília do Paraná? – aquela que foi iludida por cinco anos, pensando que era a ?Marília do Dirceu”. No dia em que o “Dirceu” declarou que não era o Dirceu de Antônio Gonzaga e sim o de Antonio Gramsci, a Dona ?Marília? entendeu o que é conviver com comunistas. Quando soube da triste verdade deve ter chorado e, com certeza, jogou uma baita praga no infeliz. Foi forte a sua mandinga, lançada no dia em que foi abandonada pelo canto da sereia colorada. Foi fortíssima a sua praga. Foi como praga de madrinha, onde ninguém escapa, sempre pega e, felizmente, deu no que deu. Vingou a si e ao Brasil. O povo brasileiro, que passa por um processo de aperfeiçoamento e purificação de consciência liberal ao percorrer os caminhos do aprimoramento das regras do regime democrático, tem usado os próprios valores da democracia para afastar os ditadores rubros. Nesta semana, um velho comunista, defensor das posturas do fórum de São Paulo, caiu do alto de seu pedestal. O guerrilheiro impassível, adestrado nas matas da ilha do “comandante Fidel”, que estava até agora tripudiando nas terras vermelhas do planalto, desempenhando com descarado destemor, prepotência e invulgar ousadia o papel de domador da estrela vermelha, iludindo milhares de pessoas do povo neste país do “PIB artificial”, finalmente balançou, perdeu a petulância, o equilíbrio e caiu. Cumpriu-se a praga da ?Marilia do Paraná?. Hasta la vista, Zé! Apesar de todo um processo protelatório, na madrugada da última quarta-feira foram cassados os seus direitos políticos. Zé, vá com Deus! Mas, no crepúsculo desse julgamento, além de muitas dúvidas sobre a licitude de procedimentos na área administrativa, ficaram as viúvas que não entenderam que foram traídas. Muitas estão inconsoláveis. Muitas, muitas “Marilias”. Só no templo das bengaladas choraram cento e noventa e duas que, perdendo o pudor natural, gemeram em discursos adulatórios na tentativa vã de iludir, mais uma vez, a nação brasileira, defendendo o seu “DIRCEU”. Mas todas as outras ?Marilias traídas? que entenderam o golpe da grande falácia nacional, com a queda do “Dirceu trotsquista” estão a saborear o doce sabor da vingança. Hoje, após o seu afastamento, no mínimo há mais decoro nas esferas executiva e legislativa deste país. É, comandante ZÉ, “Daniel”, “Caroço? ou outro nome… Você errou de estrela. Devia seguir a de Tomaz Antônio Gonzaga, respeitando as mulheres, e não a de Antonio Gramsci, que ilude a todos. Cel Erildo www.acontinencia.com

 

 

 

 

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