O QUE RESTOU?

GUERRILHA DO ARAGUAIA

O QUE RESTOU DE UMA LUTA – O QUE SOBROU DE UM desGOVERNO 40 ANOS DEPOIS

 

             “Em 1962, a guerra revolucionária, uma estratégia de expansão violenta do comunismo internacional, erigira regimes comunistas na Europa, na Ásia, na África e em Cuba. No auge da guerra fria grassavam guerrilhas comunistas na América Latina. Brasileiros, ainda nos Governos Jânio e Jango, foram enviados à China para treinamento de guerrilha. Prestes, agradecendo homenagem do Governador Miguel Arraes, no Recife, disse: “Nós, comunistas, estamos no Governo, mas ainda não no Poder.” Um recado para o Exército, que não esquecera a Intentona Comunista de 1935 e estudava, como de sua obrigação, os tipos de guerra revolucionária bem-sucedidos. O que vimos como ameaça concreta, diz-se hoje, era paranóia anticomunista – Jarbas Passarinho. “A Desculpa dos Vencedores”- 1964 – 31 de Março O Movimento Revolucionário e sua História – BIBLIEX.

E AINDA QUEREM CRER QUE O COMUNISMO NÃO EXISTE MAIS...

FHC

No Araguaia, as FF.AA. realizaram uma Operação Militar Conjunta, com a Ordem de Operações expedida quando não mais havia esperança de que os terroristas, chefiados por João Amazonas, na cidade, e Maurício Grabois, nas selvas do sudeste do Pará, desistissem do infeliz intento.

Repórteres desavisados e de forte viés marxista, costumam dividir, como Euclides da Cunha em Canudos, a guerrilha do Araguaia em campanhas.

Não houve “campanhas”, como querem fazer crer. A divisão por campanhas no Araguaia é pura invencionice, visando fornecer a ideia de que os terroristas saíram vitoriosos em algumas delas. Em todo o período de sua existência a guerrilha, desde o seu descobrimento até a sua derrota, apenas uma só vez eles tiveram a iniciativa do ataque; na maior parte do tempo, quando os militares entravam na mata, eles se escondiam em abrigos adrede preparados, de difícil acesso, às margens de córregos de águas cristalinas e ficavam “de férias”, dormindo, comendo castanha e cágado… era muito difícil achá-los, era como procurar agulha em palheiro.

Em 1957, o NuDAet (Núcleo da Divisão Aeroterrestre), embrião da Divisão de Infantaria Paraquedista, formou os pioneiros das Forças Especiais, hoje Divisão de Forças Especiais e, em seguida, foi criado o CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva), em Manaus, reconhecida a mais eficiente escola de guerra na Selva de todos os exércitos atuais. Os Batalhões de Infantaria de Selva e elementos de Forças Especiais completam os efetivos de nossa defesa. Portanto, o Exército previra e se preparara para as lutas na selva com, pelo menos, 15 anos de antecedência.

A guerrilha do Araguaia, com apoio da China, Cuba, Albânia e Rússia, foi neutralizada militarmente, em apenas 2 meses e 12 dias, contados do primeiro combate (13/10/73) – destruição do grupamento militar, ao último (25/12/73) – o chafurdo de Natal de 1973, com a morte do seu comandante e os terroristas do grupamento A. Tudo com muita abnegação da tropa, muito suor, muito sacrifício, e muito sangue. E muitos gastos, é bom frisar.

A ação dos comunistas, preparada durante muitos anos –  Marighella, o assalariado do Governo de São Paulo (como recentemente foi constatado), cursando terrorismo na Escola Militar de Pequim em 1952, para vir aplicá-lo contra seu próprio povo; Carlos Prestes, o assalariado de Moscou, em 1935; Osvaldão na Suécia, Checoslováquia e Cuba em 1960 e, o planejamento da guerrilha na área do Araguaia, desde 1962, quando o PCdoB rachou com o PCB, seus dirigentes já tinham a “certeza” de que a luta armada seria definitiva e triunfante no Brasil. Principalmente, diante do sucesso de Fidel Castro em Cuba (1959), com o anúncio de sua traição (1961), bandeando-se ao comunismo, levando ao “paredón” milhares de compatriotas e, aos calabouços, os dissidentes, a maioria de intelectuais, jornalistas e militares, para não citar os milhares de cidadãos e guerrilheiros fugitivos para Miami, USA. O dramático e lamentável exemplo de Huber de Matos, herói da luta de Sierra Maestra, que passou 20 anos jogado nos calabouços, pelo simples fato de não concordar com a guinada da múmia do Caribe, vindo a morrer em Miami, sem ver a destruição da vergonhosa e humilhante ditadura Castro.

