UMA VIDA – UM PERÍODO – MIL PERIGOS

4289Projeto Bruce Roberts 27′

Barco veleiro de nome Krum, do velejador Licio Maciel que percorreu de Bertioga até Natal, entrando em todos os melhores abrigos do nosso fantástico litoral, inclusive Abrolhos, Rocas e Noronha, num período de 30 anos, sem nenhum acidente grave.

Construído:

veleiroKRUM

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Será que está na hora de esclarecer as causas da “onda tsunami” que o atingiu. querendo destruí-lo moralmente? As “coisas” atuais por aqui, afinal, merecem revelar mais um importante general também participante, fora as outras graves acusações que lhe imputaram, “nadando” na lama….

De tanto ver a imbecilidade humana, a extrema imbecilidade dos “filhos dos deuses gregos”, além de duvidar deles e Dele, criei ódio aos “cumunistas”. Hoje, eu levaria ao paredón todos eles… Não se perderia nada. Só assim ficaríamos livres desses vermes . São anos de uma lutas contra eles, contra a imbecilidade de quem é mais teimoso que um jegue lá das proximidades de Garanhuns… Na vida real sempre enfrentei firmemente os “cumunista”, sem as firulas dos pseudo-intelectuais de ambos os lados. Até mesmo no EB, enfrento até hoje os comunistas (melancias). Conheço cara no EB que sabe a vida de Gorki de cór; adora Marx, Engels e toda a corriola acéfala e é fã de Stalin, adora Putinho e o viado Che… Enfim, extrapolando, o cara que aceita uma nomeação dessa corja que aí está, é cumunista (ele, de tão comunista, dá até o rabo para os outros…) e sai tentando doutrinar os demais. Como bom leitor (meu pai era professor universitário e dono de Faculdade em Recife, tinha mais de um milheiro de livros em enormes estantes rústicas de madeira ao longo dos corredores de nossa grande residência, para abrigar uma família de mais de 10 pessoas na rua Gervásio Pires, em Recife (ou no Recife, como querem os mais apegados a Camões…). Desta casa, hoje, só resta o corredor principal, demolida que foi para o alargamento, até o Derby, da Rua Conde da Boa Vista, desde a Rua da Aurora que margeia o Capiberibe, ponte que liga a Conde da Boa Vista à Rua Nova. Eita cabra danado de enrolado para escrever… Entenda quem quiser. Eu lia desde livros didáticos, além dos de minha escola, de deveres, até os livros de sacanagem, inclusive os classificados homônimos, de medicina legal e os de Pitigrilli, hoje “infantis” no ramo, na TV, em cinemas de guri e peças da Xuxa, sem citar os gibis (Mandrake e o “negão” pianista que puxava o piano, Tocha-Humana, Tarzan (Edgar Rice Burougs(?), Carl May (Old Shure Hand), etc.etc.etc. Quando tinha uns 15 anos old mais ou menos, fim da II Grande Guerra, governo de Agamenon Magalhães, teleguiado de Getúlio Vargas, caiu em minhas mãos um exemplar da Intentona Comunista de 1935. Li com fleugma britânica da primeira vez. Antes de dormir, fiquei pensando no livro; no dia seguinte, primeira hora livre, comecei a examiná-lo acuradamente. Daí, então, comecei a ver quão filhos-das-putas eles eram e são. Mas, cada um prefere o destino que deseja (hoje vejo bem mais a sério o tal do destino). Nessa época, para vocês verem minhas atividades, eu tocava vários instrumentos de música: realejo (gaita de boca), ocarina, flauta, um pouco de trompete, acordeon e violão. Lembro isso, para mostrar um pouco de mim. Fiz concurso para o Instituto Tecnológico de Pernambuco e para a Escola Militar de Resende, em 1950, Passei nos dois e optei pela AMAN. No do ITEPE, passei na frente, inclusive, de alunos da Escola de Engenharia (eu acabara de completar o Científico). Três anos depois, já AspOf, fiz concurso para a Escola de Paraquedismo do EB e fui pra lá, num dos períodos mais felizes de minha carreira militar, ultrapassada apenas pelos quase três anos de CMBW, em Washington, onde pude frequentar inúmeros cursos técnicos e náuticos, onde eu e minha família fomos por demais felizes, preparando o projeto, no papel, de meu barco de oceano (projeto Bruce Roberts 27’, de fibra de vidro – 8 metros de comprimento).

