DIFÍCIL DE ACREDITAR, DEPOIS DE TANTA COVARDIA !!!!!!!!

 

11:38 (Há 17 minutos)
para mim

 

fAMILIAbURLESCA4 SEUS COVARDES…genoino_medalha

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MUITO DIFÍCIL, SEU ZÉ…

 

 

 

CARTA DE FÉ E DE CONFIANÇA

Sergio Pedro Bambini

13 de agosto de 2015

Há algum tempo, no limiar de completar 47 anos de serviço, deixei a Força Aérea Brasileira.

Em minha mensagem de despedida, enfatizei dois fatos, para mim, relevantes. Eu era o último Oficial-Aviador cuja formação dera-se, totalmente, no lendário Campo dos Afonsos. Também, e mais importante, eu era o último Oficial, que já fazia parte do Corpo de Oficiais da Aeronáutica no dia 31 de março de 1964.

Em minha formação de Oficial, durante os anos de Escola Preparatória e de Escola de Aeronáutica, em nossas aulas, pouco aprendemos e debatemos sobre diversos aspectos de nossa história, então, recente. Fatos relevantes, como a Revolução de 1930, a Revolução Constitucionalista de 1932, a implantação do Estado-Novo e a destituição de Getúlio Vargas eram, apenas, comentados ligeiramente. Esses fatos, ocorridos há menos de 35 anos da época em que vivíamos eram parte do passado e ponto. Fatos atuais como as revoltas de Jacareacanga e Aragarças, assim como a renúncia de Jânio Quadros, também, não eram fruto de estudos aprofundados.

Minha geração atual, composta de militares inativos deseja, com ardor insistente, que os militares da ativa sejam especialistas, solidários e responsáveis pelos valores do movimento revolucionário de 1964. Muito justo. No entanto, há que se considerar e ter presente que toda a geração de militares, hoje na ativa, das três Forças, é formada a partir do final dos anos setenta e depois.

A formação destes militares seguiu outros parâmetros, que, por sua vez, têm evoluído considerável e constantemente.

E isto é um fato!

Os valores, porém, dos militares de hoje são os mesmos dos militares de ontem. Eles são capazes, sim, de fazer, no presente, o que nós e aqueles que nos antecederam, fizemos no passado. Basta a Pátria necessitar e eles não lhe faltarão.

Os militares de hoje estão presentes e disponíveis. Procuram inteirar-se dos problemas e estudam suas soluções. Mantém a mentalidade operacional, com plena consciência que sua destinação é a guerra e o seu preparo a melhor dissuasão. Eles são exemplo e, por isso, plenamente aceitos pela sociedade brasileira, que neles deposita total confiança.

Tenhamos confiança e sejamos crentes.

Nossos militares trabalham além da simples obrigação formal. Eles vibram com a profissão que livremente escolheram. Vislumbremos que, para o cumprimento da missão a eles confiada, são igualmente importantes aqueles encarregados da atividade-fim e aqueles encarregados da atividade-meio, independentemente de postos ou graduações. Na Força Aérea, os que voam, os que fazem voar e os que apoiam o voo.

Eles sabem. São militares por opção própria e estão cientes que fortalecer a cadeia de comando é o caminho correto de aprimorar a mútua confiança entre superiores e subordinados, chave para o enfrentamento vitorioso de conflitos.

Eles vivem em constante aprimoramento da disciplina, pois  não a exercendo, ou não a exigindo, estarão corroendo um dos pilares básicos da Instituição Militar e  preservar esse baluarte é dever de cada um. Assim, estão conscientes, não podem ser tolerantes com pequenas faltas, que solapam a disciplina e tornam-se precursoras de grandes transgressões.

Eles exercitam e fortalecem, constantemente, as qualidades que são desejáveis no cidadão e requisitos de vida para o militar – patriotismo, civismo, honestidade, lealdade, coerência, dignidade, humildade, eficiência, ética,  confiança – lembrando que tais qualidades não são fracionáveis e definem o perfil do indivíduo.

Eles primam pela segurança no trabalho – qualquer trabalho – fazendo, cada um, sua parte para o bom andamento do serviço.

Não, meus caros companheiros de inatividade, os militares da ativa não são diferentes do que fomos.

Eles saberão honrar seu juramento e saberão agir se e quando necessário.

Confiemos e peçamos ao bom Pai que os abençoe, os ilumine e lhes dê a força necessária para cumprir sua missão.

 

Sergio Pedro Bambini é Tenente Brigadeiro tendo sido declarado Aspirante a Oficial Aviador em 1963 e foi Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica

 

 

 

 

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2 respostas a DIFÍCIL DE ACREDITAR, DEPOIS DE TANTA COVARDIA !!!!!!!!

  1. Edson Reis diz:

    Prezado Sr. Tte, Brigadeiro Sérgio Pedro, o sr só pode estra brincando. Na mesma matéria em que vemos um covarde traidor da pátria, condecorando um marginal, ladrão, mensaleiro, comunista, que nos anos 64 participava ativamente dos movimentos terroristas, junto co essa excrecência que desgoverna este país o sr. enaltece o patriotismo desses covardes milicos de merda, seriamente comprometidos com a escandaloso assalto que assolou o,país!!! Fala sério!
    eu servi mo ano de 64 e tenho o orgulho de ter servido sob o comando de verdadeiros militares.exceto o covarde Geysel e seus carolas dos direitos humanos,. O Sr, não me representa. Tivéssemos a sorte de ter mais dois anos de Garrastazu, e essa corja que ocupa o poder, não viveria pra contar essa triste história. Lamento ter que desabafar para um comandante que serviu nos anos que deveriam permanecer na história com honra, não esculhambados como são, e, vcs oficiais da reserva, abandonaram seus companheiros quando da asquerosa CNV. Realmente o sr, e seus igauis , não me representam.

  2. Sugiro que tal deficiência na formação de oficiais, conforme afirma o sr. Sergio Pedro Bambini, Tenente Brigadeiro, o pouco aprender sobre diversos aspectos de nossa história e certamente da história mundial, acontecia e ainda acontece, decorrendo então vícios intelectuais e de compreensão do todo que acontece na sociedade, seja nos aspectos sociais, econômicos e religiosos. Porém suponho que tal do “pouco aprender” nos bancos escolares das escolas de formação de oficiais, é coisa antiga, resultando em oficiais extremamente dogmáticos em determinados pontos e opiniões. Mas claro, existem aqueles que percebem que lhes falta algo, partindo então para uma abertura de visão decorrente de estudos.

    Meu falecido pai, general húngaro durante a Iº Guerra Mundial (duas Cruzes de Ferro e muitas outras medalhas ganhas em combate), afirmava que militares usam boné com pala para não enxergarem para cima, pois usam antolhos para não enxergarem tanto para a direita como esquerda, com isso pontuando a estreiteza de visão de oficiais militares; o que foi comprovado na guerra do Vietnã, onde forças altamente equipadas e em grande número, altamente treinadas, foram batidas por uns baixotinhos com sandálias de pneus e mal armados, o que se repetiu no Afganistão, onde duros soldados russos foram batidos por uns sujeitos barbudos usando pakul, e armas antiquadas; tal estreiteza de visão sendo comprovada pelo apoio que os gal Geisel e Golbery deram à elevação de Lulla e do PT ao poder, a aliança com Cuba na guerra em África, que resultou no banho de sangue que até hoje prospera no continente negro.

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