Depois de dada a ordem de operações, vamos nos referir a algumas ações, as mais importantes, alguns combates realizados, como exemplos da luta sangrenta no Araguaia, desenvolvida para eliminar um perigoso “foco” numa área de extrema dificuldade de acesso da selva amazônica.

Nos papéis de Marighella foram encontradas referências sobre a existência de uma “grande área de treinamento de guerrilha” no interior do Brasil. Desde essa época, 1969, o Exército permaneceu atento para descobrir o local desta “grande área”. Com a guerrilha urbana enfrentando dificuldades, os terroristas direcionaram as ações para a guerrilha rural. Os terroristas do MOLIPO treinados em Cuba, já retornavam com a intenção de formar uma reação na área rural. Para nossa sorte, um de seus elementos em Cuba, ainda não devidamente desmascarado até hoje, informava, por intermédio da rede do Ministério das Relações Exteriores, detalhes da volta desses elementos, que eram presos ao chegar ao Brasil, os que não resistiram à voz de prisão. A maioria foi morta. A existência desse traidor foi sugerida pela facilidade com que eles eram presos ou eliminados. Depois de alguns fatos reveladores inquestionáveis, como a prisão de um dos que retornavam, que preparou uma “cola” antes de zarpar de Havana e escondeu-a no rolo do filme no interior da máquina fotográfica; ao aportar no Brasil, o Delegado foi direto à máquina, abriu-a e retirou, ostensivamente, a cola de dentro do rolo de filme, sem ao menos o cuidado de disfarçar. Tal evidência espalhou-se entre eles, do Molipo. Quem seria o traidor? Colocaram, de início, a culpa no Cabo Anselmo que, reconhecidamente, não tinha cacife para tal (José Dirceu é, hoje em dia, o suspeito número um).

Em Guaraí, na Belém-Brasília, em 1972, o terrorista Jeová Assis Gomes foi localizado e atingido mortalmente ao reagir. Antes de morrer, balbuciou o nome do traidor, mas a informação foi perdida no CIE/ADF, e esquecida, ao longo dos anos de luta e com a morte natural e sucessiva dos militares participantes das ações. No prosseguimento, outro terrorista, Arno Preiss, foi morto ao longo da Belém-Brasília, em Paraíso, GO, em 1972, quando descoberto, surpreendeu e matou dois policiais militares locais, sendo morto com a ajuda da população indignada.

O Exército brasileiro localizou definitivamente a área da guerrilha em dezembro de 1971 e, em 12/04/1972, graças às declarações de Pedro Albuquerque, desertor da área de treinamento de guerrilha, foi confirmada. Logo em seguida, em 18/04/1972, com a prisão de José Genoíno, no Caiano, onde estava localizado um dos focos da guerrilha, o grupamento C. As informações detalhadas de Genoíno foram de grande valia para a rápida vitória da luta no Araguaia.

A Rádio Tirana, da Albânia, recebia e transmitia notícias pormenorizadas do prosseguimento das ações secretas do Exército, suscitando a desconfiança de que existia um traidor no Gabinete do Ministro/CIE em Brasília. Em consequência, todo o seu efetivo foi exonerado. Em seguida, foi executada uma triangulação-rádio, tendo sido localizada a fonte das informações da Rádio Tirana, após uma escuta diuturna que durou três semanas, durante a Operação Marajoara, com varredura automática de todo o espectro de freqência-rádio, a transmissão em radio-telegrafia foi detetada resultando sua localização em Conceição do Araguaia, convento dos Dominicanos, os mesmos “amigos” de Marighella. Quem estava lá no convento? Claudio Fonteles, pai do membro da CNV. Era ele alto funcionário do governo em Brasília e, por intermédio de serviçais da residência de generais, conseguia informações seguras dos detalhes das operações, passando-as aos padres, que retransmitiam à Albânia por telegrafia de amadores principiantes no código Morse.

Confirmadas as intenções do PCdoB, por intermédio da Operação Sucuri (operação de informações, realizada de meados de maio a início de setembro de 1973, de alto risco para seus participantes introduzidos desarmados na selva, ao lado dos terroristas, inclusive com o trucidamento de um dos agentes), foi dada a Ordem de operações de combate no início de outubro de 1973, com o primeiro combate a 13 de outubro, e o último em 25 de dezembro (Chafurdo de Natal), portanto pouco mais de dois meses de combates. Em seguida, a Limpeza da Área, fase final de qualquer operação militar, para assegurar que nenhum terrorista ainda estivesse lá.

O Comunicado Oficial da vitória, ao Congresso Nacional, foi feito em 15 de março de 1975, pelo Presidente Ernesto Geisel.