Este detalhe, náutico, abre uma lembrança importante em minha carreira: um general altamente enquistado em alto cargo do governo, impedido diretamente por mim de roubar desbragadamente, por meio de um irmão “laranja”, já que o meu chefe imediato não tinha coragem de enfrentar a tal “otoridade”, virou baterias sobre um simples e humilde TCel da reserva, que tinha sido “obrigado” a pedir transferência do serviço ativo por perseguição de um grupo de “melancias” mais graduados, enquistados alhures nos altos escalões do EB… (deixa pra lá – foi o início da “vingativa”, por cagaço dos generais de altos comandos, com outros interesses, ou similares). Queria “destruir” o meu esporte predileto, desde a infância. Tentou “inventar” um barco de $30 milhões, 30 metros de comprimento, que até hoje, depois de 40 anos, nunca apareceu. Distribuíu toda a mentira asquerosa pelos generais “machões” da época, que logo acreditaram (foram os únicos que aceitaram, mesmo sabendo da mentira deslavada, fácil de constatar de imediato – onde estaria o tal barco? Nunca apareceu até hoje…). Logo depois, começa a onda vergonhosa do revanchismo, incentivada por FHC, o filho imbecil de um general que assim o bem declarava e definia (se Lula, Collor, Sarney enganaram, imagine…). Com a malta de generais “machões furta-cor” promovidos a começar por Collor, etc. (exceto Itamar), o assunto “pegou” em uma esfera sempre suspeita  e o pobre tenente coronel da reserva não teve oportunidade de se defender… Como eu prossegui velejando indiferente ao plano deles, em longos percursos, de graça pois o vento sopra e não depende da Petrobras, hoje saqueada pelo grupo de comunistas/larápios, em grandes percursos desde Bertioga até Natal  passando pelos melhores abrigos até Noronha” inclusive alguns trechos e períodos com a família, deixei pra lá, até que o Parmezão do SNI publicou um livro altamente mentiroso, dando meu nome completo, num dos combates mais conhecidos de todos os interessados nos assuntos da luta armada (o do combate com o grupamento A, descrito no Relatório Arroyo, quando a guerrilheira Sonia me acertou gravemente, em 23/Out/73 – que descrevi (e citei testemunhas) no Araguaia” publicado um ano depois do Carcamano ter mencionado meu nome completo numa história inventada por ele, deturpada desde os tempos do João Cheiro de Cavalo…). O tal general passou esses últimos 40 anos ruminando o ódio contra mim (quem não deve não teme) enquanto eu velejava no meu pequeno (quase diminuto mas incrível)veleiro de fibra de vidro… mas o irmão dele me odiou muito mais, até morrer, pois não deixei que eles, os dois, assaltassem, como hoje Zé Dirceu, Genoíno e etc etc etc. fazem e ninguém os fuzila (é só colocar o País em estado de guerra, prendê-los sob ferros pelos crimes cometidos e aplicá-los a pena de fuzilamento com munição trazida de Cuba… fácil, fácil). Mais uma vez, o cagaço dos generais impede o País de voltar aos trilhos. Culpam hoje os serviços de inteligência, pela inteligência cagacitiva…(que faz parte, naturalmente, de um planejamento lógico, inteligente – até Dercy Gonçalves revelou isto…). Pergunto eu, que tal tomar as medidas saneadoras das que envergonham o Brasil, antes do cagaço??? Antes de esperar por políticos ainda mais gatunos…??? Como diz um conhecido cantor popular: morre um político e nascem dez… Cagaço, meu chapa, é cagaço, aqui ou na China. Veja porque nem mesmo as “merdalhas” distribuídas e abonadas por eles valem merdas nenhuma… muitos devolveram e eu joguei a minha, com palma e tudo mais, fora (a minha “patroa”, quem mais sofreu na ocasião, retirou-a do lixo, sem me avisar e a salvou…só revelando o fato quando um “comuna de carteirinha”, sem princípios ou ética, quis ver a tal medalha…). Cagaço até de cumprir a Lei…

Que detalhe pequeno, hein? Faltou dizer que o tal general poderoso vai morrer muito primeiro que eu… o irmão já se foi…felizmente, ambos com consciências pesadas….

Mas, voltando ao fio da meada, em cujo interim remoto, meio anterior, houve a guerrilha do PCdoB, onde constatei mais de perto a imbecilidade dos filhos de Adão e Ivo (eu estou fora, pois um tal de Darwin, que só podia ser inglês, pela persistência de propósitos , descobriu o real fio-da-meada…), no que resultou no nome do meu veleiro: Krum (de Kromagnon) com 30 anos de velejadas por esses brasis afora, nunca sofreu um acidente sério.

Por hoje chega, pois catar milho com pouca enxerguesa, não é mole. Fica para uma próxima vez. Bom proveito nas memórias de um idoso, jamais velho…

WANDA5

 

 

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2 respostas a UMA VIDA – UM PERÍODO – MIL PERIGOS

  1. Parabéns pelo texto, Comandante. Poucos tem a capacidade e habilitações intelectual e moral para produzir algo semelhante. Infelizmente, não há como discordar de suas opiniões, a não ser quanto a suas Condecorações. Eu também me sinto frustrado ao ver que canalhas recebem honrarias semelhantes, mas me recuso a desfazer-me delas. Eu sei que as mereci, e o Senhor tem muitos mais méritos que eu para mantê-las. Nem pense em colocá-las fora. Seus netos devem, no futuro olha-las com muito orgulho. Porque o Senhor as recebeu por Mérito e não por bajulação ou subserviência. Um fraternal abraço!

  2. osmair diz:

    Parabéns pelo texto. A verdade não pode ficar em silêncio. Fiat lux.

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