O Exército manteve o cerco da imensa área, desde abril de 1972, entre Marabá e Xambioá e, ao longo da Belém-Brasília, até Ceres, incluindo alguns trechos da Transamazônica (em construção). Transferiu para a área uma manobra já prevista (orçada) para o Sul do país (a Marabá 70), prevista para o final do treinamento dos conscritos. Foi o que se denominou Operação Mesopotâmia, que neutralizou a rede de apoio do inimigo nas adjacências de Imperatriz, Tocantinópolis e Porto Franco, chefiada por um ex-prefeito de Tocantinópolis, o Epaminoindas, quando foi desbaratado todo o esquema já funcionando e, depois de intensas tentativas de convencer os subversivos a se renderem (panfletos, cópia da carta de Genoíno, com foto, concitando a que se rendessem, lançadas de pequena aeronave voando a baixa altura exatamente sobre as áreas dos acampamentos dos grupamentos e lidas simultaneamente por megafone), só depois de todo esse paciente esforço, refreando o ímpeto da tropa, atacou-os definitivamente.

O grupamento militar, comandado por André Grabois, filho de Maurício Grabois, que era o de pessoal mais selecionado, o melhor, nos dizeres do próprio “Velho Mário” em seu diário da guerrilha, destruiu uma ponte na Transamazônica e atacou o quartel da PM de São Domingos no alvorecer do dia seguinte.

A Operação Sucuri estava terminada. Aproveitando a “calmaria” na mata o grupamento militar comandado por André Grabois, o “Zequinha”, planejou e executou o ataque ao quartel da PM em São Domingos, em meados de setembro de 1973, pegando a guarnição de surpresa. Esta foi a única iniciativa de ação de combate contra os militares em toda a guerrilha. Incendiaram todas as instalações do quartel, casa principal, refeitório, almoxarifado, corpo da guarda, almoxarifado, casa do gerador e da estação-rádio, paiol, levando todo o armamento (fuzis, revólveres), toda a munição e todo o fardamento, todo o dinheiro e material individual, agredindo com coronhadas, torturando e humilhando os militares, inclusive deixando-os todos de cueca na estrada. Uma ação audaciosa e reveladora da grande confiança que possuíam aquela altura. O “Zé Carlos”, ou “Zequinha”, ou André Grabois, deixou um comunicado escrito à população, assinando “Zé Carlos – Comandante do Destacamento A” (na realidade ele era o comandante do grupamento militar).

Para eles, os militares tinham desistido, como deixaram claro no comunicado. No âmbito da tropa, o movimento era febril: era chegado o momento do ajuste de contas, finalmente, a tão esperada ação militar, firme, justa, contra os terroristas.

O assalto ao Quartel teve grande repercussão entre a população local, mas foi contraproducente para os terroristas porque os moradores temiam as consequências naturais que adviriam. Nas vilas e cidades adjacentes, houve muita perplexidade, receios e histórias mal contadas.

A notícia chegou a Marabá imediatamente: era “telégrafo cipó”, que ninguém sabia como e quem trazia as notícias da mata – era o apoio voluntário e disfarçado da população local ao esforço dos militares contra os terroristas. Logo em seguida, alguns dias de perseguição firme na mata, uma patrulha do Exército resgatou todo o armamento e fardamento roubados e destruiu a munição.

Nesse combate morreram os terroristas: “Zé Carlos”(André Grabois), “Alfredo” (Antonio Alfredo Lima), e “Zebão” (João Gualberto Calatroni). O “Nunes” (Divino Ferreira de Souza), gravemente ferido, sobreviveu, vindo a morrer na enfermaria em Marabá. Um dos terroristas do grupo, o “João Araguaia” (Demerval da Silva Pereira), conseguiu fugir em desabalada carreira e se embrenhou na mata, sendo preso dias depois.

Prosseguindo nas ações, em 24/0ut/1973, na perseguição e combate ao destacamento A, foram feridos dois oficiais do Exército, o que evitou a destruição do destacamento, de acordo com o Relatório Arroio, desviando a ação dos militares para o atendimento aos dois feridos. Este caso (com a terrorista “Sonia” – Lúcia Maria de Souza), bem demonstrou o fanatismo levado ao extremo dos terroristas no Araguaia, o que é, aliás, louvado pela mídia chapa-branca atual.

Com a presença da tropa na mata, os terroristas permaneciam nos seus esconderijos, enquanto os militares agiam destruindo sucessivamente suas bases bem montadas na selva. Finalmente, em 25/12/1973 foi encerrada a guerrilha, com o combate ao grupamento do “Velho Mário”, sendo destruídas a Comissão Militar, inclusive seu comandante, e o grupamento A. Foram mortos alguns remanescentes de outros grupamentos cujas bases já tinham sido destruídos ao longo desse período. Alguns conseguiram fugir, como Osvaldão, Zezinho, Ângelo Arroio e outros. Os que escaparam, morreram em combate na mata. Alguns morreram de fome e sede, mesmo cercados de córregos e rios de águas límpidas e num maravilhoso “zoológico natural”, apavorados com o pio e algazarra dos mutuns, barulho de bugios, miado dos gatos-do-mato e esturros das onças, numerosas na área.

Ângelo Arroio e Zezinho fugiram da área, abandonando covardemente seus “inocentes” companheiros à própria sorte. Estes, completamente abandonados pelo PCdoB, poderiam ter empreendido facilmente a fuga para o Xingu ou mesmo para alguma cidade fora do bloqueio, pois deviam saber quais as rotas possíveis na selva. Não o fizeram à espera do apoio que nunca chegou da cúpula do Partido, comodamente instalada em salas refrigeradas de São Paulo, ou do exterior, longe dos bichos, cobras, tiranabóias, muriçocas, malária e leishmaniose.

Impressionante é constatar pelos documentos do PCdoB, que a cúpula do partido ignorava o desfecho da guerrilha mais de dois anos após a morte do “Velho Mário”, sendo que mandaram publicar no jornal Le Monde que “a guerrilha tinha derrotado as forças regulares da ditadura”. Tamanho descaso pela vida humana é devéras inacreditável.

Vemos assim que até na desgraça eles mentem desbragadamente. Nem respeito pelos seus mortos tiveram, abandonando-os na mata a poucos metros dos acampamentos. Nem mesmo o “Velho Mário” foi ao local do combate, cerca de 800 metros distante de onde foi morto seu filho, o “Zé Carlos” alguns dias antes.
Jover Telles, preso na cidade, passou-se como informante, comprado por 150 mil cruzeiros, pagos à sua filha; “entregou” toda a cúpula do PCdoB na reunião do Partido na Lapa, SP. O objetivo da ação era prender João Amazonas, que escapou por estar na China e na Albânia implorando o armamento prometido.

Só em Cuba, uma ilha decrépita do Caribe, foram “diplomados”, até 1971, mais de duzentos “valentes” brasileiros em cursos realizados na Ilha, para desencadear ações de guerrilha rural e urbana, que tanto ensanguentaram a Nação. Sem o aval do Brasil, os cubanos atentaram contra a soberania e o livre arbítrio do povo brasileiro, para exportar a versão caribenha da sanguinária ditadura do proletariado. Atualmente, têm o aval…

No artigo “A Violência da Luta Armada Urbana”, de autoria de F. Dumont, publicado em 19/01/2013, no sítio “A Verdade Sufocada”, está a tabela:

Estes dados dão uma ideia da virulência do marxismo revolucionário no Brasil. Note que não foram computados roubos e incêndios de veículos, sequestros de diplomatas, sequestros de aeronaves e crimes contra a pessoa. Também não foram incluídas as ações da guerrilha rural.

Mortos, desertores e desaparecidos e de paradeiro desconhecido na guerrilha do Araguaia:

Mortos Desertores, desaparecidos, paradeiro desconhecido Total
Forças Regulares 15 01 16***
Guerrilheiros 59* 28** 87

*2 justiçados (seguramente, pode ser bem maior o número)

*2 suicídios

**20 desertores, presos

***Estimado conforme registros de combates

As Instituições Militares devolveram ao povo brasileiro uma Nação pacificada e retiraram-se do cenário político, após uma transição para a Democracia plena, inquestionável. Da mesma forma que no Araguaia, eles sempre procuraram desvirtuar e mesmo ridicularizar as ações dos militares. As esquerdas teimam em não ter entendido a lição histórica, e não aceitam a derrota, sempre deturpando os fatos e usando a mentira como camuflagem de um passado de desamor ao Brasil, para, novamente, atentar contra a Democracia, com os métodos que a oportunidade indicar.

Na próxima contenda, porém, por certo e justo, não sobrará nenhuma cabeça da hidra comunista para contar a história. Mais uma vez as Forças Armadas brasileiras saberão cumprir com seu dever constitucional. E que isto não demore muito a acontecer, pois ainda mantenho a esperança de participar ativamente dessa contenda decisiva, com minha espada sempre pronta.

Licio Maciel – Tenente-Coronel do Exército Brasileiro.

Participante, de Mar/1968 a Fev/1974, conforme consta de suas Folhas de Alterações, inclusive com Atestado de Origem.

 

 

 

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Velejador
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4 respostas a O QUE RESTOU?

  1. Custodio Fernandes diz:

    Resgatando a História

  2. Righini diz:

    Muito bom ter colocado as Folhas de Alteração e o Atestado de Origem!
    É isso aí!
    Parabéns.

    Righini

  3. Eduardo Medina diz:

    Parabéns Coronel Lício, o senhor é um verdadeiro exemplo a ser seguido e tomado como referência sempre.
    Brasil Acima de Tudo

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